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Bruno Reis considera a possibilidade de não haver restrição de público no Réveillon

Por Jade Coelho / Bianca Andrade

Bruno Reis considera a possibilidade de não haver restrição de público no Réveillon
Foto: Jade Coelho / Bahia Notícias

Com o avanço da vacinação em Salvador e a queda nos números de internação por Covid-19, o cenário visualizado pelo prefeito Bruno Reis (DEM) para o retorno dos eventos na capital baiana é positivo.

 

Durante a entrega do novo complexo da Apae Salvador nesta quinta (7), o gestor municipal afirmou que existe a possibilidade das festas de Réveillon na cidade não ter restrição de público, devido aos dados positivos da vacinação.

 

"Nós estamos avançando na vacinação e confiando que a vacina vai permitir a gente a viver como nós vivíamos antes. Hoje está autorizado festas cobrando ingressos com até 1100 pessoas, se lá no Réveillon tiver ampliação do público poderão fazer com um público maior, como também pode ser que não tenha restrição de público diante do estágio da pandemia", afirmou.

 

Bruno, que vem sendo pressionado para dar um posicionamento sobre a realização do Réveillon e do Carnaval em 2022, informou ainda que sua decisão será tomada com base em dados científicos, e não por influência dos outros estados.

 

"Nós já estamos vendo diversas cidades do mundo e algumas cidades do Brasil anunciando Réveillon e Carnaval. Nós não nos pautamos por essas cidades, porém, serve de parâmetros para ajudar a tomar decisões. Essas e outras informações, opinião dos cientistas e especialistas".

 

Segundo o prefeito, que já declarou que não irá abrir mão do passaporte da vacina para a realização da folia na cidade (leia aqui), a decisão será divulgada ainda em outubro, para dar tempo de operacionalizar a festa. 

 

"Até o final deste mês e início do próximo, nós precisamos tomar essa decisão, porque senão não há tempo de executar. Depende só da Prefeitura? Não. Depende de patrocinadores, da Polícia Militar que tem que dar o suporte na área da segurança, no caso do Carnaval depende de tantos atores envolvidos, então, em conjunto nós vamos tomar essa decisão".