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tsitsipas
Após mais de um mês afastado de torneios oficiais, desde a eliminação na terceira rodada de Wimbledon, João Fonseca voltou às quadras com vitória no circuito da ATP. Nesta quarta-feira (5), o brasileiro derrotou o grego Stefanos Tsitsipas por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7-3 no tie-break) e 7/5, em 1h50min de partida válida pela segunda rodada do Masters 1000 de Montreal, no Canadá.
Atual número 27 do ranking mundial e cabeça de chave 22 da competição, Fonseca garantiu vaga na terceira fase ao superar o ex-top 3 e atual 53º colocado do mundo. O próximo adversário será o vencedor do confronto entre o norueguês Casper Ruud e o argentino Juan Manuel Cerúndolo, que também se enfrentam nesta quarta-feira.
Após a partida, o brasileiro destacou a importância do resultado para a confiança na sequência da temporada. "O jogo de hoje me traz muita força e confiança para o mental. Ele jogou um pouquinho melhor do que eu no começo, mas eu consegui jogar bem nos pontos importantes e ser agressivo. Eu sabia que iria ser tenso, porque fazia um tempo que eu não jogava. Mas estou muito feliz com essa vitória, porque eu fui muito focado e consegui ir bem nos pontos importantes", afirmou, ainda em quadra.
Este foi o segundo triunfo de João Fonseca sobre Tsitsipas em dois confrontos disputados. O primeiro ocorreu em setembro do ano passado, pela Copa Davis, na Grécia, quando o brasileiro contribuiu para a classificação do Brasil às qualificatórias do torneio entre seleções.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.