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A União dos Municípios da Bahia (UPB) celebrou, nesta quinta-feira (13), 62 anos de fundação com a entrega de uma nova estrutura voltada ao atendimento e à integração dos municípios baianos. Realizada na sede da entidade, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, a solenidade marcou a inauguração do Espaço Municipalista, a reforma e ampliação do Auditório Prefeito Antonio Lomanto Junior e a entrega da Comenda Governador João Durval Carneiro.
A solenidade reuniu prefeitos, representantes de instituições parceiras e autoridades e foi conduzida pelo presidente da UPB e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso. Durante o evento, também foram entregues o Selo UPB, destinado a instituições parceiras, e a primeira edição da Comenda Governador João Durval Carneiro, criada para reconhecer personalidades com atuação em favor do desenvolvimento dos municípios baianos.
Entre os homenageados com a comenda estão o senador Otto Alencar; o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, José Edivaldo Rocha Rotondano; o procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia Souza Marques; os presidentes do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), Gildásio Penedo Filho, e do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), Francisco de Souza Andrade Netto.
Também receberam a honraria o delegado adjunto da Receita Federal em Salvador, Samuel Pereira de Almeida Junior; o secretário de Relações Institucionais do Estado da Bahia, Adolpho Loyola; o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Carlos Henrique de Oliveira Passos; o diretor-superintendente do Sebrae Bahia, Jorge Khoury; e o diretor-geral da Band Norte e Nordeste, Augusto Correia Lima.
As intervenções realizadas na sede da UPB representam um investimento superior a R$ 9 milhões. Desse total, R$ 4 milhões foram viabilizados por meio de emenda parlamentar do senador Jaques Wagner, em convênio com o Governo do Estado da Bahia. A parceria também possibilitou a cessão de mais de 6 mil m² de terreno e a requalificação da área do entorno, incluindo a ampliação do estacionamento, que passa a oferecer 120 vagas.
Para Wilson Cardoso, a modernização representa um avanço na capacidade de atendimento e na realização de atividades voltadas à qualificação da administração municipal.
“Essa é uma construção coletiva, feita com o apoio dos prefeitos e prefeitas, e que retorna diretamente aos municípios, oferecendo uma sede com melhor estrutura, mais moderna, funcional, com capacidade de receber grandes eventos de qualificação e formação para os servidores municipais. Uma obra que coloca a UPB como referência municipalista para o Brasil”, destacou.
Construído com recursos próprios, o novo Espaço Municipalista foi projetado para ampliar a estrutura de atendimento e convivência da entidade. O ambiente conta com sala de reuniões, sala de imprensa, dois gabinetes e área gourmet, além de espaços destinados a encontros e networking entre gestores, representantes de instituições e visitantes.
O espaço também passa a sediar o Seven Wonders Café, que apresenta uma proposta gastronômica inspirada na cozinha internacional, com estrutura voltada à convivência e ao atendimento de gestores e visitantes que circulam pelo CAB.
O Auditório Prefeito Antonio Lomanto Junior também passou por reforma e ampliação. A capacidade foi ampliada de 300 para 500 lugares, enquanto a estrutura recebeu novos equipamentos, como painel de LED, sistema de sonorização e iluminação cênica.
As melhorias ampliam a capacidade da UPB para sediar congressos, encontros, capacitações e eventos voltados à gestão pública municipal, além de fortalecer a estrutura da entidade para receber atividades de maior porte.
Com a modernização, a UPB passa a contar com uma estrutura ampliada e equipada para atender às demandas dos municípios associados e fortalecer sua atuação institucional.
Fundada em 13 de agosto de 1964, a União dos Municípios da Bahia (UPB) é uma associação civil, sem fins lucrativos e sem vínculo partidário, que representa e defende os interesses dos municípios baianos. Além de atuar no fortalecimento do municipalismo e da gestão pública, oferece assessoria técnica especializada nas áreas de engenharia e arquitetura, jurídico, captação de recursos, informações municipais, comunicação, capacitação e gestão administrativa aos municípios associados.
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O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, comemorou os resultados trazidos pela definição do teto de R$ 700 mil em gastos com festejos juninos pelo MP-BA, ressaltando o barateamento no valor de cachê dos artistas contratados para o São João. As afirmações foram feitas ao Achei Sudoeste no Ar, programa do site Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias no sudoeste da Bahia.
Ainda em fevereiro deste ano, a UPB apresentou à Procuradoria Geral da Jusitça da Bahia, junto ao Ministério Público do estado, a delimitação do um teto de gastos para contratação dos artistas durante as festas de São João. Meses depois, já com a aproximação dos festejos de época, os empresários de mais de 22 artistas se reuniram com o MP-BA para falar sobre a redução dos cachês para as apresentações.
O projeto orçamentário, que além de reduzir gastos e não comprometer áreas prioritárias, como a saúde e a educação, também busca valorizar os artistas locais e regionais. A medida é vista pela União dos Municípios da Bahia como uma oportunidade de fortalecer a cultura típica nordestina no festejo de época que, segundo o gestor da organização, estaria sofrendo uma crise de identidade.
“Tudo isso foi um ganho muito legal porque já estavam descaracterizando o São João em muitos lugares, inclusive com música eletrônica. Agora, temos a oportunidade de viver um clima junino muito favorável. Quem ganha são os cofres públicos, os moradores e os artistas”, comemorou Wilson Cardoso.
RESPIRO AOS COFRES
Ao Achei Sudoeste, o também prefeito da cidade de Andaraí, na Chapada Diamantina, destacou que a medida visa defender os cofres e interesses públicos dos Municípios. “Tenho absoluta certeza que vamos fazer o melhor São João da história da Bahia a um preço justo. Havia um abuso nos cachês cobrados”, afirmou o gestor.
Ainda no programa, Cardoso garantiu que a economia dos municípios baianos no período deve alcançar cifras milionárias. Apesar disso, a União fará o possível para promover festas típicas com qualidade e austeridade. “Os valores estavam exagerados, mas a redução só se deu pelo reconhecimento e compreensão de gestores e munícipes da Bahia.
Até o fechamento da matéria, o Painel de Transparência dos Festejos Juninos nos Municípios do Estado da Bahia, plataforma do MP-BA que revela o gastos das prefeituras com cachês artísticos para os festejos de época, registra R$ 124 milhões em gastos para a contratação de artistas para o São João deste ano.
Segundo dados divulgados pelo próprio Ministério Público, quase R$ 10 milhões em dinheiro público já foram poupados pela medida. O valor deve subir de acordo com o envio de gastos juninos pelas prefeituras do estado.
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, comentou sobre a indicação do seu nome como possível candidato à vice-governador, na chapa do atual governador Jerônimo Rodrigues, por parte dos colegas da organização. O prefeito de Andaraí, município da Chapada Diamantina, esteve presente no evento oficial de visitação do presidente Lula às obras de implantação do VLT em Salvador nesta quinta-feira (2), e afirmou que, mesmo sem diálogo formal com Jerônimo, vê a indicação como um “movimento inédito”.
“Eu não tive nenhuma conversa com o governador, deixar claro. Esse movimento saiu dos prefeitos e prefeitas, um movimento legítimo, um movimento inédito. Estou dizendo de mais de 340 prefeitos e prefeitas, é um movimento que eles acham que eu representaria bem o município na chapa majoritária do governador Jerônimo. É um movimento que veio de fora para dentro, que eu recebi com muita alegria e com muita satisfação”, destacou a liderança municipalista.
Wilson afirmou ainda que depois da indicação formal, os colegas incentivaram uma mobilização mediante a visita de Lula, a qual ele negou. “Depois desse movimento, que aconteceu na segunda-feira no Parque de Exposição, esse movimento eles já queriam fazer na última visita de Lula no Parque de Exposição. Naquele momento eu disse, ‘não, não é momento disso’”, explica.
O presidente do UPB destacou que o movimento é parte do fortalecimento da organização municipalista na Bahia e, em nome deste movimento, se coloca à disposição dos partidos e grupos em caso de uma possível consideração do seu nome para o cargo no Palácio de Ondina. “Hoje eu estou à disposição de todos os nossos prefeitos, prefeitas, para, se for o caso, se for da vontade das lideranças de todos os partidos, de todos os deputados estaduais, federais, o meu nome está à disposição”, afirma.
Ele conclui dizendo que, no caso de uma indicação, é necessário “olhar a legitimidade de quem já está aí”. “Eu digo sempre, tem fila, mas se for da vontade deles, deles entenderem que é uma vontade dos prefeitos, meu nome está à disposição para trabalhar com muito amor, com muita determinação, unindo nossa Bahia”, conclui.
Prefeitos baianos discutiram uma solução para o aumento acelerado nos preços das atrações musicais ainda em reunião realizada na tarde desta quarta-feira (4), na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB). A proposta central é a criação de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que limite o pagamento de cachês a, no máximo, R$ 700 mil por apresentação.
O encontro foi liderado pelo presidente da UPB e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), com a participação dos prefeitos de Jequié (Zé Cocá) e de Santo Antônio de Jesus (Genivaldo Deolino) — municípios que realizam alguns dos maiores eventos juninos do estado.
Confira em vídeo:
Prefeitos da UPB propõem teto de R$ 700 mil para festejos de São João na Bahia
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 4, 2026
? Confira pic.twitter.com/PZArPnm6Wf
COMO FUNCIONARIA?
A ideia é que o acordo seja firmado entre as prefeituras e órgãos de fiscalização, como:
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Ministério Público da Bahia (MP-BA)
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Tribunal de Contas dos Municípios (TCM)
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Tribunal de Contas do Estado (TCE)
Com a assinatura do TAC, os prefeitos teriam um respaldo jurídico para negar contratações acima do valor estipulado, mesmo sob pressão popular ou política. Segundo Wilson Cardoso, a medida visa assegurar o "equilíbrio econômico-financeiro" das cidades, evitando que o investimento na festa comprometa outras áreas da administração pública.
Além do controle de custos, a UPB defende que o estabelecimento de um teto ajudará a equilibrar o mercado do entretenimento e permitirá uma maior valorização dos forrozeiros tradicionais e grupos culturais locais, que muitas vezes perdem espaço no orçamento para as chamadas "superproduções".
"Acima de R$ 700 mil, com certeza não haverá contrato. Isso será uma regra assinada com os órgãos de controle para proteger o patrimônio público", conta o presidente da entidade.
A União dos Municípios da Bahia (UPB) está se preparando para criar uma diretoria focada no enfrentamento da seca e à gestão de crises climáticas. A proposta será formalizada em assembleia pelo presidente da entidade, Wilson Cardoso (PSB), prefeito de Andaraí.
O prefeito de Manoel Vitorino, Vinícius Costa (PP), aparece como o principal nome e deve assumir a nova diretoria já na próxima semana. A escolha é respaldada por diversos líderes do municipalismo baiano para coordenar ações e recursos nos territórios mais afetados pela estiagem.
Para lidar com os efeitos do semiárido baiano, o nome do gestor foi indicado devido suas experiência em lidar com secas severas de Manoel Vitorino. Com políticas voltadas ao fortalecimento econômico e social, o que lhe conferiu projeção e credibilidade entre os demais prefeitos.
NOVA DIRETORIA
A criação da diretoria reflete a urgência das pautas ambientais e hídricas no estado. A nova pasta terá como missão:
- Coordenar projetos e parcerias com os governos estadual e federal.
- Desenvolver políticas públicas de adaptação climática.
- Enfrentar o desabastecimento hídrico, a seca prolongada e os efeitos de chuvas extremas.
Caso a nomeação de Vinícius Costa seja confirmada, Manoel Vitorino se consolidará como um município de referência estadual dentro da estrutura da UPB.
O 8º Encontro de Prefeitos e Prefeitas da Bahia, promovido pela União dos Municípios da Bahia (UPB), reuniu um público recorde nesta quarta-feira (29), no Centro de Convenções Salvador. A cerimônia de abertura contou com 380 prefeitos e prefeitas, além de autoridades estaduais e federais, como o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
Na abertura, o presidente da UPB, Quinho Tigre, destacou a importância da entidade no apoio aos gestores municipais. Também comentando sobre avanços obtidos pela instituição, como a recomposição do ICMS e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além da redução da alíquota do INSS de 20% para 8%.
“Temos a função de elevar a autoestima dos prefeitos. Minha palavra aqui é de esperança. Contem com a UPB para fortalecer a democracia e a unidade dos gestores”, afirmou.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT), por sua vez, enfatizou o papel da UPB na articulação entre os poderes municipais, estaduais e federais.
“É o momento de planejamento. Sabemos que a receita nem sempre é suficiente para cobrir despesas, salários e investimentos, mas estamos aqui para dialogar e construir soluções conjuntas”, declarou.
Imagem de Margareth e Jeronimo aplaudindo o evento | Foto: Reprodução / Thuane Maria
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou os impactos das Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc na Bahia e reforçou o compromisso do governo federal com os municípios. “Estamos de portas abertas para apoiar os gestores e garantir os direitos culturais da população”, afirmou.
No evento, Quinho Tigre anunciou um acordo entre os candidatos à presidência da UPB para a formação de uma chapa única, encabeçada pelo prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso. Segundo ele, os prefeitos de Ituaçu, Medeiros Neto e Itabuna abriram mão da disputa em prol da unidade do movimento municipalista.
Além dos debates e palestras, o encontro conta com uma Feira de Oportunidades, reunindo instituições como Sebrae, Caixa Econômica e Embasa, visando facilitar o acesso dos municípios a parcerias estratégicas.
Nesta quinta-feira (30), os gestores participarão de painéis sobre temas como energias renováveis, políticas públicas inclusivas, recuperação de ativos do SUS, encerramento de lixões e inteligência artificial na administração pública.
Nos dias 29 e 30 (quarta e quinta-feira), gestores municipais de toda a Bahia se reúnem no Centro de Convenções de Salvador para a 8ª edição do Encontro de Prefeitos e Prefeitas da Bahia. O evento, promovido pela União dos Municípios da Bahia (UPB), visa discutir os desafios e as oportunidades entre os municípios, o estado e a federação.
Para o presidente do UPB, Quinho Tigre (PSB) a intenção é colocar a agenda dos municípios na ordem do dia, discutindo dificuldades e propondo soluções possíveis para as administrações municipais.
“O novo mandato envolve uma série de desafios. Será um momento ímpar de troca de experiências e oportunidade de adquirir conhecimento, com as equipes técnicas do governo federal, estadual, dos bancos e agência de fomento”, afirma o presidente da UPB.
Com o tema “Perspectivas para o novo mandato”, o encontro contará com a participação de autoridades como o governador Jerônimo Rodrigues, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e representantes de diversos órgãos governamentais.
Além das palestras e debates, os participantes terão a oportunidade de participar de workshops e oficinas, trocar experiências com outros gestores e buscar soluções para os desafios enfrentados em seus municípios
A 8ª edição do Encontro de Prefeitos e Prefeitas é patrocinada pela Caixa Econômica, através do Governo Federal, Embasa e Desenbahia, por meio do Governo do Estado da Bahia e Sebrae, além do apoio do Procultura, através da Prefeitura de Salvador.
A transição de mandato eficiente assegura o bom funcionamento da gestão pública e a continuidade administrativa. Com o intuito de oferecer ferramentas que possibilitem uma boa transmissão de governo, a União dos Municípios da Bahia (UPB) promoveu o UPB Capacita: Encerramento e Transição de Mandato, nesta terça-feira (26), no auditório da entidade municipalista.
O presidente da UPB, prefeito Quinho (PSD) de Belo Campo , chamou a atenção para a importância das palestras que compõem a programação do evento e também para a qualificação da equipe técnica da UPB.
“Até março de 2025, vamos continuar juntos fazendo um trabalho diferenciado para acolher e capacitar o máximo possível de prefeitas e prefeitos eleitos e reeleitos da Bahia. Até porque nós queremos, cada vez mais, construir um estado forte, com independência das instituições, mas naturalmente com parceria, fortalecendo a democracia do nosso país”, destaca Quinho.
“A transição de mandato é um processo essencial para a continuidade administrativa e para o fortalecimento da democracia. Trata-se de um momento em que as informações de governo, os recursos públicos e os projetos em andamento são devidamente repassados, garantindo que a máquina administrativa continue funcionando em benefício da população”, resumiu o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCMBA), o Conselheiro Francisco Netto.
O diretor-geral da Escola de Contas do TCM, o conselheiro Nelson Pellegrino, parabenizou a equipe técnica da UPB e o presidente pela realização do evento. “Era muito comum os prefeitos, quando terminavam a gestão, não darem as informações para o seu sucessor. Isso tudo é fundamental. Não só deixar as informações corretamente, como deixar registrado”, afirma o diretor.
Para o diretor Pellegrino é necessário um alerta aos participantes: “Nós temos uma resolução do Tribunal que estabelece a obrigatoriedade de fazer a transição e há um regulamento minudente de como a transição tem que ser feita. Isso pode ser inclusive um motivo de rejeição de contas daqueles que não disponibilizam as informações”, conclui.
O prefeito de Andaraí, Wilson Paz Cardoso (PSB), agradeceu pelo atual presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Zenildo Brandão Santana (PP), conhecido como Zé Cocá, cotar seu nome para assumir a presidência da entidade. A informação foi divulgada durante entrevista do prefeito de Jequié ao Projeto Prisma do Bahia Notícias na última segunda-feira (28).
"Para mim, hoje um nome que eu votaria e acho que seria um nome de consenso na Bahia, se ele aceitasse, seria o prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso [PSB]. Para mim é um cara sério, um cara de boa conduta, um cara que é da base do governo mas respeita ambos os lados, discute as pautas municipalistas de igual para igual, ele teria meu apoio cem por cento e teria de vários”, declarou o prefeito Zé Cocá.
Em declaração ao portal Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, Paz Cardoso agradeceu a indicação e destacou o trabalho de Zé Cocá à frente da UPB. “Fico lisonjeado com a indicação do meu nome”, afirmou o prefeito de Andaraí.
No entanto, ressaltou que a decisão de concorrer à presidência da UPB dependerá do consenso entre os gestores municipais. “A UPB é uma entidade plural, e a minha candidatura só se concretizará se houver apoio dos demais prefeitos”, disse Paz Cardoso.
O prefeito de Andaraí defendeu ainda a necessidade de uma reforma estatutária na UPB, visando modernizar e descentralizar a entidade.
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Quinho, prefeito de Belo Campo, criticou a autonomia do Banco Central e falou sobre diálogo com o Governo Federal para viabilização de recursos para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A declaração foi dada em entrevista coletiva, concedida nesta tarde de segunda-feira (28), na sede da UPB, no CAB.
“Infelizmente, nós ainda temos uma taxa de juros, taxa Selic, muito alta. É impossível, não existe um país que cresça com a possibilidade de inflação até 5% e com a taxa de juros de 13,25%. Essa autonomia do Banco Central veio para prejudicar. Como é que você chega no segundo semestre com perspectiva de crescimento com uma taxa de 13,25%? Não tem empresário, não tem empreendedor que vá conseguir fazer as coisas andarem.”
O presidente comentou ainda sobre a fragilidade dos municípios e sensibilidade por parte do Governo Federal. “É importante que nós deixemos as nossas vaidades, sejam elas no campo da municipalidade ou estado, e abracemos o nosso país. É importante que o nosso país viva dias melhores. Então, essa taxa de juros tem que, sem dúvida nenhuma, diminuir. É importante que nesse momento de dificuldade, o Governo Federal tenha sensibilidade de ajudar quem mais tem fragilidade na federação, que são os municípios.”
Se tratando da PL 334, projeto que visa estender a desoneração da folha de pagamentos, Quinho afirma que não há possibilidade de aumento de impostos caso o projeto de lei não tenha andamento. “Não, inicialmente não, porque para acarretar um aumento de tributos teria que ser uma questão com a Câmara de Vereadores. E também não faz sentido aumentar os impostos, tão forçadamente, num momento tão difícil.”
Na mesma ocasião, o presidente falou ainda sobre uma organização suprapartidária sobre o repasse de verbas para os municípios. “Na verdade, é necessário que tenha sensibilidade do Governo Federal, que é quem detém a maior parte do bolo tributário, que os municípios fazem parte, que o cidadão nasce no município. Tudo que acontece na vida no cidadão, acontece no município, então tem que haver sensibilidade do governo federal, do governo do estado também. Nós já relatamos ao governador [Jerônimo Rodrigues], ele foi sensível e compreendeu a nossa luta e nós queremos abraçar esse momento de forma suprapartidária e que estejam todos os entes da federação, seja do estado ou do governo federal”, comenta.
O movimento "Sem FMP Não Dá", promovido pela UPB, visa chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos municípios devido a oscilação do FMP e promover uma paralisação no próximo dia 30, quarta-feira. Dezenas de municípios baianos já aderiram ao protesto, dentre eles Vitória da Conquista e Itabuna.
A União dos Municípios da Bahia (UPB) recebeu nesta segunda-feira (1°) o secretário Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, André Ceciliano. A recepção foi feita pelo presidente da UPB, Quinho, prefeito de Belo Campo, no Sudoeste baiano, e por diversos prefeitos.
No encontro, André Ceciliano apresentou a Caravana Federativa, com primeira edição realizada na Bahia, nos dias 24 e 25 deste mês de agosto, com atendimento dos ministérios aos gestores. “É uma honra receber o secretário aqui na UPB e ainda melhor receber a notícia da realização dessa caravana, que vai nos ajudar a solucionar diversas demandas. É uma oportunidade de ampliar esse diálogo com o governo federal para que o desenvolvimento possa chegar em todos os 417 municípios da nossa Bahia”, afirmou o presidente da UPB.
O gestor ainda apresentou o projeto do Encontro de Prefeitos e Prefeitas, que a UPB realizará em outubro; e o projeto UPB no Campo, que será lançado pela entidade no dia 17 de agosto. Na visita, André Ceciliano conheceu a estrutura da UPB e as áreas técnicas da entidade, que oferece assessoramento especializado aos municípios.
O secretário antecipou como será feita a Caravana Federativa. "Vamos trazer alguns ministérios, ligados à área social, saúde, educação, infraestrutura e vamos precisar do apoio da UPB na mobilização dos gestores", afirmou Ceciliano.
A diretoria executiva da União dos Municípios da Bahia (UPB) completou um mês nesta quarta-feira (13) sob a presidência do prefeito de Belo Campo, no Sudoeste, Quinho (PSD). O gestor considera que a pauta de destaque é a proposta de redução da alíquota do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) patronal pago pelas prefeituras.
A UPB apoia o Projeto de Lei Complementar (PLP), de autoria do senador Jaques Wagner (PT). Conforme a iniciativa, a intenção é fazer com que os Municípios paguem por capacidade financeira, indo de 8% a 18% conforme o Produto Interno Bruto (PIB) de cada um. Atualmente, as prefeituras pagam 22,5% ao INSS.
“Seria injusto os municípios de Belo Campo e o de São Paulo pagarem a mesma tributação. Então esse cálculo vai de 8% a 18% da arrecadação do PIB. Assim o município terá potencial de investimento e oportunidade de sair do endividamento”, afirma o presidente da UPB. A pauta também foi encampada durante a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios ocorrida recentemente. Na ocasião, Quinho liderou o maior número de gestores do estado que já participaram da marcha. A comitiva baiana contou com 800 participantes, sendo 260 prefeitos e prefeitas.
O presidente da UPB também tem focado em temas de interesse das prefeituras, como saúde, habitação, educação e agricultura familiar. O presidente da UPB declarou também que os prefeitos, sobretudo da Bahia, vão exigir uma reparação histórica da dívida social que o Brasil tem com o Norte e Nordeste.
“Não existe transferência de renda para a população sem uma nova distribuição tributária. A União fica em média com 70% da receita dos tributos e o povo nasce e mora onde? Nos municípios. O que gera renda é injetar recursos. É um ciclo virtuoso. Se você investe no município, gera renda rápido”, afirmou.
Um protocolo de intenções para realização de ações conjuntas e estudos regionalizados sobre a capacidade fiscal dos municípios na efetivação do piso do magistério e melhoria da educação no interior do estado foi assinado na tarde desta segunda-feira (13), pela União dos Municípios da Bahia (UPB), Federação dos Consórcios Públicos (FECBahia), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) Bahia e APLB Sindicato.
A reunião entre as instituições ocorreu no auditório da UPB e definiu que os representantes regionais APLB Sindicato se reunirão com os consórcios públicos para distensionar as relações e discutir demandas comuns, respeitando questões técnicas como o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
“Estamos aqui para virar uma página de desgaste. Agradeço a APLB porque nunca na história tivemos esse debate. É importante que haja o meio termo para que a gente tenha condição de pagamento que seja justa para os dois lados. Precisamos avaliar a necessidade de cada um”, afirmou o presidente da UPB e prefeito de Jequié, Zé Cocá, que fez uma fala conjunta também em nome do vice-presidente e prefeito de Belo Campo, José Henrique Tigre (Quinho), e do diretor da UPB e prefeito de Santana, Marcão Cardoso, presentes à mesa.

Para o presidente da FECBAHIA e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso, o esforço conjunto traz boa perspectiva. “Estou com muita esperança que vamos ajustar conflitos e entender as particularidades de cada município. Temos um desafio grande, mas vamos sair fortalecidos porque o maior desejo de um gestor público responsável é deixar a educação do seu município no topo”, disse. Ideia compartilhada pela a prefeita de Eunápolis, Cordélia Torres, que enfrentou oito meses de greve da categoria no último ano e defendeu a abertura do diálogo. “Só vamos vencer os nossos desafios se colocarmos o nosso ‘eu’ por terra e ligarmos o nosso ‘nós’”, afirmou ao dizer que apesar das divergências é necessário "construir pontes" a favor da educação.
“A ideia de estarmos aqui é reafirmar a nossa posição, autonomia e independência para construirmos um caminho [APLB e prefeituras] e resolver, mesmo com divergências, porque temos um objetivo maior”, afirmou o coordenador-geral da APLB-BA, professor Rui Oliveira. Fala complementada pelo presidente da UNDIME/BA, Anderson Passos. “Tudo deve acontecer através do diálogo e trabalho intersetorial, que deve ser feito por muitas mãos, em uma ação conjunta”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.