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As novas probabilidades da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), divulgadas nesta segunda-feira (19), mantiveram Flamengo e Palmeiras como principais candidatos ao título nacional, enquanto a briga por vagas na Libertadores segue aberta. Na parte inferior da tabela, Chapecoense, Remo, Grêmio e Internacional aparecem entre os clubes com maiores riscos de rebaixamento.
Na disputa pela taça, o Flamengo lidera as projeções, com 69,5% de probabilidade de conquistar o campeonato. O Palmeiras aparece em seguida, com 30,5%. Os dois clubes ocupam as primeiras posições da tabela, separados por apenas um ponto.
A equipe carioca chegou aos 67 pontos após vencer o Bahia por 3 a 0, no domingo (18), na Arena Fonte Nova. Já o Palmeiras soma 66 pontos depois de derrotar o Athletico-PR por 2 a 0, no sábado (17). Athletico-PR e Cruzeiro ainda aparecem matematicamente nas projeções de título, mas com probabilidades inferiores a 0,01%.
Na corrida por uma vaga na Libertadores de 2027, o Bahia registra 30,5% de probabilidade de classificação pelo G-5, segundo os números divulgados da UFMG.
O Tricolor ocupa a sétima colocação, com 49 pontos, e tem como concorrentes diretos Athletico-PR, Cruzeiro, Fluminense e Atlético-MG. Nas projeções, o Athletico-PR apresenta 83,6% de chances de classificação, seguido por Cruzeiro (69,2%), Fluminense (63,7%) e Atlético-MG (43,5%).
A diferença de pontos mantém a disputa aberta. O Athletico-PR soma 53 pontos, Cruzeiro e Fluminense têm 51, e o Atlético-MG aparece com 50. O Bahia está a um ponto da equipe mineira e a quatro do clube paranaense.
O cenário também poderá ser influenciado pela distribuição final de vagas brasileiras nas competições continentais, a depender dos campeões da Libertadores e da Copa do Brasil.
Na parte inferior da classificação, o Vitória aparece com 6% de risco de rebaixamento, conforme os cálculos divulgados nesta segunda-feira. O Rubro-Negro soma 36 pontos e enfrenta o Corinthians nesta segunda (19), às 20h, na Neo Química Arena, no encerramento da 31ª rodada.
O adversário paulista apresenta 38,9% de probabilidade de queda e figura entre os cinco clubes mais ameaçados. Uma vitória do Vitória levaria a equipe baiana aos 39 pontos e impediria um concorrente direto de pontuar.
Chapecoense e Remo lideram as projeções de rebaixamento, com 99,99% e 98,2%, respectivamente. O Grêmio aparece com 77,4%, enquanto o Internacional registra 58,4%. Vasco (10,7%) e Mirassol (7,4%) também seguem sob risco, embora apresentem percentuais inferiores aos dos clubes gaúchos.
As probabilidades são calculadas a partir do desempenho das equipes e das possibilidades de resultados nas rodadas restantes.
Com o fim da 28ª rodada, a reta final do Campeonato Brasileiro começa a desenhar o grupo de clubes com maiores possibilidades de disputar a Copa Libertadores de 2027. De acordo com os cálculos do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Flamengo e Palmeiras já apresentam probabilidades superiores a 99%, enquanto a disputa pelas demais vagas permanece mais equilibrada.
O Flamengo lidera as projeções com 99,995% de chance de classificação. Logo depois aparece o Palmeiras, com 99,85%. Os dois clubes são os únicos que ultrapassam a marca de 90% no levantamento.
Na sequência, o Athletico-PR aparece com 86,8%, ocupando a terceira posição entre os favoritos a garantir presença no torneio continental. O Fluminense tem 77,8% e fecha o grupo de quatro equipes com probabilidades superiores a 70%.
A disputa fica mais apertada a partir da quinta colocação da projeção. O Cruzeiro possui 57,5%, enquanto o Bahia aparece logo atrás, com 50,7%. Os dois são os últimos clubes que apresentam, neste momento, ao menos uma chance em duas de alcançar a Libertadores.
O Atlético-MG aparece em sétimo, com 11,2%, enquanto o Santos possui 7,3%. São Paulo e Red Bull Bragantino aparecem empatados com 2,6%, seguidos pelo Coritiba, com 2,3%.
A partir daí, todos os clubes apresentam probabilidades inferiores a 1%.
O Botafogo tem 0,71%, seguido pelo Vitória, com 0,17%. Vasco da Gama, com 0,14%, e Mirassol, com 0,12%, aparecem logo depois.
Corinthians, Grêmio e Internacional ainda possuem possibilidades matemáticas, mas com índices bastante reduzidos. Com maiores índices de rebaixamento, Chapecoense e Remo aparecem com 0% na projeção da UFMG.
VEJA AS CHANCES DE CLASSIFICAÇÃO PARA A LIBERTADORES:
Flamengo — 99,995%
Palmeiras — 99,85%
Athletico-PR — 86,8%
Fluminense — 77,8%
Cruzeiro — 57,5%
Bahia — 50,7%
Atlético-MG — 11,2%
Santos — 7,3%
São Paulo — 2,6%
Red Bull Bragantino — 2,6%
Coritiba — 2,3%
Botafogo — 0,71%
Vitória — 0,17%
Vasco da Gama — 0,14%
Mirassol — 0,12%
Corinthians — 0,059%
Grêmio — 0,004%
Internacional — 0,001%
Chapecoense — 0%
Remo — 0%
Os números são calculados pela UFMG a partir das possibilidades matemáticas para a sequência do Campeonato Brasileiro e são atualizados conforme os resultados das rodadas.
A 28ª rodada do Campeonato Brasileiro mexeu novamente com a parte de baixo da tabela e deixou a disputa contra o rebaixamento ainda mais acirrada entre alguns clubes. Com a pausa do Brasileirão para a Data Fifa, a projeção do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta novos cenários entre os times que ainda lutam pela permanência na Série A.
Na parte mais crítica, Chapecoense e Remo aparecem com probabilidades superiores a 90% de rebaixamento. O time catarinense tem 99,22%, enquanto o clube paraense chega a 94,6%.
A situação mais delicada entre os clubes tradicionais está com a dupla Gre-Nal. O Internacional aparece com 69,1% de risco de rebaixamento, enquanto o Grêmio tem 57,6%. Os dois clubes terminaram a 28ª rodada dentro da zona de rebaixamento. O Colorado perdeu por 1 a 0 para o São Paulo e permaneceu com 28 pontos. Já o Grêmio empatou sem gols com o Palmeiras e chegou aos 29 pontos.
O Vitória aparece na oitava posição entre os clubes com maior probabilidade de rebaixamento. O Rubro-Negro agora tem 13,1% de risco de queda, segundo a projeção. O Leão perdeu por 3 a 1 para o Cruzeiro, no Barradão, pela 28ª rodada, e encerrou o fim de semana com 33 pontos, na 13ª colocação.
Fora do Z-4, Corinthians, Vasco e Mirassol ainda apresentam percentuais relevantes na projeção. O Corinthians aparece com 21,4% de risco após perder por 3 a 1 para o Fluminense. O resultado foi a sexta derrota consecutiva do Timão no Brasileirão.
O Vasco tem 18,4%, enquanto o Mirassol aparece com 17,8%. Os dois clubes ganharam posições na luta contra a degola após os resultados da rodada.
SEIS CLUBES APARECEM COM RISCO ZERADO
Na outra ponta da projeção, seis equipes aparecem com 0,000% de probabilidade de rebaixamento: Palmeiras, Fluminense, Flamengo, Cruzeiro, Bahia e Athletico-PR.
Outros clubes também estão próximos de eliminar matematicamente qualquer ameaça, como Atlético-MG, que aparece com apenas 0,047%, Santos, com 0,35%, e Coritiba, com 0,80%.
CONFIRA ABAIXO A PROJEÇÃO DA UFMG:
- Chapecoense: 99,22%
- Remo: 94,6%
- Internacional: 69,1%
- Grêmio: 57,6%
- Corinthians: 21,4%
- Vasco da Gama: 18,4%
- Mirassol: 17,8%
- Vitória: 13,1%
- Botafogo: 4,1%
- Bragantino: 1,7%
- São Paulo: 1,6%
- Coritiba: 0,80%
- Santos: 0,35%
- Atlético-MG: 0,047%
- Palmeiras: 0,000%
- Fluminense: 0,000%
- Flamengo: 0,000%
- Cruzeiro: 0,000%
- Bahia: 0,000%
- Athletico-PR: 0,000%
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a de Minas Gerais (UFMG) se destacaram na quarta edição da Competição de Direito Concorrencial (WiCade). O concurso é organizado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com a rede Women in Antitrust (WIA).
A UFBA ficou em 1º lugar e a UFMG, em 3º. A disputa consiste em uma avaliação simulada de direito concorrencial com o objetivo de incentivar o estudo da área entre os estudantes universitários. Durante a disputa, os universitários atuam como advogados de partes envolvidas em um ato de concentração fictício.
O evento, realizado em outubro, contou com estudantes, profissionais de antitruste e representantes do Cade e da rede WIA, como o conselheiro Victor Fernandes; a professora Amanda Athayde, da Universidade de Brasília (UnB); e a secretária nacional de Direitos Digitais do MJSP, Lílian Cintra.
“A WiCade junta coisas essenciais para a formação de todo aluno de graduação: o antitruste, a interface com novas tecnologias e a diversidade. Mesmo quem ainda não teve a oportunidade de ter aula sobre a temática consegue, na WiCade, aprender o direito concorrencial nesse período da competição, por meio de uma excelente metodologia de aprendizado”, afirmou Athayde.
O filósofo, poeta, escritor e ambientalista Ailton Krenak tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL) nesta sexta-feira (05) no Petit Trianon, sede da instituição, na cidade do Rio de Janeiro. Ele é o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na ABL. Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Minas Gerais, Krenak ocupa a 5ª cadeira, cujo patrono é o romancista Bernardo Joaquim da Silva Guimarães.
Ailton Krenak foi eleito por 23 votos, superando a historiadora Mary Del Priore e o indígena Daniel Munduruku, que disputaram a vaga com a morte de José Murilo de Carvalho, em agosto de 2023. A cerimônia de posse contou com a presença de autoridades como a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, a presidente da Funai, Joênia Wapichana, e o representante do ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena.
"Espero que o Brasil inteiro, os outros brasileiros, possam entender que nós estamos virando uma página da relação da ABL com os povos originários. Eu já disse que venho para cá para trazer línguas nativas do Brasil para um ambiente que faz a expansão da lusofonia", afirmou Krenak, antes da posse, nesta sexta.
Krenak afirma que uma de suas intenções participando da academia como "imortal" é convidar a ABL para criar uma plataforma que tenha uma experiência parecida com a da Biblioteca Ailton Krenak, disponível para quem deseja ter acesso a centenas de imagens, textos, filmes e documentos. As informações são do G1.
“Poderíamos fazer isso com todas as línguas nativas. Teria tudo a ver com a Academia Brasileira de Letras incluir mais umas 170 línguas além do português. Se olhamos os acervos que já existem, o Museu do Índio tem um acervo muito antigo de registros de narrativas, algumas delas só na língua materna. Vamos traduzí-las com uma tradução simultânea e as pessoas vão poder ouvir. Podemos fazer isso junto com todas as etnias que estão envolvidas no resgaste linguístico. A UNESCO declarou essa década, a segunda década das línguas indígenas. Podemos chamá-la para dar um pouco mais de publicidade junto com a ABL, porque quando está na web, está no mundo, deixa de estar apenas no site. A ideia é priorizar a oralidade, e não o texto. O que ameaça essas línguas é a ausência de falantes”, ressaltou.
Ailton Krenak nasceu em 1953 em Minas Gerais, na região do vale do rio Doce. É ativista do movimento socioambiental e defensor dos direitos dos povos indígenas, participou da fundação da Aliança dos Povos da Floresta e da União das Nações Indígenas (UNI).
Algoritmos de inteligência artificial (IA) que interpretam exames de sangue de rotina desenvolvidos por uma pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) poderão ajudar na detecção precoce do câncer de mama.
Desenvolvida por Daniella Castro Araújo, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação da UFMG e outros estudiosos da instituição, a inovação foi patenteada pela Huna, healthtech (empresa que desenvolve soluções para questões de saúde com base em tecnologia de ponta) que usa a IA para a detecção precoce de doenças crônicas.
Daniella Castro, que é diretora de tecnologia da startup, valeu-se do conhecimento acumulado em estudos anteriores para desenvolver a solução. Na avaliação da pesquisadora, a ferramenta tem potencial para transformar a estratificação de risco de cânceres de uma abordagem populacional para personalizada.
"Aplicamos a inteligência artificial para interpretar exames de sangue rotineiros. A complexidade das interações entre nossos marcadores sanguíneos impede uma análise linear simples para doenças complexas, como o câncer de mama. Por isso, utilizamos IA para reconhecer padrões em grupos de pacientes com e sem câncer. Quase 80% das mulheres brasileiras não têm acesso à mamografia, exame crucial para o diagnóstico precoce do câncer de mama, responsável por taxa de cura de 99%. Com nossa solução, pretendemos priorizar mulheres mais expostas aos riscos, ajudando a otimizar a fila para a mamografia”, explica a pesquisadora.
No desenvolvimento do trabalho, foram analisados bancos de dados de instituições como o Hospital de Amor, em Barretos (SP), e o Grupo Fleury, rede de laboratórios com atuação em São Paulo, que reúnem resultados de exames como mamografias, exames de sangue e biópsias usadas para diagnosticar o câncer de mama.
Ao separar as mulheres em dois grupos – um com diagnóstico de câncer e outro sem –, os pesquisadores avaliaram exames de sangue realizados até seis meses antes do diagnóstico final.
"Nosso modelo, construído com base nesses dados, tem uma taxa de acerto de cerca de 70%, chegando a quase 90% quando inclui outros dados, como históricos clínicos e laudos de outros exames. Nossas soluções não implicariam custos adicionais ao SUS ou para operadoras e planos de saúde. O trabalho se baseia no melhor aproveitamento de exames já realizados rotineiramente", esclarece Daniella Castro.
Segundo a UFMG, a ferramenta agora será testada por algumas operadoras de saúde. “Nosso próximo passo é testar a ferramenta no ‘mundo real’, ou seja, com instituições de saúde parceiras, públicas ou privadas. Hoje, temos o Hospital de Amor como um grande parceiro, mas queremos expandir e ampliar o acesso dessa nova tecnologia aos usuários do SUS”, afirma a doutoranda.
De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. A doença é relativamente rara antes dos 35 anos e mais frequente especialmente após os 50 anos. Levantamentos indicam aumento da sua incidência tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. Há vários tipos de câncer de mama, que podem ou não evoluir rapidamente.
Um levantamento realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostra que a violência sexual tem elevada prevalência entre estudantes de 13 a 17 anos no Brasil. De acordo com os dados, divulgados na última terça-feira (14), 14,6% relataram já ter sofrido abuso sexual alguma vez na vida e 6,3% relataram já ter sofrido estupro.
A análise da UFMG utilizou informações da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), de 2019, realizada em escolas públicas e privadas do Brasil, com 159.245 adolescentes de 13 a 17 anos.
Como noticiou a CNN, nessa edição do levantamento, as questões sobre violência sexual foram reformuladas, com detalhamento das vivências de abuso e de estupro, e também foi acrescentada uma pergunta para que o adolescente identificasse o responsável pelas violências.
O estudo traz definições acerca do que é violência sexual. De forma ampla, o termo diz respeito a qualquer ação na qual uma pessoa obriga a outra a ter, presenciar ou participar de alguma maneira de interações sexuais, valendo-se de uma posição de poder ou fazendo uso de força física, coerção, intimidação ou influência psicológica.
Ela se distingue em dois tipos: o abuso sexual e o estupro. Estupro seria a situação em que “alguém ameaçou, intimidou ou obrigou a ter relações sexuais ou qualquer outro ato sexual contra a sua vontade”, enquanto o abuso sexual é definido como a situação em que “alguém o(a) tocou, manipulou, beijou ou expôs partes do corpo contra a sua vontade”.
Os pesquisadores da UFMG identificaram que as maiores prevalências de violência sexual ocorrem com adolescentes do sexo feminino, da faixa etária de 16 e 17 anos, informa o estudo. Além disso, a pesquisa conclui que as agressões são, em sua maior parte, de pessoas do núcleo familiar e das relações íntimas e de afeto da vítima.
Segundo a pesquisa, os agressores mais comuns, tanto para o abuso sexual quanto para o estupro, foram namorado, ex-namorado ou ficante. Além disso, entre os escolares que sofreram estupro, mais da metade relatou ter sido vítima dessa violência antes dos 13 anos de idade.
Após pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal suspendeu o resultado de um concurso para professor adjunto do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Conforme o órgão, o professor aprovado em primeiro no certame também foi responsável por elaborar a seleção.
De acordo com o MPF, o professor, entre fevereiro de 2018 e novembro de 2019, chefiou o departamento do ICB e participou diretamente da definição dos critérios da vaga, como a área de conhecimento, o perfil desejado do candidato e os quesitos para avaliação e atribuição de nota. As conclusões são apontadas em documentos assinados pelo próprio educador.
O edital do concurso foi publicado em agosto de 2019, três meses antes da dispensa do professor do cargo de chefe do departamento. "Dias depois [de deixar o posto], ele [professor] se inscreveu naquele mesmo concurso e, em dezembro de 2022, foi homologado o resultado atribuindo ao professor o primeiro lugar", informou o MPF.
Na decisão, o procurador da República Adailton Ramos do Nascimento, disse que a participação do professor no concurso que ele próprio formatou fere o dever de igualdade de condições exigível nas disputas por cargos públicos. Além disso, "viola outros princípios da administração pública, como moralidade, impessoalidade, legalidade e isonomia".
A decisão é em caráter liminar e cabe recurso. O processo segue em tramitação na Justiça Federal em Minas Gerais.
Um dos prédios que compõe o Museu de História Natural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, foi atingido por um incêndio por volta das 6h25 desta segunda-feira (15). Segundo informações do G1, obtidas pelos bombeiros, parte do acervo de fósseis foi atingida.
O fogo teria iniciado pelo telhado, que foi completamente destruído. Ainda não se sabe, porém, quais os itens específicos que foram comprometidos pelas chamas. Ao todo, o Museu de História Natural possui catalogado mais de 260 mil peças, entre elas, coleções científicas de plantas e reserva vegetal.
À frente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves disse não ter “dever algum” de investir dinheiro público para concluir a construção do Memorial da Anistia, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a declaração foi dada pela ministra em agosto, em resposta ao Ministério Público Federal (MPF), que questionou a descontinuidade das obras.
Na justificativa enviada ao órgão, o governo afirma que a construção de um Memorial da Anistia é “contraditória nos seus termos”, já que anistia “significa ‘esquecimento’”. “Um Memorial da Anistia seria algo como o Memorial do Esquecimento”, argumentou.
No dicionário Michaelis, anistia significa: “Perdão geral, esquecimento” e “Ato do poder público que declara impuníveis determinados delitos, em geral por motivos políticos e, ao mesmo tempo, suspende diligências persecutórias e anula condenações”.
Agora paralisada, a construção do memorial já custou R$ 26 milhões, cinco vezes mais do que o previsto inicialmente. Na última quinta-feira (15), 11 pessoas envolvidas na obra foram indiciadas pela Polícia Federal, sob suspeita de crimes de associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica, peculato, desvio, concussão e prevaricação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.