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Alok cria instituto social e doa R$ 27 milhões: 'Dá sentido a minha vida'
Foto: Divulgação

Vivendo um momento delicado após o nascimento complicado de sua segunda filha, Raika (veja aqui), o DJ Alok, 5º maior do mundo, lançará oficialmente seu instituto social, que leva o nome dele, neste mês de dezembro. Para isso, fez uma doação de R$ 27 milhões. O fundo foi criado com recursos pessoais e também com os resultados financeiros da parceria com o game Garena Free Fire, em que Alok é um personagem que tem “poder de cura”.

 

“A ideia do Instituto Alok é algo muito importante para mim, pois realmente é uma ideia que dá sentido a minha vida. Eu já tive alguns períodos intensos de depressão por sentir um vazio, até que compreendi que a busca por um propósito em vida essencial. Neste momento comecei a viajar para a África, em Moçambique, e compreender ainda mais a questão filantrópica. Percebi que através da música eu posso construir algo maior, com investimentos sociais a longo prazo. São frentes que mexem com o meu coração e que quero potencializar com parcerias para ter sempre mais e mais sementes semeadas”, detalhou em entrevista à Metrópoles.

 

A iniciativa será oficializada no próximo sábado (19), durante o primeiro Especial de Final de Ano de Alok, intitulado Alive, que terá transmissão gratuita na TV (Multishow) e internet (canal oficial do DJ no Youtube), que foi adiada por conta do seu diagnóstico de Covid-19 (veja aqui). Alok também pretende engajar novos parceiros para compor o fundo e ampliar as iniciativas, que focam em três pilares: Empreendedorismo, Gastronomia Social (segurança alimentar) e Expansão da Consciência (desenvolvimento humano).

 

A direção do intituto ficará a cargo do jornalista Geraldinho Vieira, que possui experiência no campo dos direitos humanos. “Já faz alguns anos que tenho isso em mente, mas conseguimos organizar ele por completo agora neste período. Eu sempre fiz doações, mas agora com o valor que consegui arrecadar via Free Fire e também de recursos pessoais, passou a não fazer mais sentido para mim apenas as doações. Passei então a pensar em investimentos sociais de médio a longo prazo, que não excluem os projetos mais imediatos também e que toquem o meu coração. Porém, o grande lance do instituto a partir de agora é elaborar ações com inteligência em investimentos sociais, fazendo, inclusive, parcerias institucionais com outros empresários e pessoas para conseguirmos multiplicar o alcance das ações para a vida das pessoas através dele”, comentou.

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