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Artigos

André Fufuca e Fábio Araújo
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Foto: Divulgação

O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil

O Brasil já provou ao mundo sua força no paradesporto. Nas últimas edições dos Jogos Paralímpicos em Milão-Cortina 2026, consolidamos nosso lugar entre as grandes potências, com recordes, medalha e novos talentos surgindo a cada ciclo. Esse é um patrimônio do país. Mas, se por um lado o alto rendimento avança, por outro, ainda buscamos consolidar o esporte como ferramenta de reabilitação.

Multimídia

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar

"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
O deputado federal Bacelar (PV) realizou um balanço sobre as articulações do grupo político do governo do estado para, enfim, lograr êxito na disputa pela prefeitura de Salvador. Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (23), o parlamentar criticou as estratégias adotadas até o momento e pregou pelo “investimento” em candidatos fixos.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

washington paganelli

Washington Paganelli é reeleito presidente do Comcar; nova Mesa Diretora do Conselho é definida após denúncias
Foto: Instagram

O empresário Washignton Paganelli foi reeleito para o cargo de presidente da Mesa Diretora do Conselho Municipal do Carnaval e Outras Festas Populares (Comcar), em eleição realizada no dia 22 de julho, na sede do conselho, no bairro do Comércio, em Salvador. 

 

O cargo foi disputado pelo presidente da Associação dos Blocos de Trio, e pelo presidente da Associação dos Blocos de Salvador, Albry da Anunciação. Paganelli recebeu 18 votos, enquanto Albry contou com 4 votos. Os demais cargos da Mesa Diretora foram preenchidos por:

 

  • Vice-Presidente: Márcia Mamede, suplente, Sidney Bonfim - eleita por aclamação.
  • Secretário-Geral: Jairo da Mata, suplente, Matias Silva - eleitos com 20 votos favoráveis e 02 votos contrários (Associação dos Blocos de Salvador e representante dos Afoxés)

 

O Conselho também definiu Pedro Manoel da Costa como Coordenador Executivo do Carnaval 2026. Para o cargo houve apenas uma candidatura, sendo proposta eleição por aclamação, aprovada por 20 votos favoráveis e abstenção de 02 votos (um da Associação dos Blocos de Salvador e outro do representante dos Afoxés).

 

Registraram-se pedidos de impugnação da eleição pelos representantes da Associação dos Blocos de Salvador e do representante dos Afoxés, os quais foram indeferidos pela Assembleia, registrou-se ainda, uma observação da representante do Juizado de Menores acerca da divulgação prévia dos candidatos.

 

A eleição para o mandato 2025/2026 aconteceu de forma polêmica com acusações por parte da Associação de Blocos de Salvador (ABS) e a Associação Cultural de Entidades de Matriz Africana (ACEMA), que pedirem uma liminar para suspensão de uma reunião do conselho, alegando uma suposta recondução da empresária Márcia Mamede como Coordenadora Executiva do Comcar. 

 

Para Albry, a Mesa Diretora não tinha sido renovada nos últimos anos. O presidente da ABS ainda apontou falta de reuniões mensais com todos os conselheiros; suposta irregularidade do presidente do Conselho, Paganelli; e a falta de prestação de contas da coordenação executiva. 

 

Na última segunda, o Comcar se pronunciou publicamente sobre as acusações, afirmando que a ABS estava utilizando manobras desleais para obstruir a gestão administrativa deste Conselho.

Diretor do bloco As Muquiranas celebra lei que proíbe pistola de água: "Não faz parte da fantasia"
Foto: Moskow / Fred Pontes / Bahia Notícias

A regulamentação da lei que proíbe o uso de pistolas de água e objetos similares durante o Carnaval de Salvador gerou debate nas redes sociais para o eixo Sul-Sudeste, que entendeu a medida, assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues, na segunda-feira (29) como algo superficial.

 

O contexto da proibição, no entanto, foi ignorado pelos foliões de outros estados. A pistola, que acabou sendo um objeto atribuído ao bloco 'As Muquiranas', era utilizado pelos associados para importunar outros foliões e se tornou uma forma de ataque as mulheres durante a festa.

 

 

Uma das cenas que viralizaram em 2023 foi feita durante a passagem do bloco As Muquiranas, quando uma mulher foi cercada por um grupo de homens e além de ser atingida pelos jatos de água das pistolas, foi empurrada e agredida fisicamente.

 

A lei, que tem como objetivo garantir a segurança e respeito nas festas, determina que blocos, agremiações e demais organizações adotem medidas para impedir o uso dos equipamentos por foliões e associados, através de campanhas.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o empresário Washington Paganelli, responsável pelo bloco As Muquiranas, afirma que a medida é um motivo de celebração para a agremiação.

 

"Era uma coisa que nós já brigávamos desde 2012, quando entramos na Câmara de Vereadores e na época foi reprovada. Agora nós conseguimos, junto com a deputada, discutimos, fomos de gabinete em gabinete dos deputados, a lei foi aprovada, sancionada pelo governador e agora regulamentada. É uma vitória para todos nós, que buscamos um Carnaval em paz."

 

 

Criado em 1965, o bloco é o primeiro de travestidos na história do Carnaval e desde o "nascimento" já chamava atenção pelo diferencial na avenida. As pistolas passaram a ser associadas a imagem dos foliões que desfilavam travestidos anos após os primeiros desfiles, sem uma data precisa para indicar o início do uso do objeto, mas, desde então, causa indignação nos foliões que são atravessados pelos jatos de água.

 

Segundo Paganelli, a arma nunca fez parte da fantasia oficial do bloco. O associado recebe apenas itens da fantasia, como sapato, meia, saia e sunga.

 

"Nós nunca demos uma pistola. Fizemos campanhas contra o uso de pistolas, tanto que nesse episódio do Carnaval nós tivemos apoio do Ministério Público, de Ivete Sacramento, todo mundo saiu em nossa defesa porque eles viam a nossa briga para que isso não ocorresse. Nós damos tênis, meia, sunga, saia, bustiê, o torço da cabeça e uma sacola. A pistola não faz parte da nossa fantasia."

 

Neste ano, as fantasias do bloco serão numeradas para facilitar a identificação de possíveis agressores.

 

Além da pistola, o bloco já carregou outras polêmicas como a questão do assédio e do desrespeito as mulheres devido as fantasias. Para o site, Paganelli reforçou o compromisso com a sociedade e com causas sociais em 2024 e nos próximos anos.

 

"Nós brigamos e conseguimos com unanimidade, tanto o líder do governo quanto da oposição nos apoiou. Nós mostramos esse ano o quanto o bloco As Muquiranas é comprometido com as causas sociais, com as crianças, com as mulheres, com o assédio, tudo que vem pelo lado errado do que nós acreditamos nós somos contra."

 

Neste ano o bloco desfila com o tema 'Deusas da África'. "A nossa homenagem chega para que juntos possamos reviver as memórias de um passado glorioso, de grande riqueza e influência de soberanas civilizações seculares africanas, sendo regidas e comandadas por mulheres guerreiras e que reinaram com muita grandeza e sabedoria o seu povo".

“Não tem porque colocar uma mulher vestida de mulher no bloco”, apontou Washington Paganelli
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

O empresário Washington Paganelli, responsável pelo bloco As Muquiranas, afirmou que não tem a intenção de permitir que mulheres integrem o número de foliões do bloco. Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

 

“Antigamente existia bloco só de mulher, bloco só de homem e bloco misto. Eu acho que se você se veste de mulher, não tem porque colocar uma mulher vestida de mulher dentro do bloco”, começou.

 

Ele seguiu alegando que os homens que escolhem ir as Muquiranas querem brincar Carnaval sem a presença de mulheres. “E as mulheres vão do lado da corda, com um batonzinho. Passando batom na galera”.

 

Paganelli afirmou também que no Carnaval de 2024, o bloco está com uma campanha em parceria com o Ministério Público para ser o bloco que “protege as mulheres”. Então todo associado das Muquiranas será um fiscal. Ele não vai deixar que mulher nenhuma seja agredida na avenida. Os associados abraçaram essa causa”, finalizou.

“Em 2012 nós pedimos que fossem proibidas as pistolas”, afirmou Washington Paganelli
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

O empresário do bloco As Muquiranas, Washington Paganelli,  revelou que antes de todas as denúncias e toda polêmica envolvendo as pistolas d’água, ele já havia entrado com um pedido para que o brinquedo fosse proibido. Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

 

“Em 2012, nós entramos na Câmara de Vereadores pedindo para que fosse proibida as pistolas. Foi feito um projeto de lei, e foi negado”, começou o empresário.

 

Em seguida, ele revelou que na verdade o bloco é contra pistola e, por isso, nunca a disponibilizou junto com as fantasias. Paganelli afirmou que um dos motivos pelo qual o bloco não aprova o uso é por causa de todos os equipamentos elétricos que ele utiliza.

 

“Se cai uma gota de água e para um trio elétrico daquele. O trio parou, já foi. E eu vou dizer o que para o cara? Foi ali ó, João que molhou”.

 

Washington prosseguiu afirmando que depois de toda polêmica no Carnaval deste ano o bloco esclareceu que “era contra as pistolas”. “Fomos para Assembleia Legislativa, e foi aprovada a lei que proíbe as pistolas. Graças a Deus”.

 

“E o bloco As Muquiranas, é um bloco bastante atuante em proteção as mulheres, dos Direitos Humanos”, finalizou.

Após polêmica, fantasias do bloco “As Muquiranas” ganharão número de registro para identificação de foliões
Foto: Moskow / Fred Pontes / Bahia Notícias

Com a onda de polêmicas envolvendo os foliões do Bloco As Muquiranas, a partir do Carnaval de 2024 as fantasias do grupo serão numeradas. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (20), pelo presidente Washington Paganelli.

 

Ao Bahia Notícias, Paganelli, detalhou que a medida já era uma vontade do bloco, principalmente por problemas com falsificações, e que com os casos de agressões dos últimos anos ficou decidido adicionar o novo registro.

 

Já se tornou tradição entre os integrantes do bloco jogarem água em quem está por perto, com armas de brinquedo, mas túmulos terminam sendo gerados nos circuitos.


No carnaval deste ano um caso acabou gerando bastante repercussão. Uma mulher foi cercada por "Muquiranas" com armas de água e empurrões, durante a passagem do bloco pelo circuito Osmar (Campo Grande). (Veja aqui).


O bloco emitiu uma nota sobre a ocorrência com pistola e levou a situação à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que aprovou em maio deste ano o Projeto de Lei 24.746/2023 que proíbe o uso de pistolas de água e congêneres, durante o carnaval e festas de rua na Bahia. (Veja aqui).


Para contribuir com a segurança, o líder do bloco, declarou que, além da numeração, serão realizadas campanhas contra o desarmamento, proteção a mulher, racismo, o preconceito e o trabalho infantil: “Estamos engajados”.


Além da nova medida, o presidente explicou que o bloco Muquiranas é o único que pede, na hora da compra, cadastro com Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), identidade, comprovante de endereço, com nome completo com tudo.

 

“Uma fantasia por CPF. O que acontece com isso? Se eu vender uma fantasia a João e ele vendeu a Pedro, João que é vai ser o responsável, ele que vai responder pelo que Pedro fez, fantasia vai estar vinculada ao CPF de João”, declarou, alertando que a roupa é intransferível.

 

Washington também ressaltou que a ação da polícia militar nos dias de comemoração dentro do bloco será reforçada.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
A vice do Cacique parece que virou leilão. O curioso é que todo mundo quer saber, mas oficialmente ninguém está debatendo sobre o assunto. Enquanto isso, o Soberano calcula como posicionar melhor o Cocar. É nessa de não escolher a melhor posição que Piaba quase derruba Gargamel.

Pérolas do Dia

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin
Foto : Cadu Gomes/VPR

"Quem defende ditadura não deveria ser candidato". 


Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado estadual Niltinho nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado estadual Niltinho nesta segunda-feira
O deputado estadual Niltinho (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (30). O programa será transmitido ao vivo partir das 16h, no canal do Bahia Notícias no YouTube.

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