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Um supertufão, tempestade tropical extremamente intensa, com ventos que podem ultrapassar 240 km/h, atingiu o Vietnã, país do sudeste asiático e deixou, pelo menos 226 mortos e 104 desaparecidos.
O balanço, divulgado por autoridades locais nesta quinta-feira, traz ainda que outras 752 ficaram feridas, naquela que já é considerada a tempestade mais poderosa do continente asiático neste ano.
Apesar de ter perdido a força nos últimos dias, as autoridades locais afirmaram que ainda há risco de novas inundações e deslizamentos de terra durante os próximos dias.
CRONOLOGIA DO TUFÃO
O tufão atingiu a costa nordeste do Vietnã no último sábado (7), em uma região conhecida por abrigar centenas de empresas de manufaturas nacionais e estrangeiras.
No domingo (8), o tufão foi rebaixado de categoria para depressão tropical. Em menos de dois dias deixou milhões de residências sem energia elétrica, inundou rodovias, interrompeu redes de telecomunicações, paralisou a atividade econômica em centro industriais e derrubou uma ponte de médio porte.
Segundo o G1, gerentes e trabalhadores de parques industriais e fábricas do país disseram que não tinham eletricidade e tentavam salvar equipamentos da chuva em fábricas cujas chapas metálicas do telhado foram levadas pelo vento.
Uma fábrica da empresa sul-coreana de tecnologia LG, localizada na cidade de Haiphong, à 120 quilômetros da capital do país, Hanoi, desabou. A empresa não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, mas o presidente da associação empresarial sul-coreana no Vietnã, Hong Sun, afirmou que houveram muitos danos às fábricas sul-coreanas na região costeira do Vietnã.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Não devem ter esse problema".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer uma piada envolvendo o aumento dos gastos dos brasileiros com cuidados de cachorros durante a reinauguração do parque fabril da montadora de veículos chinesa Caoa, em Anápolis (GO), nesta quinta-feira (26). Na ocasião, de frente a um representante da China, o petista afirmou que os “chineses não devem ter esse problema” com os gastos com pets.