Luis Ganem: Aplicando a engenharia reversa, algo a se pensar
É extremamente chato esse ócio criativo que vive a música da Bahia depois do Carnaval. Ficamos ou entramos, sempre literalmente, em um período de calmaria. Engraçado é que mesmo com a efervescência que o mesmo provoca, o novo acabou não acontecendo e somente raras exceções viraram expressão de algo que dá para ser aproveitado. Mas esse marasmo musical – no mercado comercial do axé, que fique claro –, essa falta da continuidade do novo, por que isso não muda? Por que existe essa falta de senso crítico ou de avaliação do nosso meio musical “corporativista” e como se faz para mudar isso? Pergunto eu, pela enésima vez. Fui mais uma vez ouvir os que têm mais experiência que eu, ou ao menos já passaram poucas e boas nessa vida artística como eu passei, para tentar achar algo que pudesse ascender como um começo para mudar essa mediocridade que vivemos sempre pós-carnaval, e achei de novo algo que fez sentido, de forma acanhada, mas fez. Cique aqui e leia a coluna completa!
