‘Nascer mulher já nos exige ser feminista’, pontua Valesca sobre situação do Brasil
Valesca Reis Santos, Valesca, Valesca Popozuda, Popozuda ou até Val. Ela não se importa. Gosta de ser plural e permite experimentar. Começou a carreira dançando, porém para fugir da “rotina” migrou para o canto. “Sempre gostei de dança e minha intenção era essa para o resto da vida, mas as coisas caem na mesmice, né? Foi aí que recebi o convite para cantar e comecei todo esse processo. Fui aprendendo com as coisas”. O grande público a conheceu pelos 12 anos que permaneceu na “Gaiola das Popuzudas”, contudo foi com o hit “Beijinho no Ombro” que viu sua vida mudar por completo. Atualmente, após uma passagem pelo pop, a artista volta a investir no funk, com o lançamento do single “Tô Solteira de Novo”, e, volta e meia, figura nos tabloides pelos seus posicionamentos políticos ou por negar rixa entre as cantoras do funk, além de supostas reduções do bumbum e pela postura a favor do feminismo. “É preciso criar esse consciente de irmandade entre nós. Já nasci feminista até porque saí de um útero totalmente feminista. Minha mãe deu tudo na vida para me criar sozinha. Nascer mulher nesse país já nos exige ser feminista”, lembrou. Valesca esteve em Salvador para participar da Parada LGBT e visitou o Bahia Notícias para contar as novidades da carreira. Clique aqui e confira a entrevista completa!
