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Daniel Alves é acusado por compositores de violar direitos autorais em música da ONU

Daniel Alves é acusado por compositores de violar direitos autorais em música da ONU
Foto: Reprodução / Instagram

O ouro conquistado por Daniel Alves nas Olimpíadas de Tóquio 2020 pela seleção brasileira de futebol, pode ser ofuscado por uma grande polêmica na carreira musical do baiano.

 

O jogador está sendo acusado pelos compositores Giuliano Matheus e seu filho, Thiago Matheus, de violação de direitos autorais por ter registrado a música 'Avião', usada em campanha para a ONU, em seu nome e no nome de outros artistas.

 

Segundo os músicos, a canção teve uma pequena participação de Daniel, o que não daria ao atleta o direito de tirar o nome de Thiago e Giuliano da canção e acrescentar os nomes de Afonso Nigro, Milton Guedes e Maurício Monteiro.

 

A faixa foi cantada por Fábio Jr., Carlinhos Brown, Daniel, Nando Reis, Rogério Flausino, Roberta Miranda, Rodrigo Faro, Sandra de Sá e o espanhol Alejandro Sanz, na campanha contra a fake news durante a pandemia da Covid-19 da Organização das Nações Unidas, no final de 2020.

 

 

O jogador foi notificado extrajudicialmente pelos compositores, que exigem a reparação nos créditos da canção e a autoria reconhecida. Procurado pelo jornal 'Estadão', Daniel Alves não quis se pronunciar sobre o assunto.

 

Já Afonso Nigro, conhecido por ter participado do grupo 'Dominó', confirmou o recebimento da notificação extrajudicial e afirmou que precisou mexer muito na música para que ela pudesse entrar na campanha.

 

"Olhando de fora, aquilo me pareceu uma briga pessoal entre os dois (Giuliano e Daniel Alves). Interferimos bastante, a letra era ruim, era preciso colocá-la em uma métrica."

 

A mesma resposta foi dada pelo saxofonista Milton Guedes, que disse ter se surpreendido com a notificação. Ele disse ter reescrito um terço da música.

 

"Eu fiquei surpreso, porque era uma canção que estava registrada. Recebi um áudio com a voz de Daniel Alves cantando a canção de forma bastante didática".

 

Em resposta a toda a polêmica, a ONU alegou ao Estadão que a campanha está dentro da legalidade. 

 

"Toda a documentação legal exigida foi entregue pelos autores. As verificações cabíveis foram feitas junto aos órgãos competentes. Se há uma disputa, as partes envolvidas (na disputa) devem ser consultadas".