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'Filho da Quarentena', Denis Baum, do hit 'NASA', torce por encontro com o público

Por Bianca Andrade

'Filho da Quarentena', Denis Baum, do hit 'NASA', torce por encontro com o público
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Uma ajudinha espacial fez com que Dennis Baum decolasse em um foguete para a viagem rumo ao sucesso. A brincadeira é uma referência ao primeiro e grande sucesso do cantor, "NASA", que atualmente tem mais de 1 milhão de visualizações no YouTube e mais de 500 mil streamings nas plataformas digitais de música.

 

"Eu fui avisado pelo meu produtor que 'NASA' seria uma música muito impactante no mercado. Eu sozinho não tinha essa visão, eu sabia que era incrível, mas eu não sabia o que o público iria achar. Meu produtor, o Dudu Borges, com a experiência que ele tem de música, que me avisou: 'Olha, se prepara que NASA vai ser um estouro'. É uma satisfação muito grande, por ser a primeira música que eu apresento ao público. Isso é motivador para eu seguir. O caminho é longo ainda, eu sei disso, mas acredito estar no caminho certo", contou o artista ao Bahia Notícias.

 

O voo rumo ao estrelato, no entanto, acabou sendo interrompido pela pandemia do coronavírus, que impediu o artista de se aproximar do público de forma literal.

 

Natural de São Paulo, Denis faz parte da leva de artistas que pode-se chamar de "Filhos da Quarentena", aqueles que estouraram entre 2020 e 2021, mas não tiveram a oportunidade de seguir o caminho "tradicional", de viralizar e seguir para os palcos. Por outro lado, ele também consegue ver um lado positivo nesse período. 

 

"O que foi muito ruim da pandemia foi a tristeza de perder pessoas, mas para o trabalho, como era algo dentro de estúdio que não tem muito contato com pessoas, acabou ajudando, porque a gente pôde se dedicar sem interferências".

 

O artista, que já teve uma experiência com a música por sua passagem pelo programa Popstars do SBT, que lançou nomes como Rouge e B'roz, e pela parceria em "Fatalmente" com Rodriguinho, trata a nova fase da carreira como o pontapé inicial.

 

 

"Eu tive pequenas experiências no passado, e quando eu resolvi que faria um trabalho sério e profissional, me entregar ao meu sonho, foi algo muito recente. Começou em 2019. Estou ainda na etapa de construção da base do público, apresentando a minha música".

 

Já na "Terra", o artista agora conta com a ajuda de um "GPS" para se localizar. A faixa faz parte do EP 'Faltava', o segundo de um projeto com 4 trabalhos que serão lançados ao longo de 2021 e 2022.

 

"Essa música é uma evolução do que eu fiz em 'NASA'. Vem em uma batida mais romântica, e conta uma história de uma forma diferente. Eu acho que estou seguindo uma linha que está fazendo sentido, 'NASA' e 'GPS' se completam. Não me sinto pressionado, não".

 

Ainda estão nos planos do cantor um DVD, que será lançado entre abril e maio do próximo ano, além, é claro, de uma grande estreia solo nos palcos.

 

"Esse é o sonho grande, é a consolidação do trabalho. A minha expectativa é que após o lançamento do DVD a gente consiga encantar as pessoas e contratantes. Que a gente atinja o público e a massa para que a gente possa ter uma agenda. É o objetivo principal, porque é a hora que o artista se realiza".