Thor Batista cria perfil no Twitter para explicar acidente
Por Fernanda Figueiredo
Com a ajuda do pai Eike Batista, Thor Batista criou um perfil no Twitter para dar sua versão do acidente de trânsito, que se envolveu no último sábado (17), no Rio de Janeiro, que acabou na morte de um ciclista. Primeiro, Eike entrou no microblog e pediu que seus seguidores começassem a seguir o filho. "Sigam meu filho Thot, ele quer falar", pediu o milionário. Em seguida, o garoto começou o seu discurso. Ele alegou que estava na velocidade permitida e que no local do acidente há pouca iluminação. Confira alguns trechos:
“Boa noite twiteiros, acabo de criar este perfil, pois a família da vítima merece esclarecimentos autênticos e votos de apoio. Descia a BR-040 após um almoço com amigos, coisa que faço uma vez por mês, no restaurante Clube do Filet, em Itaipava."
“Boa noite twiteiros, acabo de criar este perfil, pois a família da vítima merece esclarecimentos autênticos e votos de apoio. Descia a BR-040 após um almoço com amigos, coisa que faço uma vez por mês, no restaurante Clube do Filet, em Itaipava."
"Durante todo o trajeto, a velocidade do veículo SLR Mclaren permaneceu dentro dos limites da lei, realizei ultrapassagens. A estrada, perto do local do acidente, não tem iluminação, por isso utilizava farol alto, farol de milha e farol de neblina. Trafeguei por ali cerca de seis vezes dentro de um ano, estava consciente que frequentemente ciclistas atravessam a faixa dupla da autoestrada."
" Vinha na faixa esquerda com muito cuidado, sem ao menos dialogar com o meu carona, repentinamente um ciclista atravessou do acostamento do lado direito até o meio da faixa da esquerda, onde trafegam veículos."
"Minha imediata reação foi aplicar força total nos freios do carro, segurando o volante reto, mas infelizmente foi impossível evitar a colisão. Me recordo que Wanderson empurrava a bicicleta com o pé esquerdo no chão. Sentado, porém no banco da bicicleta. A frenagem trouxe o carro de 100 km/h até 90 km/h até o momento da colisão apenas, infelizmente."
"Eu conduzo carro com transmissão automática com um pé no acelerador e outro no freio, o que possibilita uma reação muito mais rápida. Após a colisão, a pressão no pedal do freio continuava, trazendo o veiculo até 20 km/h. Meu dever era levar o veículo até o acostamento."
"O forte impacto quebrou o para-brisa, provocando cortes no meu corpo e impossibilitando a minha visão. Abri, então, a porta do motorista, botei a cabeça para fora do carro e conduzi o veiculo até um local seguro, evitando outra colisão. Estacionei o carro longe da colisão, diria que 200 metros de distância. Liguei o pisca-alerta e com o auxílio de outros consegui sair."
