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yanny brena
Rickson Lívio Pinto, namorado da vereadora de Juazeiro do Norte, no Ceará, Yanny Brena Alencar, forjou a morte dela. Isso foi o que concluiu a Perícia Forense do Ceará (Pefoce). O caso aconteceu no último dia 3 de março.
De acordo com a Polícia Civil, Rickson deu um golpe "mata-leão" em Yanny, e depois a colocou pendurada em uma corda ainda viva. Ele se suicidou em seguida.
"Ela foi subjugada antes de ser colocada na corda. Ou seja, foi primeiramente aplicado um mata-leão com extrema força, e ela foi colocada na corda ainda viva. Existem sinais vitais de que ela reagiu ainda viva no momento (em que era colocada na corda)", detalhou o perito geral do Ceará, Júlio César Torres.
"O laudo do médico legista indica que, como foi falado, houve uma agressão intensa contra a vítima antes da morte. Ela tem várias lesões internas e externas. Uma das mais características foi em uma região que caracterizou como 'mata-leão'", complementou o titular da Pefoce.
O perito disse também que o DNA de Rickson foi encontrado na corda que estava amarrada no corpo de Yanny.
No dia 3 de março, a presidente da Câmara Municipal foi encontrada morta ao lado do namorado, em casa. Além de vereadora pelo PL, Yanny era médica. O namorado dela se intitulava como atleta de vaquejada, mas não possuía uma ocupação fixa, conforme as investigações. O casal estava junto desde 2020.
As mortes da vereadora Yanny Brena Alencar e Rickson Pinto Lucena foram apontadas pela Perícia Forense (Pefoce) e pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Juazeiro do Norte, no Ceará, como feminicídio seguido de suicídio. Mais detalhes sobre a investigação vão ser divulgados pela PC nesta quinta-feira (23).
No dia 3 de março, a presidente da Câmara Municipal foi encontrada morta ao lado do namorado, em casa. Além de vereadora pelo PL, Yanny era médica. O namorado dela se intitulava como atleta de vaquejada, mas não possuía uma ocupação fixa, conforme as investigações. O casal estava junto desde 2020.
Inicialmente, a perícia tinha informado que a vereadora tinha ferimentos no pescoço, no abdômen e teve unhas quebradas. O documento ainda indicava que houve luta corporal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Duda Sanches
"Mas eu posso garantir a minha família, aos amigos de meu pai, que o sonho dele agora vive em mim. Não vou deixar o legado dele morrer. De jeito nenhum".
Disse o vereador de Salvador Duda Sanches (União) ao comentar sobre o legado deixado por seu pai, o deputado estadual Alan Sanches na política baiana. Em entrevista à imprensa, Duda afirmou e admitiu que manterá o sonho e legado de Alan na Bahia.