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Taian Riachão destaca legado do samba e fala sobre projeto “Suco de Bahia” na abertura do Carnaval de Salvador

Por Eduarda Pinto / Gabriel Lopes

Taian Riachão destaca legado do samba e fala sobre projeto “Suco de Bahia” na abertura do Carnaval de Salvador
Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias

O cantor Taian Riachão participa, na noite desta quinta-feira (12), da abertura oficial do Carnaval de Salvador, no Circuito do Campo Grande. Em entrevista ao Bahia Notícias, o artista falou sobre o projeto audiovisual “Suco de Bahia” e abordou a importância da valorização do samba, tema da folia soteropolitana em 2026.

 

Segundo o cantor, o momento marca a continuidade de um trabalho voltado à preservação da memória cultural e à valorização de referências do gênero musical. “Eu estou muito feliz, principalmente porque há pouco tempo atrás foi lançado o audiovisual Suco de Bahia, que é um retrato do nosso evento, um pequeno recorte temporal do nosso evento, e hoje estar podendo aqui homenagear os mestres e no palco junto com outros grandes mestres, como o mestre Tonho Matera, como o mestre Riachão, como o mestre Batatinha, com o Xanddy no palco, que é um grande representante do nosso gênero musical também, porque é samba de roda da Bahia”, disse.

 


Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias

 

Ainda durante a entrevista, Taian Riachão destacou o reconhecimento institucional à cultura popular e o significado de levar essa narrativa ao público durante a abertura da festa. “Eu estou muito feliz e isso é uma perpetuação de legado e da nossa memória ancestral, eu estou muito feliz que os órgãos públicos, a Prefeitura, o Governo do Estado, estão valorizando a nossa cultura e valorizando quem veio antes para que a gente pudesse estar aqui. Na que o Carnaval não se tinha nem trio ainda e já acontecia as marchinhas com as carroças saindo daqui do Garcia na Mudança, e a gente poder contar essa história nesse palco para esse público é de uma honra gigantesca, eu estou muito feliz”, emendou.

 

Ao comentar o samba como tema do Carnaval e sua presença histórica na festa, o cantor ressaltou a relevância do gênero para a identidade cultural da Bahia e a necessidade de mantê-lo em evidência ao longo do ano.

 

“Eu acho que é uma questão de cultura da nossa população mesmo, da Bahia. A gente é uma população que tem mais de 80% da população negra. O samba é um gênero negro. Quando a gente canta samba, quando a gente reforça a identidade do samba dentro do Carnaval de Salvador, a gente está ensinando para quem está vindo agora também, que precisa dar atenção a isso, que precisa aprender isso. E o fundamento do samba é o que dá o direcionamento, o norte da nossa caminhada. A roda de samba, você tem que ter o respeito aos mais velhos, você tem que saber a hora de você entrar, a hora de você sair. E tudo isso ajuda nessa conformação educacional da nossa sociedade, principalmente para os mais novos. Então eu acho que é muito importante a gente estar falando ontem, hoje e sempre de samba”, finalizou.