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O jornalista da TV Globo Caíque Verli, 33 anos, foi encontrado sem vida na casa onde vivia em Vitória, no Espírito Santo, na última quinta-feira (23). Repórter da TV Gazeta, o jovem, que era natural de Minas Gerais, foi encontrado por colegas de trabalho após se atrasar para o serviço no dia.
De acordo com o g1 Espírito Santo, os colegas de trabalho estranharam a ausência de Caíque na emissora e ligaram para se certificar de que não havia acontecido nada.
A situação passou a chamar a atenção após Caíque não atender as ligações da equipe, algo que ele tinha costume de fazer quando se atrasava. Uma equipe da TV Gazeta foi até o apartamento do jornalista e encontrou o repórter caído no chão.
Um equipe do Samu foi chamada. A Polícia Civil também foi ao local e constatou o óbito. A diligências indicam que a morte teria sido decorrente de questões de saúde.
Segundo a publicação, Caíque tinha histórico de crises convulsivas e, nos últimos meses, começou a fazer tratamento e tomar medicamentos para controlar os episódios.
Autoridades, órgãos públicos e colegas de profissão lamentaram a morte do repórter, entre eles, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, que destacou a sensibilidade e ética do jornalista.
"Cidadão e profissional de talento e compromisso com a comunicação e com a sociedade capixaba. Mineiro de nascimento e capixaba por escolha, Caíque construiu no Espírito Santo uma história pautada pela sensibilidade e ética no exercício do jornalismo. Informação clara à população e registro os acontecimentos que marcaram a vida do Estado", disse.
Os telespectadores de Alagoas passaram a contar com uma nova emissora retransmissora da TV Globo a partir da meia-noite deste sábado (27). Sem aviso prévio ao público, a Globo oficializou o fim da parceria com a TV Gazeta de Alagoas, dando início à afiliação com a TV Asa Branca. A mudança ocorreu após decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do Antagonista.
A TV Asa Branca, que estava no ar desde junho de 2024 com uma afiliação temporária ao canal Futura, interrompeu a programação educativa às 0h08 para exibir um comunicado sobre a nova fase. No texto, a emissora afirmou que passa a “escrever um dos capítulos mais importantes da história da televisão brasileira”. Em seguida, deu início à transmissão do "Jornal da Globo".
Contudo, a TV Gazeta, do conglomerado midiático do ex-presidente Fernando Collor de Mello, manteve a programação da Globo no ar, transmitindo as atrações de forma simultânea à nova afiliada. A Globo, por sua vez, declarou que a TV Asa Branca é sua única retransmissora autorizada no estado.
ENTENDA O CASO
O fim do contrato com a TV Gazeta segue decisão de Barroso, que na noite de sexta-feira (26) acatou pedido da Globo e suspendeu os efeitos de uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que obrigava a rede a manter o vínculo com a afiliada. Em sua decisão, o ministro destacou que a manutenção do vínculo com uma afiliada envolvida em crimes compromete a segurança jurídica no setor de radiodifusão. Barroso também ressaltou o impacto econômico da situação e afirmou que o contrato “não deve ser perpetuado por via judicial”.
A TV Gazeta é controlada por um grupo ligado a Collor, que cumpre prisão domiciliar por condenação por corrupção e lavagem de dinheiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu estou vendo o quadro eleitoral, não sei quantos candidatos vão ter ainda. Eu, como presidente da República, não vou para debate para ouvir bobagem. Não vou".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que não irá participar dos debates eleitorais se for "para ouvir bobagem". A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda.