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Felipe Neto se pronuncia após intimação de Bolsonaro: 'A perseguição é constante'
Foto: Reprodução/ Instagram

O Youtuber Felipe Neto fez um pronunciamento oficial nesta terça-feira (16) sobre a denúncia feita pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), após postar sobre a intimação no Twitter. Neto afirma que a queixa-crime, motivada por um tuíte em que chamou o presidente Jair Bolsonaro de "genocida", é parte da perseguição "absoluta" da qual é alvo "desde o primeiro dia de governo".

 

Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, "a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) intimou Felipe Neto após o vereador Carlos Bolsonaro protocolar uma petição comunicando crime contra segurança nacional em que o presidente Jair Bolsonaro seria vítima".

 

Após pronunciamento que aconteceu no Twitter, Felipe Neto lembrou de situações na qual o presidente se referiu ao covid-19 como uma gripezinha. "De que outra forma poderia chamar esse presidente? Não sobrava outra palavra", explicou o Youtuber sobre o termo 'genocida'. 

 

Já em relação a intimação, Neto afirmou que o Governo quer que as pessoas tenham medo de se expressar: "Vou enfrentar, como sempre enfrentei, as tentativas de silenciamento por parte desse governo. Vou continuar nessa posição sem medo, porque esse é o objetivo principal dessas pessoas: a imposição do medo". 

 

No Twitter, Vladmir Aras, aprimo do atual procurador-geral da República, Augusto Aras, fez uma postagem afirmando que que não caberia à polícia civil investigar a situação e sim a Policia Federal.  "Os crimes contra a segurança nacional são de competência *federal*. Pelo que se vê abaixo, a intimação teria sido enviada pela Polícia Civil do Rio. A @PCERJ não tem atribuição para apurar crimes da Lei 7.170/83. Se houver algo a apurar, cabe à @policiafederal e ao @MPF_PRRJ", afirmou se referindo a intimação.

 

 

 

Na manhã desta terça-feira (16), a expressão "Bolsonaro genocida" continuava a se multiplicar no Twitter. Entre 00h e 08h20m foram registradas 6.325 menções, segundo a análise de Pedro Barciela. Especialista em redes sociais e big data, o professor Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo, identificou que no dia de ontem o termo "genocida" foi usado em 330 mil tuítes, de 115 mil perfis mobilizados.

 

Veja pronunciamento:
 

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