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vereador sidninho
Durante a sessão plenária desta quarta-feira (10), em que ocorreu a votação para alteração no cálculo das metas da Lei de Diretrizes Orçamentária de 2024, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), comentou a saída do vereador Sidninho do PSDB e fez um balanço da janela partidária, que encerrou no último sábado (6), e resultou em mudanças na base do prefeito Bruno Reis (União).
Afastando qualquer insatisfação na base, Muniz pontuou que o seu papel foi o de ouvir todos os vereadores. “Eu tenho a impressão de que todos ficaram satisfeitos porque tudo foi conversado com eles. Na realidade, se depois da formação dos partidos eles se sentiram insatisfeitos, ainda não conversaram comigo”, frisou.
O presidente da CMS admitiu, no entanto, que a única insatisfação que ele próprio teve foi com a saída do vereador Sidninho, que migrou para o ninho do PP. De acordo com Muniz, ele esgotou todas as possibilidades para que o edil permanecesse no PSDB, mas “Infelizmente, nenhum dos vereadores quiseram sair do partido, como nós achávamos que alguns deles poderiam querer sair. Eu tinha dado a palavra a todos aqueles que estavam confiando em mim entrando no partido, e foi eu que estava formando o partido, que não entraria vereador de mandato. Então, não poderia nunca trair aquelas pessoas que confiaram em mim porque eu estaria mexendo com a vida deles, com a vida política, com a vida em todos os sentidos, e eu jamais iria fazer isso”, pontuou.
Carlos Muniz também pontuou que mesmo com a baixa do ex-correligionário, ficou satisfeito em ter cumprido a palavra para com os demais e desejou boa sorte ao colega: “Ele não pôde participar com a gente no PSDB, mas eu tenho certeza que será um vitorioso no PP. O que eu puder fazer para que ele seja um vitorioso, eu vou fazer”, afirmou.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.