Artigos
Semeando palavras, colhendo sonhos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
valorizacao do forro
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) realizou, em Salvador, na terça-feira (18), a cerimônia de entrega dos Selos de Transparência. Durante o evento, o promotor Frank Ferrari, em nome da promotora Rita Tourinho, leu um discurso que destacou a valorização do forró nas festividades juninas.
A promotora afirmou que o forró, reconhecido como patrimônio imaterial nacional e elemento essencial da tradição e da cultura nordestina, tem sido, segundo ela, menos contemplado por organizadores de festas custeadas com recursos públicos. Ela estabeleceu um paralelo entre a transparência na gestão pública e a necessidade de clareza na destinação de verbas para a cultura.
??Em discurso no MP-BA, promotor Frank Ferrari entrega projeto de lei para valorização do forró nos festejos juninos
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 17, 2026
Confira?? pic.twitter.com/zrnKPS7vFP
Rita Tourinho defendeu que a construção dos festejos juninos deve ser feita de forma democrática e participativa, ano após ano, para que a celebração na Bahia seja uma das mais representativas do país.
Ao final do discurso, Ferrari informou que entregou, em nome da promotora Rita Tourinho, ao presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, um projeto de lei municipal. A proposta tem como objetivo assegurar a valorização das matrizes do forró e estabelecer um percentual mínimo dos recursos municipais destinados a atrações que reforcem a tradição e a cultura do Nordeste.
O presidente da UPB recebeu a minuta e informou que levará a proposta para discussão com os prefeitos baianos.
(Matéria atualizada no dia 18 de junho de 2026, às 8h03 para alterar a autoria do Projeto de Lei)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.