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A primeira pesquisa do Instituto Veritá no segundo turno, divulgada neste sábado, mostra um resultado aproximado de diversos outros levantamentos revelados nos últimos dias. De acordo com a Veritá, o senador Flávio Bolsonaro (PL) alcança 51,07% dos votos válidos, diante de 48,93% atribuídos ao presidente Lula.
A vantagem de 2,14 pontos percentuais coloca o candidato do PL à frente no levantamento acima da margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual. O percentual apurado pela Veritá reforça o cenário de elevada competitividade entre os dois postulantes ao comando do Palácio do Planalto em 2027.
A Veritá foi um dos quatro dos 11 institutos que divulgaram pesquisas poucos dias antes do primeiro turno e que previram a liderança de Flávio Bolsonaro. A última pesquisa da Veritá antes do primeiro turno mostrou um resultado de 45,14% para Flávio Bolsonaro e 44,65% para Lula.
No levantamento deste sábado, o instituto apurou a percepção dos brasileiros sobre quem vencerá a eleição presidencial de 2026. Para 52,7% dos entrevistados, o vencedor será Flávio Bolsonaro, e outros 47,3% afirmam que Lula será reeleito para o seu quarto mandato presidencial.
O recorte da pesquisa feito por renda familiar dos eleitores revela uma das divisões mais expressivas de todo o levantamento. No segmento das famílias com renda abaixo de dois salários mínimos, correspondente a 42,7% da amostra, Lula registra 53,4%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 43,3%.
Trata-se do segmento de renda em que Lula apresenta seu melhor desempenho entre as três categorias divulgadas. Entre os entrevistados com renda entre dois e cinco salários mínimos, que representam 38,6% da amostra, Flávio Bolsonaro registra 55,4%, contra 43% de Lula.
O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 16 de outubro. A peça divulgada pelo instituto informa margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01107/2026 e foi feita por iniciativa do próprio Veritá.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.