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'Século da Ousadia': Papazoni canta sobre o desapego em single aposta para o verão 2022

'Século da Ousadia': Papazoni canta sobre o desapego em single aposta para o verão 2022
Foto: Reprodução / Instagram

O desapego está em alta, mas não se trata daquela roupa que ficou guardada por anos no armário ou daquele sapato antigo que já tem um tempo sem ver a luz do sol. O desapego em questão é sobre a "ausência de sentimentos" em um século, que para Felipe Gama, líder da banda Papazoni, é o 'Século da Ousadia'.

 

Aposta do grupo baiano para o verão de 2022, a banda Papazoni lança nesta sexta-feira (10) a faixa 'Século da Ousadia', uma mistura digna da que foi feita por Professor Utônio em 'As Meninas SuperPoderosas', porém, proibida para menores de 18 anos, que une funk, axé, piseiro, xote e pagode.

 

"A música foi criada como uma aposta mesmo do Papazoni para o verão e esses novos tempos, para esse retorno da música. Resolvemos misturar ritmos, tem um pedacinho de axé, um pedacinho de xote, um pedacinho do funk, tem a pisadinha, que está muito em alta e o nosso pagode, que é a nossa marca. A ideia era trazer ritmos que representasse o Brasil", contou o artista.

 

Composta por Breno Lima, Rohan Melo e Suheldo Lima, a música também foi criada visando o boom das redes sociais. Ao Bahia Notícias, Felipe Gama contou que nos tempos atuais, é impossível não visualizar um hit em uma das plataformas com as famosas 'dancinhas'.

 

"Hoje, no nosso entendimento, as redes sociais ditam o que vai pegar na boca do povo ou não. Não vale só ser uma letra boa, ou um solinho bacana, tem que ser algo que todo mundo vai gostar. Pegou num aplicativo ali do lado, pegou no outro, a música explode. E foi pensando nisso também que a gente apostou em 'Século da Ousadia', a gente aposta muito nas redes sociais, no Instagram, TikTok, Kwai, são armas que a gente sempre usou a nosso favor".

 

 

 

Em uma rotina de shows diferenciada, com público reduzido e sem muito contato com os fãs, Felipe acredita que até o verão propriamente dito, desconsiderando o fato da capital baiana viver com o termostato quebrado, em dezembro deste ano, a situação já esteja normalizada para o retorno dos eventos e para curtir o 'Século da Ousadia' como se deve.

 

"Não só eu, como a nossa banda, o escritório, tá todo mundo bem animado. O pessoal da música, pessoal do teatro, todo mundo sofreu e vem sofrendo com a pandemia, fomos os primeiros a parar e estamos sendo os últimos a voltar. Nós ficamos tão restritos, tão fechados, que vamos querer curtir de todas maneiras quando voltar. Vai ser um momento de muita festa e muita alegria".