Com imbróglio na Justiça, Bradesco não paga tratamento de Perrone
Já se passaram quase três meses depois que a 12ª Vara dos Feitos Relativos às Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Salvador condenou o Banco Bradesco S/A a custear as despesas do tratamento médico do baterista da banda Estakazero, Paulo César Perrone, vítima de uma saidinha bancária, em 2011. O juiz Claudio Fernandes de Oliveira também determinou que a empresa arque com todas as despesas da manutenção pessoal do baterista, enquanto durar o tratamento. O valor mensal gasto pela família é de aproximadamente R$ 13 mil. Caso a instituição financeira descumpra a decisão, a multa diária seria de R$ 500.
O problema é que o Bradesco não assumiu a responsabilidade do caso, recorreu da sentença argumentando que a família já tinha aberto um processo na 11ª vara de quando Perrone precisou ser transferido para outro hospital, o que acabou não acontecendo. O referido processo já tinha sofrido baixa e, por isso, os advogados do Banco tentam fazer com que o processo aberto na 12ª Vara vá para a 11ª, onde o Bradesco já obteve uma vitória. Enquanto isso, o caso está emperrado na Justiça baiana e Perrone segue a vida em cima de uma cama sem andar e falar.
O problema é que o Bradesco não assumiu a responsabilidade do caso, recorreu da sentença argumentando que a família já tinha aberto um processo na 11ª vara de quando Perrone precisou ser transferido para outro hospital, o que acabou não acontecendo. O referido processo já tinha sofrido baixa e, por isso, os advogados do Banco tentam fazer com que o processo aberto na 12ª Vara vá para a 11ª, onde o Bradesco já obteve uma vitória. Enquanto isso, o caso está emperrado na Justiça baiana e Perrone segue a vida em cima de uma cama sem andar e falar.
