Filipe Costa defende limites nas redes sociais, mas garante: 'Não aceito ser censurado'
Por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses
Há pouco mais de cinco anos envolvido com o telejornalismo, Filipe Costa já recebeu até apelido, o conhecido “menino de Pernambués”. Alguns podem até pensar que o lugar refere-se a sua origem, mas na verdade se trata de um episódio marcante de uma cobertura ao vivo no noticiário policial.
Integrante da equipe de profissionais da Record, Costa acredita que, para momentos de tensão entre polícia e população, uma postura ideal e segura é a de “ouvir os dois lados e sair sem entrar no mérito da questão”.
Ele não vê jornalistas como celebridades, mas ao estar presente em locais movimentados Filipe tem passado por outros tipos de tensão. “Quando eu entro numa loja, que as pessoas ficam me olhando, eu penso que elas estão achando que eu roubei alguma coisa”, disse, mesmo ciente de que elas podem conhecê-lo da TV.
Ter liberdade de opinar, para ele, é uma qualidade que o seu próprio trabalho oferece. Costa avalia que limites devem ser estabelecidos sobre o que se publica nas redes sociais, mas diz que existe uma lei que nenhuma pessoa conseguirá mudar nele: “Eu não aceito ser censurado por ninguém”. Clique aqui e confira a entrevista completa na coluna Holofote!
