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Margareth Menezes se pronuncia após virar alvo de investigação por show em Carnaval: "Respeito a minha história"

Por Redação

Margareth Menezes se pronuncia após virar alvo de investigação por show em Carnaval: "Respeito a minha história"
Foto: Instagram

A cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes, se pronunciou após o Ministério Público acionar o Tribunal de Contas da União para apurar uma possível configuração de conflito de interesses envolvendo a artista e gestora pública.

 

De acordo com documentos apresentados pelo MP, o desfile de Margareth pelo bloco Os Mascarados no dia 12 de fevereiro de 2026, obteve autorização para captar recursos via Lei Rouanet com o valor de R$ 290 mil para a folia momesca.

 

Por meio das redes sociais, a artista pediu respeito e reforçou que não admite que criminalizem uma de suas maiores paixões, a de cantar.

 

Margareth, que já foi alvo da mesma polêmica em anos anteriores, afirmou que segue à risca todas as orientações da presidência.

 

"Peço respeito a minha história. O Bloco Os Mascarados nunca recebeu um centavo da Lei Rouanet. Sou uma mulher negra que construiu sua própria trajetória no Carnaval, prestes a completar 40 anos de carreira. Não vão criminalizar o que eu mais amo na vida: cantar. Sigo à risca todas as orientações da Comissão de Ética da Presidência da República e seguirei assim."

 

Segundo o documento apresentado pelo MP, a empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento, organizadora do desfile no bloco Os Mascarados, já obteve autorização para captar R$ 1 milhão em incentivos fiscais para outro projeto cultural durante a gestão da ministra.

 

O documento traz ainda a informação de que a Comissão de Ética Pública (CEP) alterou entendimentos anteriores para permitir que a ministra fizesse shows, desde que sem recursos federais, mas o MP argumenta que isso não anula o dever de impessoalidade.

 

Por meio de nota, a equipe de Margareth afirmou que não há irregularidades e que todas as normas de ética foram seguidas, e que o contrato do bloco foi patrocinado por órgãos do estado da Bahia, sem utilização de verbas federais ou da Lei Rouanet.