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Ex-'A Fazenda' acusa noivo de agressão por não aceitar orgia em véspera de casamento

Ex-'A Fazenda' acusa noivo de agressão por não aceitar orgia em véspera de casamento
Foto: Reprodução/Instagram

A ex-participante do reality show “A Fazenda”, da Record, Monick Camargo, denunciou nas redes sociais que foi agredida pelo noivo na madrugada desta quarta-feira (18). Por meio de vídeos publicados em seu Instagram, a ex-peoa afirmou que o companheiro desferiu golpes no seu rosto. 

 

Segundo a loira, que apareceu aos prantos numa primeira gravação, o noivo não aceitou a recusa de sua participação em uma orgia, faltando apenas três dias para o casamento dos dois. De acordo com o portal O Fuxico, além das agressões físicas, Camargo relatou que foi xingada pelo homem. 

 

"Olha aqui. Olha meu dente! Ele me levou para o pu**eiro sem me avisar, me chamou de p**a e ainda me bateu porque eu não quis fazer uma orgia. Está vendo a minha cara, está vendo isso aqui? Foi ele quem fez", disse Monick, que logo depois apagou o vídeo da sua página. 

 

Horas depois, Monick publicou stories informando que decidiu prestar queixa contra o noivo. “Eu estou na delegacia, tomando as medidas cabíveis, mas, neste momento, eu quero pedir a compreensão que eu tenho que ter meu momento, eu quero ficar sozinha, é muito delicado, tem coisa que a gente não espera, pensa que vai ser de um jeito, mas é de outro”, contou. 

 

No mesmo momento, ela comentou sobre a cerimônia de casamento que seria realizada ainda nesta semana e deixou claro que troca de alianças foi cancelada. “Preciso do meu momento agora. Deus sabe de todas as coisas e se não estava nos planos de Deus, não estava”, desabafou. 

 

Em tom irônico ela aproveitou para criticar a Justiça brasileira e sem querer entrar em mais detalhes disse que estava esperando pelo atendimento juntamente com outras mulheres agredidas. “Não quero expor mais as coisas do que já foi exposto. Eu só quero justiça, porque quem me conhece sabe que eu não calo a boca para macho, mas queria dizer que eu estou em uma fila de mulheres na mesma situação que eu, tem uma fila de duas horas. Virou rotina (essa situação de mulheres agredidas) nesse país maravilhoso. A justiça funciona bem”, disse.