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O jornal norte-americano The New York Times publicou, na última sexta-feira (25), matéria crítica à gestão do ex-jogador Ronaldo à frente do Real Valladolid. O brasileiro é dono do time espanhol, rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Espanhol no último dia 24 de abril, após ser goleado por 5 a 1 pelo Real Betis.
Antes de jogo do Real Valladolid contra o Getafe pela Campeonato Espanhol, no início de abril, a torcida fazia festa em frente ao Estádio José Zorilla, quando se manifestou contra o dirigente.
“Ronaldo é um dos melhores jogadores da história do futebol, ninguém duvida disso”, disse Mario Puertas, presidente da federação oficial de torcidas organizadas, a Federación de Peñas del Real Valladolid. “Ele também é um dos piores donos de clube de todos os tempos. Pergunte a qualquer torcedor do Valladolid. Antes ele era visto como um Deus; agora ele é como o diabo”, afirmou em reportagem publicada pelo Jornal The New York Times.
Outro fator mal visto pelos torcedores do clube espanhol é o distanciamento de Ronaldo com o clube. O ex-atacante da Seleção Brasileira está há seis meses, 98 jogos, sem comparecer a um jogo em casa do Valladolid. Segundo a matéria do New York Times, caso Ronaldo aparecesse na cidade seria alvo de "muitos protestos".
“Este é o pior time do Valladolid da história, então, se ele viesse, poderia ser um problema”, respondeu Puertas. “Não estou falando de violência, mas de muitos protestos”.
O Valladolid perdeu por 4 a 2 para o Atlético de Madrid, 3 a 2 para o Osasuna e foi goleado de 5 a 1 sobre o Real Betis, quando confirmou o terceiro rebaixamento da La Liga em cinco temporadas, algo que todos no clube sabiam que aconteceria há muito tempo.
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Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.