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wta 500 de seul
A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia venceu, na madrugada deste domingo (22), a russa Daria Kasatkina de virada por 2 sets a 1 (1/6, 6/4 e 6/1) e conquistou o WTA 500 de Seul. A partida teve duração de 1 hora e 50 minutos.
Bia Haddad Maia começou mal o jogo, perdendo o primeiro set por 6/1. Mas a brasileira teve forças para reagir no segundo set e empatar a partida com um 6/4 após Daria Kasatkina iniciar melhor. No tie-break, Bia Haddad Maia cresceu e venceu com autoridade por 6/1.
Com o título, a tenista sobe cinco posições no ranking mundial e vai ficar na 12ª colocação. No caminho até a final, Bia passou por Ajla Tomljanovi?, Polina Kudermetova e Veronika Kudermetova. Esta foi a primeira final de WTA 500 da carreira de Bia Haddad
Número 17 do mundo, a brasileira Beatriz Haddad Maia estreou com o pé direito no WTA 500 de Seul, na Coreia do Sul. Nesta quinta-feira (19), a paulistana derrotou a australiana Ajla Tomljanovic, 122ª colocada do ranking, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4.
A brasileira sofreu apenas uma quebra de serviço e quebrou três vezes a oponente em dez oportunidades ao longo da partida na quadra central do torneio, que marcou sua primeira final na carreira, em 2017, onde foi vice-campeã diante da letã Jelena Ostapenko.
Após o triunfo, Haddad volta a jogar nesta sexta-feira (20), diante da russa, Ekaterina Alexandrova. Esse será o primeiro duelo entre as duas tenistas.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.