É o Tchan demite uma de suas dançarinas
Por Fernanda Figueiredo

A Coluna Holofote sempre adiantou que seis mulheres num grupo como o É o Tchan - marcado por briga de ego e que sempre teve uma confusão ou outra vindo à tona - seria um problema. No entanto, durante entrevista concedida a esta mesma coluna, as próprias seis meninas, ainda começando no grupo, descartaram essa possibilidade e disseram que o relacionamento entre elas era o melhor possível. Mas o sonho de ser dançarina do grupo É o Tchan chegou ao fim para Lelê Pingo de Mel, a integrante mineira mais votada para compor a nova formação do grupo.
O sonho chegou ao fim para Lelê
Milton Menezes, produtor do grupo, fez questão de abafar qualquer rumor de briga e afirmou que a saída da loira foi uma decisão amigável e, inclusive, Lelê pode continuar trabalhando com o É o Tchan na função de relações públicas. "O contrato venceu, e achamos por bem não renová-lo. Mas não teve briga, não teve nada. A Lelê deve ficar dançando com a gente até o carnaval, e depois deve partir para trabalhar na parte administrativa, como relações públicas do grupo, algo que ela já fazia antes”, explicou Menezes ao Ego. Ainda segundo o produtor, a ideia é manter a formação do grupo com seis dançarinas. Para o lugar de Lelê, eles pretendem contratar uma integrante baiana, coisa que também, foi bastante criticada pela mídia, afinal, das seis dançarinas atuais, nenhuma é baiana. O pior foi a explicação do grupo, ainda em entrevista a esta coluna: "nenhuma baiana foi qualificada", segundo Cumpadre Washington.