Clarindo Silva: O Rei destronado
Por Rafael Albuquerque

Na tarde de ontem (23), a juíza Aidê Ouaiss, titular da 8ª Vara da Fazenda Pública, atendendo pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MPE), expediu liminar para anulação da eleição de Clarindo Silva como o Rei Momo de Salvador.
De acordo com o órgão, a escolha de Clarindo, 58 kg e 1,70m foi “aleatória e arbitrária”, descaracterizou uma tradição cultural e subverteu uma tradição, violando o patrimônio cultural da cidade.
Mesmo com todo apelo feito por setores da sociedade e do governo, a decisão da juíza deve prevalecer e outro Rei Momo deverá ser escolhido.
Outro concurso deve ser realizado com os candidatos inscritos antes das regras serem modificadas, no prazo de 48h antes do carnaval.
Em tempo: a decisão deve ser cumprida de imediato, mas ainda cabe recurso.
Foto: Arquivo