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As equipes da Polícia Civil e Polícia Militar da Bahia cumpriram, na manhã desta terça-feira (2), a nova fase da Operação Libertatis, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada em Eunápolis, na região do Extremo-Sul da Bahia. De acordo com investigações, o grupo estaria envolvido em crimes de sequestro, tortura, cárcere privado, extorsão, homicídios e ocultação de cadáver.
Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e realizadas burocracias para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra investigados que se encontravam em liberdade. Os agentes conseguiram prender um dos alvos, já os outros quatro são considerados foragidos da Justiça.
Os mandados foram cumpridos nos em 6 bairros de Eunápolis. Durante as buscas, foram apreendidos celulares, computadores e outros materiais de interesse investigativo e serão submetidos à perícia. Também foram cumpridos dois mandados de prisão no Conjunto Penal de Eunápolis contra custodiados apontados como participantes dos crimes apurados.
INÍCIO DA INVESTIGAÇÃO
A Operação Libertalis é resultado de uma investigação iniciada após o resgate de um motorista por aplicativo de 33 anos, vítima de sequestro, tortura, extorsão e cárcere privado no município em março deste ano. Conforme as apurações, o homem foi sequestrado após atender a uma corrida, sendo levado para uma área de mata utilizada pelo grupo criminoso.
Durante o resgate da vítima, os policiais localizaram o cativeiro e entraram em confronto com os criminosos, que conseguiram fugir pela vegetação. A partir da identificação dos envolvidos, a Polícia Civil reuniu elementos que permitiram representar pelas medidas cautelares deferidas pela Justiça.
. As investigações continuam para localizar os foragidos e aprofundar a apuração de outros crimes atribuídos ao grupo criminoso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Todo mundo vai poder dar o seu caneco".
Disse o candidato Flávio Bolsonaro, em entrevista para as redes sociais do influenciador Rico Melquíades, ao indicar que não irá perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo Flávio, as pessoas poderão “dar o caneco” à vontade em um eventual governo dele.