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Gilly Araújo destaca responsabilidade de manter legado do Mastruz com Leite nos palcos
Por Eduarda Pinto / Lucas Vieira
O vocalista do Mastruz com Leite, Gilly Araújo, afirmou que assumir os vocais de uma das bandas mais tradicionais do forró exige o compromisso de preservar a identidade construída ao longo de mais de três décadas. A declaração foi dada ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (22), antes da apresentação do grupo no Pelourinho, durante os festejos juninos de Salvador.

Eduarda Pinto / Bahia Notícias
Segundo o cantor, a principal missão da formação atual é manter a essência que consagrou o Mastruz com Leite, respeitando os arranjos e interpretações que marcaram gerações de fãs. "É uma responsabilidade muito grande. A gente sempre procura manter a essência da banda, a mesma pegada e as músicas do jeito que foram gravadas. É isso que incentiva e alegra o fã", contou ao Bahia Notícias.
Durante a coletiva, Gilly também destacou a relação histórica do grupo com Salvador, e acumula 36 anos de carreira, mais de 40 CDs lançados e um repertório de sucessos que, segundo ele, continua presente na memória e nas festas do público.
ASSISTA:
"Fomentar o ano inteiro": Falamansa defende espaço do forró para além do São João
Por Eduarda Pinto / Lucas Vieira
O vocalista do Falamansa, Tato, defendeu o fortalecimento do forró ao longo de todo o ano e afirmou que a preservação da cultura junina depende de investimentos permanentes, e não apenas durante o período de São João. A declaração foi dada nesta segunda-feira (22), em coletiva de imprensa antes do show da banda no Pelourinho, em Salvador.
André Carvalho / BN
Segundo o cantor, a presença de artistas de diferentes estilos nas festas juninas é natural, mas isso não deve reduzir o espaço dedicado ao forró. Para ele, o caminho é incentivar o gênero de forma contínua, garantindo que a tradição permaneça viva. "O movimento junino cresce cada vez mais e é importante que as cidades tenham atrações de outros estilos, mas a gente não pode deixar essa cultura morrer. Como faz isso? Fomentando o forró o ano inteiro, não só no mês de junho", afirmou.
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André Carvalho / BN
Tato destacou que o Falamansa mantém sua identidade desde o início da carreira e que nunca buscou seguir tendências musicais. O artista disse que a banda está satisfeita com sua trajetória e que o mais importante é continuar levando a música nordestina ao público, independentemente do tamanho dos palcos.
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André Carvalho / BN
O cantor também defendeu a convivência entre diferentes ritmos nas festas populares e comparou o debate ao Carnaval. "Nós temos um país plural e uma diversidade cultural que tem que coexistir. Ninguém imagina dizer que no Carnaval não pode tocar forró, então o importante é valorizar todos os estilos", declarou.
Ao citar iniciativas recentes, Tato elogiou o projeto "Dominguinho", de João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, afirmando que ações como essa ajudam a ampliar o alcance do forró e a aproximar o gênero das novas gerações.
ASSISTA:
Pelourinho atinge lotação máxima pela segunda noite seguida durante show da Falamansa
Por Eduarda Pinto / Lucas Vieira
O Largo do Pelourinho voltou a atingir a lotação máxima na noite desta segunda-feira (22), durante a apresentação da banda Falamansa. Esta é a segunda noite consecutiva em que o principal palco do São João da Bahia alcança sua capacidade máxima de público.

André Carvalho / BN
A Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Sufotur) informou ao Bahia Notícias que os acessos ao Pelourinho precisaram ser fechados ainda na primeira metade da programação devido à grande concentração de pessoas no Centro Histórico.
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???????André Carvalho / BN
Segundo o órgão, milhares de visitantes ocuparam as praças, largos e ruas da região, desde o Terreiro de Jesus até o Carmo. A programação da noite contou com atrações simultâneas em sete espaços, além de apresentações itinerantes. Além do show da Falamansa, a programação desta segunda-feira incluiu nomes como Mastruz com Leite.
CONFIRA:
Lula chama governador interino do RJ de interventor, e os dois trocam elogios
Por Catarina Scortecci / Leonardo Vieceli / Italo Nogueira | Folhapress
O presidente Lula (PT) chamou o governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, de "interventor", ao se referir a ele durante cerimônia de assinatura do termo de adesão do estado ao Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), na manhã desta segunda-feira (22).
O termo vai ao encontro das críticas de integrantes do PL à permanência de Couto no cargo. Aliados do atual presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Douglas Ruas, têm classificado a permanência do magistrado no Executivo como uma espécie de intervenção no Rio de Janeiro pelo STF (Supremo Tribunal Federal), responsável pela sua manutenção no governo.
A avaliação, compartilhada em reserva até por aliados de Eduardo Paes (PSD), se deve ao fato de a decisão subverter a linha sucessória do estado. Ruas teve dois pedidos negados pelo STF para assumir o posto desde sua escolha como chefe de Alerj, em abril.
Na cerimônia desta segunda, Lula e Couto também trocaram elogios.
"Tudo o que eu desejo é que, ao cumprir sua tarefa de interventor do Rio de Janeiro, o povo saiba que não pode eleger ninguém que não faça aquilo que você está fazendo: cuidar do povo do Rio de Janeiro. Portanto, parabéns, governador. Que Deus lhe dê toda a sorte do mundo e que você possa se transformar no governador que fez as correções necessárias para que o governo dê certo", disse o petista, que estava rouco e fez um discurso breve.
Lula tem feito acenos a Couto. Em um evento no fim de maio, pediu uma salva de palmas para o governador interino e afirmou que "esse homem vai ajudar a consertar o Rio de Janeiro".
Antes, na cerimônia desta segunda, Couto disse que o governo federal tinha "um grande time" e agradeceu ao presidente pelo Propag.
O desembargador, que é presidente do Tribunal de Justiça, assumiu o governo em março após a renúncia de Cláudio Castro (PL), na véspera do julgamento em que o ex-governador foi declarado inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Último na linha sucessória, ele assumiu o cargo porque o estado estava sem vice-governador desde a renúncia de Thiago Pampolha no ano passado para assumir uma vaga no TCE (Tribunal de Contas do Estado). O então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, estava afastado do cargo em razão da investigação por vazamento de informações de operação contra ex-deputado ligado ao Comando Vermelho.
O Supremo decidiu manter Couto até a conclusão do processo em que analisa como será decidido o governador-tampão, novo chefe do Palácio Guanabara após a dupla vacância —quando governador e vice deixam seus cargos. A Corte discute se haverá eleição direta, pelo voto popular, ou indireta, pelos deputados estaduais.
O caso está parado desde que o ministro Flávio Dino pediu vista, para analisar melhor o caso.
Na semana passada, Couto apresentou um argumento que justificaria sua permanência no cargo até a eleição do governador-tampão, que concluirá o mandato em dezembro. Embora tenha atribuído ao Supremo esta análise, ela nunca foi feita abertamente pelos ministros, seja em plenário, seja nos votos.
"No caso, parece, o Supremo vem fazendo uma opção por mencionar que o que interessa é a data do fato gerador da assunção. Quando se deu a dupla vacância, quem teria legitimidade apenas seria o presidente do tribunal. E colocar o presidente do tribunal para depois, meses seguintes, colocar o presidente da Alerj e depois, meses seguintes, colocar um governador eleito traria uma insegurança tremenda. A opção até agora pelo Supremo foi a opção pela segurança", afirmou, durante palestra do grupo Lide-RJ.
.O governador interino também estimou em ao menos três meses sua permanência no cargo.
"Hoje a previsão seria de mais ou menos 90 dias. Vindo a ideia de eleição, direta ou indireta, teríamos uma pessoa para ficar no governo pelo período restante e depois assumiria o governador eleito. Não sei se é a melhor solução. O Estado precisa de segurança", disse.
A cerimônia para a celebração do acordo ocorreu no Palácio Guanabara, sede do Executivo fluminense. O Propag é o programa do governo federal que permite o refinanciamento de dívidas de estados com a União mediante contrapartidas.
Segundo Lula, o Propag é "um acordo civilizatório".
"O Rio de Janeiro deixou de ser capital da República e passou a aparecer na imprensa nacional nas páginas policiais. Sendo que o Rio teria que ser cuidado com muito carinho porque todos nós sabemos que a cara do Brasil no mundo continua sendo o Rio", disse o presidente.
A adesão é uma aposta do Rio de Janeiro para tentar aliviar o quadro de desequilíbrio fiscal. A gestão de Couto tem prometido medidas para atacar o déficit nas contas locais, previsto inicialmente pela LOA (Lei Orçamentária Anual) em quase R$ 19 bilhões em 2026.
Lula autorizou em maio a saída do estado do Regime de Recuperação Fiscal para adesão ao Propag. A Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro declarou à época que a dívida com a União era de R$ 203,3 bilhões.
O governo federal estimou que, com a adesão ao Propag, o pagamento da dívida do estado cairia para cerca de R$ 113 milhões por mês, com crescimento gradual ao longo de cinco anos. Atualmente, o estado realiza desembolsos médios de aproximadamente R$ 490 milhões por mês.
A França venceu o Iraque por 3 a 0 na noite desta segunda-feira (22), em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. O duelo teve como destaque Kylian Mbappé, que alcançou uma marca histórica na competição.
O atacante francês marcou duas vezes, ultrapassou Ronaldo Fenômeno e igualou Miroslav Klose como o 2º maior artilheiro da história das Copas do Mundo. Dembélé completou o placar para a seleção comandada por Didier Deschamps.
Com o resultado, a França chegou aos seis pontos e segue na liderança do Grupo I. A equipe praticamente encaminhou a classificação para a fase de 16-avos de final.
O Iraque, por outro lado, sofreu a segunda derrota em dois jogos e está eliminado da Copa do Mundo, mesmo ainda tendo uma partida a disputar na fase de grupos.
A França entrou em campo com Maignan; Koundé, Upamecano, Saliba e Digne; Koné, Rabiot, Olise, Dembélé e Barcola; Mbappé.
Já o Iraque, comandado por Arnold, iniciou a partida com Basil; Doski, Hashim, Tahseen e Ali; Qasem, Iqbal, Al-Ammari, Ismael e Bayesh; Hussein.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 completa, nesta semana, um mês de aprovação em dois turnos pela Câmara dos Deputados, ocorrida em 27 de maio de 2026. No entanto, a matéria segue sem andamento no Senado Federal, dependendo do aval dos senadores para que possa ser promulgada.
Membros da base aliada do governo no Congresso Nacional acompanham a tramitação com crescente preocupação. O foco está no prazo limite de 17 de julho de 2026, data em que se inicia o recesso legislativo, após o qual as atividades parlamentares serão interrompidas em decorrência das eleições.
Caso a proposta não seja votada até julho, o presidente Lula da Silva (PT) perderá a oportunidade de capitalizar politicamente com a pressão eleitoral sobre o tema, além de não poder incluir a medida já promulgada como uma conquista na plataforma de sua campanha.
PRÓXIMOS PASSOS
Como a única movimentação oficial registrada no Senado foi o agendamento de uma sessão de debate temático no plenário para o dia 1º de julho de 2026, às 10h, a bancada do PT no Senado solicitou que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), receba representantes das centrais sindicais.
A expectativa do governo é que Alcolumbre encaminhe a PEC para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde um relator deverá ser designado. Contudo, o colegiado não possui sessões agendadas para esta semana, sugerindo que o texto continuará paralisado temporariamente.
Após passar pela CCJ, o projeto poderá seguir para o plenário, mas parlamentares e assessores demonstram incerteza quanto ao cronograma final. Entre as possibilidades avaliadas estão a realização de uma nova rodada de debates na semana de 6 de julho ou mesmo a criação de uma comissão especial.
ENTRE BASTIDORES
Nos bastidores de Brasília, as dificuldades de tramitação são acentuadas pela falta de diálogo direto entre o presidente Lula e Davi Alcolumbre. A relação entre o Palácio do Planalto e a presidência do Senado segue ruim após a recente rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Na última quarta-feira (17), o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT), celebrou a marcação do debate temático e declarou-se confiante na aprovação da PEC antes do início do recesso parlamentar. Randolfe também sinalizou que um encontro de conciliação entre Lula e Alcolumbre estaria próximo de ocorrer, embora ainda sem data confirmada.
Entretanto, o cenário político sofreu um novo abalo no dia seguinte às declarações de Randolfe, devido a uma operação da Polícia Federal que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT). Na mesma data, Alcolumbre cancelou a sessão conjunta do Congresso destinada à análise de vetos presidenciais. No sábado (20), o senador e ex-ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), admitiu que os canais de interlocução entre Lula e Alcolumbre continuam "travados", mas manifestou otimismo de que o impasse será superado.
Enquanto as articulações políticas patinam em Brasília, o presidente Lula cumpre agenda nesta segunda-feira (22) no Rio de Janeiro e, na terça-feira (23), terá compromissos na região da Serra das Araras. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
Tato defende mensagem positiva do Falamansa em meio à popularidade da sofrência
Por Eduarda Pinto / Lucas Vieira
O vocalista da banda Falamansa, Tato, afirmou que o grupo seguirá apostando em um repertório voltado para mensagens de alegria, amor e fé, mesmo diante da popularidade das músicas de sofrência. A declaração foi feita nesta segunda-feira (22), em resposta ao Bahia Notícias, durante coletiva de imprensa antes da apresentação da banda no Pelourinho, em Salvador.
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André Carvalho / BN
Segundo o cantor, a proposta da banda permanece a mesma desde o início da carreira, há 27 anos. Ele destacou que os integrantes compartilham do mesmo propósito e atribuiu a longevidade do projeto ao apoio do público. "Mesmo que a música caminhe para outros lados, é sempre importante ter o contraponto. Talvez, quanto mais a música caminhe para o outro lado, mais necessário seja falar de coisas boas e ser um amparo na hora das dificuldades das pessoas", disse.
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André Carvalho / BN
Tato também ressaltou que a combinação entre as mensagens positivas e o ritmo marcado por zabumba, triângulo e sanfona ajudou a consolidar a identidade do Falamansa ao longo dos anos. Para o artista, esse estilo continua encontrando espaço tanto para celebrar momentos de alegria quanto para oferecer conforto ao público.
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André Carvalho / BN
ASSISTA:
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), admitiu ter visitado a residência do banqueiro Daniel Vorcaro, em Trancoso, no sul da Bahia, mas negou ter participado de festas realizadas no local. A declaração foi encaminhada à revista piauí, que publicou uma reportagem com relatos de ex-funcionários da propriedade sobre a movimentação de autoridades e convidados na casa.
Inicialmente, a assessoria de ACM Neto informou que ele nunca havia estado no imóvel, mas depois enviou uma nova manifestação esclarecendo que o político esteve no local apenas uma vez, em 2024. "Estive uma única vez na residência de Daniel Vorcaro no ano de 2024, mas nunca, jamais, participei de festa na casa dele", afirmou ACM Neto.
A reportagem também cita investigações que apontam que uma empresa ligada ao ex-prefeito recebeu R$ 3,6 milhões do banqueiro. Além disso, reúne depoimentos de um ex-funcionário que descreve festas com a presença de garotas de programa estrangeiras e regras que proibiam registros fotográficos na residência.
Um morador da região também relatou à publicação que era frequente a movimentação de seguranças, mulheres jovens e homens mais velhos na área de acesso à praia em frente ao imóvel.
O empresário Thiago Brennand, condenado a cerca de 20 anos de prisão por crimes contra mulheres, incluindo estupro e agressão, vai se casar no início de julho com a advogada Karina Kufa, conhecida por atuar em casos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
Como está em regime fechado, Brennand se casará por procuração. A cerimônia civil deve ser realizada pelo cartório de registro civil da cidade de São Paulo. Em declaração, Kufa afirmou que vai se casar "por enquanto" apenas no civil e disse esperar que ele deixe a prisão para realizar também o casamento religioso.
Os dois se conheceram após a advogada assumir a defesa de Brennand em recursos junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Preso há três anos, o empresário passou pelos presídios de Pinheiros, Tremembé II, Guarulhos I e, atualmente, cumpre pena no Potim II, no interior de São Paulo.
Otto Alencar manifesta apoio a Jaques Wagner após operação da PF
Por Lucas Vieira
O senador Otto Alencar (PSD-BA) manifestou publicamente apoio ao senador Jaques Wagner (PT-BA) nesta segunda-feira (22). Em publicação nas redes sociais, Otto destacou a trajetória política do colega e reafirmou sua parceria na atuação em defesa da Bahia.
Na mensagem, o parlamentar elogiou o legado de Wagner e escreveu: "Nada resiste ao trabalho. Vamos juntos, companheiro". A postagem foi acompanhada por uma fotografia dos dois durante uma cerimônia na Assembleia Legislativa da Bahia.
Jaques Wagner respondeu à manifestação agradecendo o gesto de solidariedade. "Obrigado pelo apoio e parceria, meu amigo. Estamos juntos!", escreveu o senador petista.
A declaração ocorre dias após Wagner ter sido alvo de busca e apreensão durante a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, que aponta uma possível ligação entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
CONFIRA:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.