Em carreira solo, sertanejo Luziel busca novos horizontes: ‘Quero fazer tudo direito’
Fotos: Cláudia Cardozo/ Bahia Notícias
Após fazer sucesso no Recôncavo Baiano com a dupla “Pedro Henrique e Luziel” e participar de grandes eventos na região, Luziel enfrentou mais um desafio: encerrou a parceria musical e decidiu seguir em carreira solo. “A dupla fez muito nome no recôncavo, pois participamos dos maiores eventos da região. Pra mim, foi difícil, mas, como disse, eu tomei essa decisão e as coisas que aconteceram foram gratificantes”, afirmou. Natural de Santo Antônio de Jesus (a 193 km de Salvador), o sertanejo é mais nova aposta da Produtora ShowMix, que cuida de artistas como Igor Kannário e Asas Livres. Em entrevista ao Bahia Notícias, o cantor falou sobre suas influências, mudanças na carreira, o CD ao vivo lançado recentemente, a música de trabalho “A culpa é da cachaça”, agenda e os planos para o futuro. Confira a entrevista completa:
Você é de Santo Antônio de Jesus. Foi de lá que iniciou seu prazer pela música?
Sim. Comecei a cantar ainda no colégio. Na época, cheguei a montar uma banda. Depois segui cantando até faculdade, onde formei outra banda e recebi um convite para liderar um grupo de forró lá em Santo Antônio de Jesus mesmo. Ai dessa última experiência, montamos a dupla Pedro Henrique e Luziel, em 2008. Porém, digo que profissionalmente foi em 2012, pois até então era mais uma brincadeira de fazer música com os amigos e nas festas de colégio (risos).
Bem, você começou a cantar ainda na infância, mas quem incentivou?
Meu tio era guitarrista de uma banda daqui de Salvador chamada “Morrão Fumegante” (banda de reggae criada por Sine Calmon em 1994). Sempre ouvia meu ele cantando e minha mãe também mandava bem nos vocais. Foi inevitável, pois já estava no seio familiar.
Quais são suas maiores influências artísticas? Já teve a oportunidade de dividir o palco com algumas delas?
Sim. Já tive a honra de tocar com Henrique e Juliano, Luan Santana, entre outros. Essa galera toda do sertanejo universitário me influencia muito; me dá um gás a mais, pois vejo o reconhecimento que eles estão tendo e fico mais motivado. Porém, têm os mais antigos também, como Chitãozinho e Xororó, que sempre escutei; tem Daniel que sou muito fã. Ou seja, fui formado tanto pela raiz musical do ritmo, quanto pelos jovens que fizeram essa mudança no sertanejo.
Sim. Comecei a cantar ainda no colégio. Na época, cheguei a montar uma banda. Depois segui cantando até faculdade, onde formei outra banda e recebi um convite para liderar um grupo de forró lá em Santo Antônio de Jesus mesmo. Ai dessa última experiência, montamos a dupla Pedro Henrique e Luziel, em 2008. Porém, digo que profissionalmente foi em 2012, pois até então era mais uma brincadeira de fazer música com os amigos e nas festas de colégio (risos).
Bem, você começou a cantar ainda na infância, mas quem incentivou?
Meu tio era guitarrista de uma banda daqui de Salvador chamada “Morrão Fumegante” (banda de reggae criada por Sine Calmon em 1994). Sempre ouvia meu ele cantando e minha mãe também mandava bem nos vocais. Foi inevitável, pois já estava no seio familiar.
Quais são suas maiores influências artísticas? Já teve a oportunidade de dividir o palco com algumas delas?
Sim. Já tive a honra de tocar com Henrique e Juliano, Luan Santana, entre outros. Essa galera toda do sertanejo universitário me influencia muito; me dá um gás a mais, pois vejo o reconhecimento que eles estão tendo e fico mais motivado. Porém, têm os mais antigos também, como Chitãozinho e Xororó, que sempre escutei; tem Daniel que sou muito fã. Ou seja, fui formado tanto pela raiz musical do ritmo, quanto pelos jovens que fizeram essa mudança no sertanejo.
No interior, ritmos como forró, arrocha, sertanejo são bem fortes, ainda mais em Santo Antônio de Jesus que é conhecido pelo seu período de festas juninas. Você considera que o fato de ser dessa região também influenciou sua definição de estilo musical?
Completamente. No interior, na verdade, sempre ouvimos muito sertanejo. Eu sou de Santo Antônio de Jesus, mas passei a infância em Santa Luz (a 300 km de Salvador). Então, lá a gente escuta aquele sertanejo de raiz. Sérgio Reis, por exemplo, tocava muito e minha avó era fã e eu ouvia sempre. Sendo assim, desde pequeno, eu cantava Daniel, Leonardo e todos os outros.
Você fazia dupla com Pedro Henrique. O anúncio da separação foi feito há quase 4 meses. Qual foi o motivou da separação?
Como expliquei, começamos a trabalhar, enquanto dupla, em 2008, mas profissionalmente a partir de 2012. Porém, fomos percebemos que tínhamos objetivos diferentes, sabe? As coisas foram ficando mais profissionais e Pedro Henrique não estava tão ligado à música e eu vivia só de cantar. Então, percebemos que era a hora de separar. Não brigamos, nem nada disso. Apenas, entendemos que era o melhor a ser feito. A gente se fala sempre. Ele manda energia pra mim e eu pra ele (risos).
Qual a principal mudança sentida na carreira solo? E os desafios?
A dupla fez muito nome no recôncavo, pois participamos dos maiores eventos da região. Pra mim, foi difícil, mas, como disse, eu tomei essa decisão e as coisas que aconteceram foram gratificantes. Foi surgindo festa, festa e mais festa para fazer, sem nem termos um CD, um clipe na rede, entende? Sempre fui a voz principal da dupla e isso facilitou para mim. Vir para Salvador, naquele momento, não era o interesse, pois estávamos sendo abraçados pela região. Porém, agora percebi a necessidade de expandir e quero fazer tudo direito. Fortalecer o meu nome em Salvador e bola pra frente. Quanto às mudanças, na carreira solo, você acaba que carrega tudo, o desafio dobra. A sorte é que tudo está acontecendo dentro do tempo, graças a Deus. Primeiro veio o lançamento do clipe “A culpa é da cachaça”, em seguida a parceria com a ShowMix (escritório que atualmente cuida da carreira de Luziel), depois todo o trabalho que estamos realizando. Tá tudo tão bom. A energia que recebo; a forma como as coisas estão acontecendo têm sido muito gratificante.
Como foi a reação dos fãs com o fim da dupla?
No início, eles lamentavam, pois gostavam de nós dois juntos. Mas agora não reclamam mais. O carinho continuou da mesma forma. É aquela coisa, estranharam um pouco, porém já estão completamente adaptados.
Há um mês, você lançou o clipe de "A culpa é da cachaça?", fruto do seu CD ao vivo, primeiro da carreira solo. Como está a recepção do clipe e da música?
Bom, como você disse, o clipe é resultado do meu primeiro CD enquanto Luziel e está sendo algo impressionante na minha vida. Lançamos há um mês e não divulgamos ainda. Foi o pessoal da minha região mesmo que pegou e foi compartilhando. Muito legal isso; o carinho, né? É uma composição do meu produtor e foi gravado na minha cidade mesmo. Queria que fosse assim. O resultado é um produto todo criado pela gente. Dá um orgulho.
Completamente. No interior, na verdade, sempre ouvimos muito sertanejo. Eu sou de Santo Antônio de Jesus, mas passei a infância em Santa Luz (a 300 km de Salvador). Então, lá a gente escuta aquele sertanejo de raiz. Sérgio Reis, por exemplo, tocava muito e minha avó era fã e eu ouvia sempre. Sendo assim, desde pequeno, eu cantava Daniel, Leonardo e todos os outros.
Você fazia dupla com Pedro Henrique. O anúncio da separação foi feito há quase 4 meses. Qual foi o motivou da separação?
Como expliquei, começamos a trabalhar, enquanto dupla, em 2008, mas profissionalmente a partir de 2012. Porém, fomos percebemos que tínhamos objetivos diferentes, sabe? As coisas foram ficando mais profissionais e Pedro Henrique não estava tão ligado à música e eu vivia só de cantar. Então, percebemos que era a hora de separar. Não brigamos, nem nada disso. Apenas, entendemos que era o melhor a ser feito. A gente se fala sempre. Ele manda energia pra mim e eu pra ele (risos).
Qual a principal mudança sentida na carreira solo? E os desafios?
A dupla fez muito nome no recôncavo, pois participamos dos maiores eventos da região. Pra mim, foi difícil, mas, como disse, eu tomei essa decisão e as coisas que aconteceram foram gratificantes. Foi surgindo festa, festa e mais festa para fazer, sem nem termos um CD, um clipe na rede, entende? Sempre fui a voz principal da dupla e isso facilitou para mim. Vir para Salvador, naquele momento, não era o interesse, pois estávamos sendo abraçados pela região. Porém, agora percebi a necessidade de expandir e quero fazer tudo direito. Fortalecer o meu nome em Salvador e bola pra frente. Quanto às mudanças, na carreira solo, você acaba que carrega tudo, o desafio dobra. A sorte é que tudo está acontecendo dentro do tempo, graças a Deus. Primeiro veio o lançamento do clipe “A culpa é da cachaça”, em seguida a parceria com a ShowMix (escritório que atualmente cuida da carreira de Luziel), depois todo o trabalho que estamos realizando. Tá tudo tão bom. A energia que recebo; a forma como as coisas estão acontecendo têm sido muito gratificante.
Como foi a reação dos fãs com o fim da dupla?
No início, eles lamentavam, pois gostavam de nós dois juntos. Mas agora não reclamam mais. O carinho continuou da mesma forma. É aquela coisa, estranharam um pouco, porém já estão completamente adaptados.
Há um mês, você lançou o clipe de "A culpa é da cachaça?", fruto do seu CD ao vivo, primeiro da carreira solo. Como está a recepção do clipe e da música?
Bom, como você disse, o clipe é resultado do meu primeiro CD enquanto Luziel e está sendo algo impressionante na minha vida. Lançamos há um mês e não divulgamos ainda. Foi o pessoal da minha região mesmo que pegou e foi compartilhando. Muito legal isso; o carinho, né? É uma composição do meu produtor e foi gravado na minha cidade mesmo. Queria que fosse assim. O resultado é um produto todo criado pela gente. Dá um orgulho.
Você agora faz parte da ShowMix Produções e Eventos. Como foi estabelecida a parceria?
Rapaz, eu procurei a Lucy Bonfim (empresária da ShowMix) e mostrei o clipe, a música e o cd. Ai conversamos bastante e resolvemos fazer a parceria.Fiquei louco pelo trabalho dela e me apaixonei mesmo. Ela é uma pessoa que pesquisa muito, nunca vi uma mulher como ela. Não tinha como ser diferente (risos).
O mês de junho começou e com ele os festejos juninos. Como está a preparação e a agenda?
A preparação segue intensa e tá tudo muito bom. Já estamos confirmados nas maiores festas do período. Vamos para Santo Antônio, Amargosa, Itiruçu, São Gonçalo dos Campos. Estou muito feliz, pois toda hora é uma data nova fechada.
Quais são os próximos passos para a carreira?
Depois que passar o período junino, vamos começar a organizar um DVD. Deve ser para agosto! Vai ser ótimo. Aguardem!
Rapaz, eu procurei a Lucy Bonfim (empresária da ShowMix) e mostrei o clipe, a música e o cd. Ai conversamos bastante e resolvemos fazer a parceria.Fiquei louco pelo trabalho dela e me apaixonei mesmo. Ela é uma pessoa que pesquisa muito, nunca vi uma mulher como ela. Não tinha como ser diferente (risos).
O mês de junho começou e com ele os festejos juninos. Como está a preparação e a agenda?
A preparação segue intensa e tá tudo muito bom. Já estamos confirmados nas maiores festas do período. Vamos para Santo Antônio, Amargosa, Itiruçu, São Gonçalo dos Campos. Estou muito feliz, pois toda hora é uma data nova fechada.
Quais são os próximos passos para a carreira?
Depois que passar o período junino, vamos começar a organizar um DVD. Deve ser para agosto! Vai ser ótimo. Aguardem!
