Dennis DJ é alvo de ação milionária por show cancelado e justifica: 'Era só remarcar'
Dennis DJ está sendo alvo de uma ação judicial no valor de R$ 1,36 milhão. O artista é acusado de ter descumprido com uma apresentação previamente agendada com a empresa 'Start Produções' para o evento Arena Safadão Juiz de Fora. A ação foi protocolada no último dia 29 de julho.
De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do jornal 'O Dia', Dennis foi contratado em março de 2019 para realizar o show em novembro de 2019.
O artista era tido como a grande atração da noite, junto a Wesley Safadão, mas nunca apareceu para o evento.
A produtora alega ter pago o cachê artístico de forma antecipada, R$ 230 mil, além de ter desembolsado dinheiro nas exigências do DJ, como camarim, hotel, vans, carros executivos, infraestrutura, equipamentos, contratação de transporte particular e outros.
Segundo a contratante, em contato com a coluna de Fábia Oliveira, o não comparecimento do músico se deu pelo fato de ele ter agendado outros dois shows no Rio de Janeiro que chocavam com a data da apresentação.
A empresa exige uma retratação pública de Dennis DJ, o pagamento da restituição dos valores como cachê artístico, diária de alimentação, tudo no valor atualizado de 2021, o que dá R$ 243,8 mil, além de uma indenização por danos materiais de R$ 342,2 mil, pagamento dos lucros de R$ 200 mil devido à repercussão negativa causada pelo cancelamento do show, e R$ 250 mil por danos morais.
Com o pedido de pagamento de juros e correção monetária, o valor da causa vai para R$ 1,36 milhão.
Em seu pronunciamento sobre o caso, Dennis DJ deu uma solução para o problema: remarcar o evento. Segundo o artista, sua apresentação não aconteceu por conta do mau tempo. Ele afirma que foi avisado sobre um problema no voo e sugeriu a remarcação, mas que a produção não aceitou.
"Nunca tive histórico de dar calote em ninguém, furar show de ninguém, a não ser quando é uma força maior — e nesse dia, 23/11/2019, o Flamengo ganhou a Libertadores e quem é do Rio, Juiz de Fora e Campos, sabe que estava um dilúvio. Estava chovendo muito. Desde o início eu falei para o contratante: 'não vamos conseguir chegar ao evento, avisa o público porque está chovendo muito, a gente não vai conseguir pousar e vai por em risco toda a vida da equipe, do comandante, todo mundo está em risco. Não vamos fazer isso e vamos remarcar a data'. Foi o que sugeri: remarcar a data. Era só remarcar a data."
