Saiba por onde anda Padre Pinto
Por Josemar Arlego
José de Souza, o Padre Pinto, tem levado uma vida comum e atualmente é vice-pároco da Igreja de São Caetano, em Salvador, de acordo com o jornal Correio*. Da roupa que usa ao físico e à própria disposição, nada lembra o religioso, ex-pároco da Igreja da Lapinha, protagonista de um dos casos mais controversos envolvendo o catolicismo baiano.
Padre Pinto atraiu a curiosidade nacional, em 2006, pelas performances diferentes que realizava durante as celebrações. Ele já entrou em roda de capoeira, se vestiu de Oxum - orixá das águas doces no Candomblé - na tradicional festa dos Reis Magos, fez ritual indígena dentro da igreja, deu selinho em Caetano Veloso, posou para ensaios, foi a boate gay em Salvador, bebeu tudo o que tinha direito e bombardeou, em diversas entrevistas, a instituição da qual é representante há mais de 30 anos, inclusive se posicionando contra o celibato.
Padre Pinto atraiu a curiosidade nacional, em 2006, pelas performances diferentes que realizava durante as celebrações. Ele já entrou em roda de capoeira, se vestiu de Oxum - orixá das águas doces no Candomblé - na tradicional festa dos Reis Magos, fez ritual indígena dentro da igreja, deu selinho em Caetano Veloso, posou para ensaios, foi a boate gay em Salvador, bebeu tudo o que tinha direito e bombardeou, em diversas entrevistas, a instituição da qual é representante há mais de 30 anos, inclusive se posicionando contra o celibato.
"O trabalho que tinha para fazer na Lapinha, eu fiz. Muita gente de lá ainda vem acompanhar as minhas missas, tem o carinho e o respeito por mim", diz o padre, que hoje prefere não ser fotografado. No entorno da Paróquia, praticamente, ninguém sabe que ali vive Padre Pinto. Os comerciantes, que eventualmente lembram do religioso, dizem quase nunca vê-lo circulando pelas ruas da comunidade. "Aqui faço uma coisa mais interna mesmo. Tenho me dedicado muito às leituras e à celebração das missas", conta.
