Produtores da 'Pacha' soteropolitana negam suposta ilegalidade da festa
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Os responsáveis pela "Pacha Salvador White Party" negaram, em nota enviada à imprensa nesta sexta-feira (6), suposta irregularidade da festa ocorrida na Arena Fonte Nova no último dia 30. A informação de que o evento da capital baiana teria sido "realizado de forma ilegal" foi divulgada pelo próprio Grupo Pacha
, também em informativo. No entanto, segundo a Palhares Entretenimento, organizadores da versão baiana da Pacha, uma franquia latina - a "Pacha Latam" - foi autorizada a utilizar a marca "em inúmeros países da América Latina, como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela". O informativo também diz que a Pacha Latam é cessionária da Pacha Ibiza - cujo nome empresarial é "Nube S. L." - e está autorizada, com certificado de averbação do contrato emitido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), autarquia que cuida de questões que envolvem propriedade intelectual, a explorar a marca até 2016. "Diante de toda essa documentação que indicava a regularidade da Pacha Latam Franquia e Licenciamentos Ltda, os organizadores da Pacha White Party fecharam acordo para utilização da marca e quitaram integralmente os royaltes correspondentes", diz o informativo. De acordo com a Palhares Entretenimento, que produziu a festa em Salvador, "não há nenhuma manifestação judicial ou algum dado semelhante que indique a rescisão do contrato" entre a festa de Ibiza e a franqueada latina. "Inclusive, desde que soube da suposta contenda entre a Nube S.L. e Pacha Latam, foi solicitada a rescisão contratual mencionada. No entanto, ela jamais foi apresentada. Todas as informações passadas aos organizadores do evento, inclusive as provenientes de fontes oficiais, apontavam em sentido contrário e confirmavam a regularidade da Pacha Latam Franquia e Licenciamentos Ltda. para tratar da marca", relatou o comunicado.
