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Na sequência do levantamento do Bahia Notícias sobre os partidos que não possuem mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), outras três siglas aparecem com estratégias distintas para as eleições de 2026.
A Unidade Popular (UP) ampliou sua presença nas disputas proporcionais em relação a 2022, e terá quatro candidatos no estado. Na eleição de 2022, a legenda havia lançado apenas um candidato a deputado estadual na Bahia e nenhum para a Câmara.
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Já a Federação Renovação Solidária, formada pelo Solidariedade e o Partido da Renovação Democrática (PRD), concentra suas nominatas na disputa por vagas na Câmara dos Deputados. Com poucas chances de conquistar ao menos alguma cadeira nas Casas, a UP terá Louise Ferreira e Willian Santos na disputa por vagas na AL-BA. Para deputado federal, os nomes são Giovana Ferreira e Guizin.
A estratégia da legenda é concentrar os votos em poucas candidaturas e buscar o fortalecimento desses nomes. Já PRD e Solidariedade optaram por lançar apenas candidatos a deputado federal.
A montagem das chapas ocorreu após os dois partidos perderem, no meio do ano, o comando dos ex-presidentes e deputados estaduais Marcinho Oliveira, que deixou o PRD para ir ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) e Luciano Araújo, que trocou a presidência do Solidariedade pelo Avante, o que fez com que a composição das nominatas fosse feita às pressas.
A estratégia das siglas, segundo a apuração do BN, também está voltada para uma construção de médio prazo, mirando as eleições de 2028 e 2030.
No plano nacional, a disputa pelas cadeiras na Câmara também busca contribuir para que a federação alcance o desempenho necessário para superar as cláusulas de barreira. Entre os 35 nomes lançados, os considerados de maior destaque são Van de Ninga, apontado como liderança forte de Catu, e Irmão Julio, que reúne 346 mil seguidores no Instagram.
O Partido da Causa Operária (PCO) não lançou candidatos para nenhum dos dois cargos.
O governador Jerônimo Rodrigues lidera o índice de rejeição entre os candidatos à eleição estadual na Bahia. Segundo o levantamento divulgado pela Quaest, nesta quarta-feira (29), 40% dos eleitores baianos conhecem e não votaria no atual governador, que é pré-candidato à reeleição pelo PT.
O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026 ouviu presencialmente 1.200 eleitores de 16 anos ou mais, residentes na Bahia, entre os dias 23 e 27 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A Quaest avaliou o conhecimento, potencial de voto e rejeição dos candidatos os candidatos e pré-candidatos ACM Neto, Aroldo Felix (UP), Jerônimo Rodrigues (PT), José Estêvão (DC) e Ronaldo Mansur (PSOL) frente aos eleitores.
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Foto: Gráfico disponibilizado pela Quaest
Ao citarem o candidato ACM Neto, 90% dos eleitores disseram conhecê-lo, sendo que 57% conhecem e votariam nele, e outros 33% conhecem e não votariam. 10% disseram não conhecer o candidato.
No caso do atual governador, Jerônimo Rodrigues, ele também é conhecido por 90% dos eleitores questionados e dentre eles, 50% deles votariam nele para a reeleição e outros 40% não votariam. 10% disseram que não conhecem.
Ronaldo Mansur, candidato pelo PSOL, foi reconhecido por apenas 21% dos eleitores. Entre os que o conheciam, 17% disseram que não votariam e 4% votariam. 79% dos eleitores disseram não conhecer o candidato. No caso de João Estevão, 16% dos eleitores o disseram conhecer o candidato, sendo que apenas 3% votariam nele e outros 13% alegaram que não votariam. 84% não o reconheceram.
Já o candidato Aroldo Félix foi reconhecido por 10% dos entrevistados, sendo que 1% votaria nele e 9% disseram que não votariam. 90% dos eleitores não reconheceram o candidato.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.