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Aila Menezes diz que Igor Kannário entrou na política para 'sobreviver'

Por Redação

Aila Menezes diz que Igor Kannário entrou na política para 'sobreviver'
Foto: Reprodução/Youtube

Prima de segundo grau do cantor Igor Kannário, a artista Aila Menezes contou, durante participação no Juice Podcast desta terça-feira (30), que sempre teve uma relação próxima com o pagodeiro. No bate-papo, a ex-participante do 'The Voice Brasil' disse que ele foi um dos poucos que te apoiaram na música. 

"Dentro desses pagodeiros todos, Igor Kannário é um dos únicos homens que me telefonam para dizer que querem cantar no meu show, para dizer que meu trabalho é foda, que ele me apoia, pra dizer que componho pra caralho, para dizer que quer gravar música minha. É um dos únicos homens que ainda abrem espaço para mim. E não é porque ele é meu primo. É porque ele saca as pessoas que têm talento, ele é bom nisso", disse a artista. 
 

A cantora falou ainda sobre o poder que Kannário tem em arrastar uma multidão - como em 2017, quando ele arrastou a maior pipoca da história do Carnaval. "Ninguém mantém o que ele mantém com o público dele porque é gente boa e bonitinho...Eu vi muita coisa na pipoca dele. Teve uma tiazinha lá que quebraram a caixa de isopor dela toda no meio do aperto, ele parou e fez assim: 'Por que quebrou? Afasta'. O povo respeita mesmo, afastaram. Ele manda.", relembrou Aila.


"Isso é indiscutível. Podem falar o que for, mas o poder que ele tem de dominar aquele microfone e aquela multidão, é dele e ninguém tira", completa. 

Por fim, Aila afirma ainda que o artista enxergou no meio político uma possibilidade de poder se mantém financeiramente. "Eu acho que deve ser muito difícil ser Igor Kannário, não deve ser fácil não. O sistema quer calar muito. [...] Eu acho que Igor precisou entrar no sistema para sobreviver. Talvez vocês não conheceram Igor Kannário há oito anos, quando estava passando cada perrengue por causa de empresário de banda...Ou ele encontrava esse caminho de entrar na política, no sistema para ter uma rentabilidade, ter como sobreviver, ou eu não sei o que seria dele de verdade. Ele é que sabe onde é que dói o calo dele".