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Djavú X Ravelly: vai virar novela

Por Fernanda Figueiredo


Banda Djavú, a banda baiana acusada de plágio pela paraense

Parece que a história envolvendo as bandas de tecnobrega Djavú e Ravelly está virando uma novela e dessas bem longe de terem um fim. Depois que a Coluna Holofote anunciou a acusação da Banda Ravelly de que a Djavú é um plágio da mesma, o empresário da banda baiana Djavú, Paulo Palcos, entrou em contato com este site e esclareceu que não há plágio algum, já que os nomes das bandas são diferentes e que ritmo algum é exclusividade de banda alguma em qualquer lugar do mundo.



Pois bem. Na quarta-feira, foi a vez Gleyson Carvalho, conhecido como Zoeira Legal, empresário da banda Ravelly na Bahia entrar em contato com a Holofote, através da assessoria, para pôr ainda mais lenha nessa fogueira. Ao ler a nota de resposta de Paulo Palcos, Zoeira disse que os argumentos de Paulo são fracos e que o plágio houve, sim, uma vez que basta olhar no youtube os vídeos com as supostas músicas da Djavú, que estourou recentemente na Bahia, pois a Banda Ravelly já possuía vídeos com as mesmas músicas no youtube muito antes da Djavú.




Banda Ravelly se diz a originária do sucesso tecnobrega



Na manhã desta quinta-feira, 26 de novembro,  foi a vez do jornalista "Timpin", direto de Curitiba, entrar em contato com a redação do Bahia Notícias para explicar toda essa história. Ele, que não possui vínculo nenhum com quaisquer bandas, acusou a banda Djavú de plágio e contestou os argumentos de Paulo Palcos, que disse que o tecnobrega existia há 40 anos no Pará e nunca tinha feito sucesso e que a banda Djavú tirou o ritmo do fundo do baú. Para Timpin, essa história "só existe na cabeça dele, pois o tecnobrega teve início em 2001". O jornalista também acusa a Djavú de plágio e justifica dizendo que dos cinco hits de sucesso da banda baiana, quatro são composições da banda do Pará.

 

Mas o jornalista diz que a Ravelly não é nenhuma santinha e, que aliás, sai dessa história como vilã, uma vez que ela possuía dois compositores no início da trajetória, mas que, quando estourou, deu um "pontapé" nos dois meninos sem pagar um tostão. Timpin também falou que a história tem movimentado até as TV's nacionais e que o programa dminical "Fantástico" está interessado em desvender essa história. A Coluna Holofote também está intrigada com tamanha confusão e, por isso, se compromete a marcar uma entrevista com cada um dos empresários citados, a fim de clarear um pouco mais as idéias dos nossos leitores. Aguardem cenas dos próximos capítulos!