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Com o projeto do estádio do Flamengo correndo a todo vapor, existe uma dúvida em como ficará a gestão do Maracanã nos próximos 20 anos, tendo em vista que o rubro-negro ainda é administrador do palco junto ao Fluminense. O tema, no entanto, não preocupa a gestão do Urubu. Segundo apuração do site Mundo Rubro-Negro, o presidente Rodolfo Landim afirmou aos conselheiros que o clube seguirá gerindo o Mário Filho durante o período de concessão.
Mesmo a longo prazo, não há uma possibilidade do Maracanã parar, pois o Fluminense já possui a capacidade de sustentar o estádio devido ao número mínimo de jogos - 25. Além disso, o Maraca poderá receber eventos e, principalmente os jogos do Vasco, que tem um projeto de reforma do seu estádio para os próximos anos.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro reiterou para que o Flamengo permaneça utilizando o estádio, respeitando a concessão e a utilização mínima de partidas.
Pelo lado do Tricolor das Laranjeiras, já existem conversas iniciais com o Rubro-Negro Carioca para que respeitem o futuro da concessão. O Fluminense, com a porcentagem de 35% dos lucros não possui condições atuais de gerenciar o estádio sozinho. Uma reunião oficial só acontecerá após o projeto da nova casa do Flamengo sair do papel.
O que se espera é que o Maracanã tenha um futuro parecido com o Wembley Stadium, da Inglaterra, que atualmente recebe partidas finais de competições tradicionais (FA Cup, Copa da Liga Local e Champions League, por exemplo). A arena também recebe shows e jogos da seleção masculina e feminina.
O head de negócios da Casa de Apostas, Anderson Nunes, que recentemente adquiriu os naming rights da Arena Fonte Nova, em Salvador, e da Arena das Dunas, em Natal, enxerga como ainda benéfica a utilização de espaços no modelo Wembley.
"Acredito que com acertos equilibrados e compartilhamento de receitas, utilizar esses espaços já existentes ainda seja um formato bem-vindo para todos os envolvidos", declarou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).