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O jornalista William Bonner esperou décadas para conseguir receber as estatuetas do Troféu Imprensa, premiação realizada pelo SBT. Devido a proibição da Globo, o ex-âncora do Jornal Nacional nunca pôde estar no evento da concorrência.
No entanto, em 2026, após deixar o comando do principal telejornal da emissora, Bonner foi liberado pela Globo para comparecer ao evento e receber os 33 troféus conquistados por ele e pelo Jornal Nacional nas últimas décadas.
Ao receber todos os troféus, o jornalista deu o popular "boa noite" e agradeceu pelo carinho do público e do SBT.
"Eu tenho 62 anos, mas o Troféu Imprensa eu acompanho desde criança, acho que todo mundo aqui acompanhou, sabe da importância e da relevância que tem esse prêmio, que é um prêmio generoso, que premia talentos e profissionais de outras emissoras, sempre foi assim", comentou.
Bonner, que esteve a frente do Jornal Nacional por 29 anos, deixou a atração para se dedicar a uma nova função na emissora. "Um telejornal como esse é feito por centenas de profissionais em cada canto do país e também fora dele. Então, é para todos eles que esse prêmio tem que ir", disse.
O jornalista estreou em fevereiro no Globo Repórter ao lado de Sandra Annenberg. A chegada de Bonner ao programa marca uma nova fase da atração, que se apresenta ao público ainda mais leve e intimista, levando o jornalista para fora do estúdio com reportagens especiais.
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Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.