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Globo usa Ó Pai, Ó para atacar a Record e Universal

Por Josemar Arlego




A estreia da segunda temporada de "Ó Paí, Ó", na noite de sexta-feira (13), acabou gerando uma rivalidade ainda maior entre as duas maiores emissoras do país. A Globo utilizou a minissérie para atacar a Record e a Igreja Universal.  A graça que existia nas tiradas de humor sobre os conflitos entre evangélicos e adeptos do candomblé, em pleno Pelourinho, deu lugar a verdeiro ataque ao grupo dos bispos.

No primeiro episódio, acontece a maior confusão no cortiço do Pelourinho  justamente quando Roque (Lázaro Ramos), o protagonista, ensaia sua nova música, que inscreveu em um festival. Queixão (Matheus Nachtergaele), o vilão do seriado, aparece na pele de um pastor impostor. Apontando um arma, Queixão (agora bispo Moisés) expulsa e rouba o pastor da área e funda no cortiço a Igreja do Tremor Divino. E passa a equipar a igreja a preços superfaturados. Há um festival de piadas sobre o dízimo.  “Deposite aqui o seu dízimo”, diz o pastor, que tenta cobrar  dízimo até sobre o prêmio que Roque ganhou no festival de axé.

A resposta da Record veio durante reportagem exibida no programa Domingo Espetacular, neste domingo (15). A Record volta a acusar a Globo de tentar manchar sua imagem porque a emissora está crescendo na audiência.