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Artigos

Fatima Suarez
A dança como território de liberdade e transformação social
Foto: Ives Padilha/ Divulgação

A dança como território de liberdade e transformação social

Muitas vezes a dança é vista apenas como expressão artística, mas a verdade é que ela é, antes de tudo, um poderoso instrumento de transformação social.  O corpo que dança é um corpo que conquista sua própria voz. O movimento fortalece a disciplina, desenvolve a autoconfiança, cuida da saúde mental, promove a inclusão e resgata a cidadania em comunidades vulneráveis. 

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

trajetoria

Elcimar Badu celebra 40 anos de carreira e consolida alta-costura baiana no cenário nacional
Foto: Divulgação

O estilista baiano Elcimar Badu comemora, neste ano, 40 anos de carreira com uma trajetória marcada pelo trabalho artesanal, pela criação de peças sob medida e pela presença em momentos importantes da moda e da sociedade baiana. Natural de Remanso, no sertão da Bahia, ele teve os primeiros contatos com a costura ainda na infância, inspirado pela mãe. 

 

O que começou dentro de casa se transformou em profissão e, ao longo dos anos, levou seu nome para além do estado. Hoje, o costureiro é reconhecido pela produção de vestidos de noiva, peças de festa e alfaiataria sob medida.

 

 

Para marcar as quatro décadas de carreira, Badu criou a coleção Alma, apresentada em parceria com a Fundação Instituto Feminino da Bahia. A coleção parte de memórias familiares e homenageia mulheres importantes em sua trajetória, transformando lembranças e referências afetivas em peças de alta-costura.

 

A celebração dos 40 anos também ganhou projeção internacional em abril deste ano, quando Badu foi convidado para acompanhar a Barcelona Bridal Fashion Week. Na ocasião, o costureiro esteve na primeira fila de desfiles de grifes como Jimmy Choo e Isabel Sanchis, em um momento de destaque para sua trajetória.

 

No Brasil, seu trabalho também ganhou repercussão recentemente após vestir Victor Alexandre, filho de Carla Perez, e sua noiva, Jarline Batista, para um ensaio pré-wedding. As peças foram destaque em veículos como Vogue Brasil, Caras e Hugo Gloss, ampliando a visibilidade do trabalho desenvolvido pelo costureiro em Salvador.

 

Ao longo da carreira, Badu vestiu artistas e personalidades como Carla Perez, Ivete Sangalo, Lore Improta, Jéssica Senra, Alex Lopes e Victor Hugo, entre outros. Suas criações também chegaram a clientes nos Estados Unidos, na Itália, na Finlândia e em Dubai, levando a moda autoral baiana para outros mercados.

 

 

O trabalho do costureiro mantém como principais características a produção artesanal, os bordados feitos à mão e a modelagem desenvolvida de acordo com cada cliente. Nos últimos anos, ele também ampliou sua atuação para a alfaiataria masculina e passou a desenvolver coleções autorais.

 

A celebração das quatro décadas também coincide com uma nova fase do ateliê do costureiro em Salvador, que foi reinaugurado com uma proposta voltada ao luxo sob medida. Ao longo da carreira, Badu recebeu reconhecimentos como Personalidade do Ano e Melhor Estilista do Ano.

 

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Marquinhos e Ezequiel enfatizam evolução do Vitória nos últimos anos: “Mudou muita coisa e não foi só futebol”
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Os convidados do podcast BN na Bola desta terça-feira (17) foram Marquinhos e Ezequiel, jogadores da base do Vitória. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, os atletas da fábrica de talentos enfatizaram a evolução do Esporte Clube Vitória enquanto time e instituição nos últimos anos. O ponta-esquerda, Marquinhos, afirmou que o crescimento não ficou apenas dentro das quatro linhas, como também nos bastidores e no ambiente estrutural da agremiação.

 

“Desde que eu cheguei, mudou muita coisa. Alojamento, estrutura, muita coisa mesmo. Não foi só futebol, tem todo um processo por trás. Nessa retomada dos últimos anos, um jogo que me marcou muito, além dos Ba-Vis da final do Baianão em 2024, foi a partida contra o Paysandu (na Série C, em 2022). Ali foi a virada de chave”, comentou o atacante Marquinhos.

 

Ezequiel lembrou que ele e Marquinhos acompanharam toda a trajetória de reconstrução do Vitória nos últimos anos, desde a confirmação do rebaixamento para a Terceira Divisão do Brasileirão em 2021 até o retorno para a elite do futebol brasileiro, com o título nacional inédito, em 2023.

 

“Nós acompanhamos tudo, desde que caiu para a Série C (em 2021), até o acesso para a Série A (em 2023). Foi uma mudança extraordinária. A gente viu um clube que estava desacreditado voltando para a elite, lugar de onde nunca deveria ter saído. Foi o famoso 2%”, declarou o goleiro Ezequiel.

 



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Ezequiel e Marquinhos, jogadores da base do Vitória, contam suas trajetórias até chegar no Leão
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Os convidados do podcast BN na Bola desta terça-feira (17) foram Marquinhos e Ezequiel, jogadores da base do Vitória. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o goleiro Ezequiel contou a sua trajetória até chegar à fábrica de talentos em 2021.

 

“Na minha cidade, Itambé, aqui na Bahia, tinha uma escolinha de futebol chamada ‘Chapecoense’. Nessa escolinha eu comecei como zagueiro, mas é aquela história famosa de goleiro: precisou de um para pegar no gol e eu fui. Eu acabei agarrando bem, então continuei treinando no gol. Lá em 2018, tive um treinador que viu potencial em mim e me levou para Minas Gerais. Com 13 anos de idade, eu fui para Betim e fiz minha primeira peneira. Passei pouco tempo lá, porque, logo depois, o presidente do clube faleceu, o clube se desfez e eu voltei para cá. Eu fiquei parado no tempo da pandemia, mas quando as coisas voltaram, eu comecei a treinar novamente e fui chamado para uma peneira no Vitória em 2021. Eu passei na peneira e estou aqui até hoje, graças a Deus”, detalhou o arqueiro.

 

Por outro lado, Marquinhos tem uma história semelhante, mas com suas particularidades. Depois de jogar no time de um amigo do tio, o jogador impressionou olheiros do Leão, foi chamado para fazer teste no Rubro-Negro e foi admitido no elenco da base em feveireiro de 2022.

 

“Assim como ele (Ezequiel), eu comecei na escolinha do meu bairro, e eu acredito que muitos começaram assim também né? Um amigo de um tio meu me chamou para jogar uma competição pelo time dele e lá tinham vários olheiros. Naquela época, Edivaldo (ex-funcionário do Vitória) me chamou para fazer um teste no Vitória, depois fui aprovado em fevereiro de 2022 e estou aqui até hoje”, declarou o atleta.

 

 

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Lutador baiano do UFC, Jailton Malhadinho relembra início no MMA: “Na verdade, meu sonho era jogar futebol”
Foto: Igor Barreto / Bahia Notícias

O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (20) foi Jailton “Malhadinho” Almeida, lutador do UFC. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, o atleta baiano relembrou seu início no MMA, onde existia o conflito entre o sonho de ser jogador de futebol e o talento para o mundo das artes marciais.

 

“Estou muito feliz pelo momento que estou vivendo. Eu comecei com o meu pai, ele me fez pugilista, e ele queria porque queria que eu fosse lutador, sendo que o meu sonho mesmo era de ser jogador de futebol, mas eu acabei seguindo o caminho da luta. Eu conheci o jiu-jitsu através do meu pai e eu fiz minha estreia no MMA com 20 anos, foi em 2012. De lá pra cá, eu gostei e segui lutando no MMA, no jiu-jitsu, ainda segui jogando futebol em campeonatos de bairro. Apesar de ser o que eu mais gostava de praticar, eu acabei largando o futebol, porque eu queria seguir mesmo a minha carreira como lutador profissional, e graças a Deus, estou levando o nome da Bahia para o mundo”, declarou Malhadinho.

 

Jailton Almeida também revelou o que fez ele tomar a decisão de deixar o futebol e seguir no MMA. O atleta contou que mesmo treinando durante os dias úteis, ele disputava campeonatos do futebol amador nos finais de semana, como uma ‘válvula de escape’. Malhadinho disse que Dandara, sua esposa, pediu para ele fazer uma escolha entre os esportes.

 

“Tomei essa decisão quando a minha esposa, Dandara, me deu duas opções. Eu sempre treinava (artes marciais) a semana toda, e quando chegava o final de semana, ia para ‘a válvula de escape’, que era disputar campeonatos de bairro no futebol. Tinham finais de semana em que eu disputava dois campeonatos, um no sábado e outro no domingo, ou os dois no domingo. Era fome de jogar bola mesmo. Aí Dandara chegou e falou comigo: ‘Ou você para ou você decide o que você quer. Se quer ser jogador de futebol para jogar campeonatos de bairro ou você segue o esporte que você quer’. Eu comecei como goleiro e depois virei zagueiro. Foi através dela que eu decidi parar e seguir minha carreira profissional, lá em 2014, quando decidi largar o futebol mesmo”, explicou o lutador.

 

 

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Aos 78 anos, Milton Nascimento anuncia filme sobre sua trajetória
Foto: Divulgação

O cantor e compositor mineiro Milton Nascimento anunciou, na noite deste domingo (11), que fechou contrato com uma produtora para que sua história seja contada em filme. 

 

"Na última semana, meu filho e empresário, Augusto Nascimento, assinou com Fabiano Gullane o contrato de um filme sobre a minha trajetória. Logo traremos mais notícias sobre esse longa para vocês! Quem aí gostou da novidade?", escreveu o artista, em sua conta no Instagram.

 

Assim como o nome do longa-metragem, a data de estreia ainda não foi divulgada. 

Nêssa lança projeto 'Bota no Repeat' com o single 'Atrevida'
Foto: Divulgação

A cantora Nêssa lançou uma nova fase da sua carreira, o projeto "Bora no Repeat". Para dar início ao momento, ela lançou o primeiro single, "Atrevida", em parceria com o músico baiano O Poeta, um dos principais nomes do pagodão baiano.

 

"Trago neste projeto muitas influências da música periférica mundial, principalmente do pagodão que faz parte da minha vivência", conta a artista. Além de "Atrevida" outros quatro lançamentos estão previstos para serem lançados até abril. 

 

O nome do projeto, segundo Nêssa, surgiu a partir da fama de que suas músicas ficam na cabeça. "Meu público sempre brinca que é impossível ouvir minhas músicas uma vez só. E este projeto traz exatamente isso ", promete a cantora.

 

"Bota no Repeat" tem a influência de referências da cena pop internacional presentes ao longo da trajetória de Nêssa, que começou em 2018 com o lançamento de três singles autorais: "Só vem", "Hard" e "Não ando só".

 

Confira o clipe de "Atrevida":

Banda Mulheres em Domínio Público conta trajetória em documentário
Foto: Ana Lee

Ao encontrar três mulheres - a ex-lavadeira do Salobrinho, Valderez Teixeira, e as marisqueiras da Vila Juerana, Dona Dená e dona Maria - integrantes da banda Mulheres em Domínio Público, de Ilhéus, sul da Bahia, acessaram suas memórias dos cantos de trabalho que embalavam seus afazeres. Esses encontros, as cantigas e os bastidores da criação das releituras musicais que deram origem ao projeto musical "Sindô lê lê", são contados no documentário “Os cantos que poetizam a vida”, premiado pelo Calendário das Artes - 2020, edital da Fundação Cultural do Estado da Bahia. O lançamento será nesta quarta-feira (28), no canal do grupo no YouTube. 

 

A pesquisa que deu origem à banda teve início em 2011, dadas as reflexões sobre protagonismo feminino na cena cultural já pulsantes naquela época. O ineditismo da proposta se deve ao destaque às releituras do cancioneiro local, o que buscou dar visibilidade à memória de mulheres que têm em seu ofício a relação com a natureza, além de reconhecer as suas contribuições como agentes formadores da região.  

 

A partir dos encontros, o grupo criou releituras de 16 cantigas com base na memória dessas três personagens presentes no documentário. São cantos de trabalho, cantos de abater, excelências e sambas de roda que poetizam os dias e animam a lida diária dessas mulheres. Assim, nasceu “Sindô lê lê”, espetáculo musical da banda Mulheres em Domínio Públicos, capitaneada por quatro cantoras e quatro músicos da região, unidos por interesse de pesquisa musical desta natureza. 

 

O documentário, com duração de 16 minutos, conta os bastidores da pesquisa, dos shows de estreia, a formatação do espetáculo e as equipes envolvidas, a gravação do EP e a repercussão desse trabalho que extrapola a criação musical, buscando contribuir com a memória desses cantos de trabalho que embalavam trabalhadoras e trabalhadores no sul da Bahia, e que sobrevivem no imaginário de gerações. O vídeo também está disponível no canal do YouTube da Funceb.

Beatles 4ever relembra trajetória do quarteto de Liverpool com show em Salvador
Foto: Divulgação

De volta à capital baiana, o grupo Beatles 4ever apresenta um espetáculo musical que conta em detalhes a trajetória dos Beatles, quarteto formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em Liverpool, na Inglaterra. O show será no dia 15 de novembro, às 21h, no Teatro Sesc Casa do Comércio.

 

Já à venda na bilheteria do teatro e no portal Ingresso Rápido, as entradas custam R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).

 

A apresentação começa com a fase Beatlemania, marcada pelos cortes de cabelo e ternos pretos usados pela banda original. Com músicas dançantes, o trecho possui hits como "She Loves You", "Twist and Shout" e "A Hard Day's Night".

 

Em seguida, vem a fase Psicodélica, que chegou ao auge com o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band e com o desenho Yellow Submarine. Neste momento, o palco será tomado por cores, com o uso das fardas, e canções divertidas como "Lucy in the Sky with Diamonds" e "Hello Goodbye".

 

Na sequência, o amadurecimento musical da banda é marcado pelo lançamento do álbum, filme e single "Help". A representação no show é feita com faixas como "Yesterday", música mais regravada de todos os tempos.

 

Até que por fim, o show é concluído com uma seleção de faixas lançadas perto da separação dos Beatles, quando eles já começavam a expressar seus estilos individuais. "Something" e "Let it Be" são alguns dos hits desse momento.

 

A banda cover também se apresenta com roupas e adereços replicados dos modelos originais. Além disso, o uso de instrumentos e amplificadores originais da época tornam a sonoridade do espetáculo a mais próxima possível das gravações dos Beatles na década de 60.

 

SERVIÇO

O QUÊ: Beatles 4ever

QUANDO: 15 de novembro, às 21h

ONDE: Teatro Sesc Casa do Comércio

QUANTO: R$ 100 (inteira) / R$ 50 (meia-entrada)

Documentário mostra trajetória de Taylor Swift até 'Reputation'
Foto: Divulgação

Atualmente em viagens com a turnê de "Reputation", Taylor Swift lançou um documentário que mostra sua trajetória até a produção do álbum. O vídeo disponibilizado pela cantora apresenta diversos momentos da carreira dela em mais de 20 minutos.

 

Com narração da própria Taylor, os registros vão desde quando ela era criança, passando pelo primeiro álbum, Speak Now (2010), pela transformação em uma cantora e compositora da música pop americana e sua consolidação como artista bem sucedida no gênero. Assista aqui:

Robertinho do Recife faz show ‘Trajetória’ no Café-Teatro Rubi
Foto: Divulgação

O guitarrista Robertinho do Recife apresenta, nos dias 31 de março e 1º de abril, às 20h30, no Café-Teatro Rubi, no Sheraton da Bahia, o show “Trajetórias”. Na apresentação intimista, o artista promete “desnudar histórias, canções e segredos da indústria musical brasileira”, dos seus mais de 40 anos de carreira. No palco, o músico vai relembrar desde as bandas que tocou nos Estados Unidos nos anos de 1960 e 70, passando por sucessos que marcaram sua trajetória, como “Babydoll de Nylon”, “Seja o meu Céu”, “O Elefante” e “Metalmania”, até canções do Yahoo e de artistas com quem ele tocou, compôs e produziu.
Dentre os artistas brasileiros com quem trabalhou, estão Rosemary, Jerry Adriani, Jane Duboc, Cauby Peixoto, The Fevers, Hermeto Pascoal, Yahoo, Xuxa, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Raimundo Fagner, Sivuca, Elba Ramalho, Amelinha, Lenine, Luis Melodia, Dominguinhos, Zeca Baleiro, Luís Caldas, Frank Solari, Moraes Moreira, Orlando Morais, Lulu Santos, Martinho da Vila, Marisa Monte, Gal Costa, Tânia Alves, Pepeu Gomes, Wagner Tiso, José Augusto, Agnaldo Timóteo, Elymar Santos e Rosanna. Já no exterior, Robertinho do Recife, tocou com Bonnie Raitt, Arto Lindsay, Taj Mahal, Gilles Martin, Dr. John, George Martin, Stanley Clarke, Peter Tosh, Andy Summers, Stewart Copeland, Steve Cropper, Miami Sound Machine, Phil Collen (Def Leppard), John Lee Hooker, Simon Kirke (Free), além de ser convidado para ser o guitarrista da banda Chicago e dividir o palco com bandas como Deep Purple, Quiet Riot, Manowar, Judas Priest e Accept.

 

SERVIÇO
O QUÊ: Robertinho do Recife – Show Trajetória
QUANDO: Sexta-feira e sábado, 31 de março e 1º de abril, às 20h30
ONDE: Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel
VALOR: Couvert artístico de R$ 80

‘As batidas da minha terra natal estão sempre em qualquer trabalho que faço’, diz Lan Lanh
Foto: Divulgação
Após estrear em março no Rio de Janeiro - cidade onde reside desde o final dos anos 80 -, a percussionista baiana Lan Lanh volta a Salvador para realizar o show comemorativo dos seus 30 anos de carreira. A artista apresenta o “Batuque da Lan Lanh” nesta sexta-feira (6) e sábado (7), às 20h30, no Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel. Durante a apresentação, de aproximadamente 1h20, Lan Lanh contará ao público sobre o início da sua carreira, computada a partir de sua primeira banda, montada em 1989, na Bahia, junto com outro conterrâneo, Márcio Mello. “A gente abriu um show de Luiz Caldas, começou a fazer sucesso nas casas noturnas de Salvador e ele trouxe a gente pro Rio para apresentar a gravadora dele na época, que era a Polygram. E ai a gente acabou gravando, assinamos o contrato no Rio de Janeiro e fui me radicando aqui. Hoje eu estou com 47 anos e eu computo os 30 anos de carreira a partir do meu primeiro trabalho profissional, que foi com o Rabo de Saia, minha primeira banda”, lembra.

No show, que tem também um aspecto teatral, o público irá conferir uma retrospectiva da carreira da artista, através de suas influências. Um dos destaques no repertório é o frevo “Tatiane”, de Osmar Macedo, que foi uma grande referência para Lan Lanh. “Quando eu era bem jovem, começando na música, eu fui conhecer o seu Osmar. Ele recebia os jovens músicos na casa dele, na Ribeira, e tocava pra gente ouvir”, lembra a artista, que na ocasião aproximou-se também de Armandinho Macêdo, com quem tocou por muito tempo. “E ai eu vou pincelando algumas músicas de alguns compositores e algumas histórias que fizeram parte desses 30 anos, além das minhas músicas autorais do último disco que lancei, que é o disco “Mi””, explica a percussionista, lembrando que o set-list tem muito do afro-jazz e do afro-samba, como a canção “O Canto de Xangô”, de Baden Powell e Vinícius de Moraes. “Toco também um compositor que me inspirou muito na música, que é o Moacir Santos, um grande maestro que mexeu muito com essa coisa de orquestra e percussão afro, que também é a minha base. Minha base na percussão foi muito focada nas coisas da Bahia, principalmente na minha grande mestra, que foi a Mônica Millet. Na época que montei a Rabo de Saia eu era baterista e ela tocava percussão e veio dai o meu interesse pela percussão, porque na verdade comecei minha carreira como baterista”, revela a artista.
 

Lan Lanh ao lado de Armandinho Macêdo | Foto: Arquivo 
 
Profissionalmente, Lan Lanh iniciou com a bateria, mas seu primeiro instrumento foi o violão, que até hoje serve como base para suas composições. “Eu toco tudo, eu toco a porra toda”, brinca a artista. “Percussão, bateria, violão, toco ukulele também, mas o show é muito focado na minha percussão e nos arranjos de corda dos dois meninos que tocam comigo, João Felippe Brasil e Guto Menezes. Então eles ficam com as harmonias e as melodias, enquanto eu fico solta no couro comendo”, explica a instrumentista, destacando o papel da Bahia no seu trabalho. “A minha base na música é a percussão, as batidas da minha terra natal estão sempre em qualquer trabalho que eu faço. Seja no meu trabalho, ou seja pelo mundo. Por exemplo, eu fiz uma turnê com a Cyndi Lauper há dois anos onde eu levei todas as levadas da Bahia e os afros para a música dela. Foi uma grande mistura, e ela queria justamente isso, uma percussão afro-brasileira, dentro do trabalho dela, que foi minha função”, lembra Lan Lanh.
 

A artista iniciou a carreira como baterista, mas hoje sua base musical é a percussão | Foto: Arquivo
 
A artista ressalta ainda a importância de celebrar seus 30 anos de trajetória com um show em em Salvador. “É uma alegria pra mim estar tocando ai, perto da minha família, da minha terra, das minhas origens. Poder convidar as pessoas que fizeram parte dessa história, que eu dou uma resumida nesse show”, diz a artista, lembrando que contou com um “auxilio luxuoso” da amiga e parceira Nanda Costa na direção, para formatar três décadas de carreira em 1h20 de show. “Eu devo também muito a esse auxilio da direção da Nanda, que pôde, com a sensibilidade artística que ela tem, olhar de fora todo o meu trabalho, as minhas influências, e me ajudar a costurar esse repertório”, afirma a percussionista, que já trabalhou com grandes nomes da música, a exemplo de Elba Ramalho, Tim Maia, Titãs, Marisa Monte e Cássia Eller, e há 10 anos integra a Banda Moinho, ao lado da conterrânea Emanuelle Araújo.
 

Lan Lanh acompanhou a cantora Cyndi Lauper em turnê mundial | Foto: Arquivo
 
Depois de passar por Salvador, Lan Lanh levará o show para São Paulo, com o objetivo de estender a turnê “pra todo canto” e encontrar “um porto seguro” para gravar o seu primeiro DVD ao vivo em carreira solo. “O ‘Batuque da Lan Lanh’ eu vejo ele mais como um show meio hibrido, um pouco teatral, então é uma oportunidade boa de fazer um DVD. Quem sabe eu não consigo fazer essa gravação ai na Bahia? Seria bom”, diz a artista, que volta e meia retorna à terra natal para “recarregar as baterias” e visitar a família, residente em Salvador.


Serviço
O QUÊ: Lan Lanh – Batuque da Lan Lanh
QUANDO: Sexta-feira e sábado, 6 e 7 de maio, às 20h30
ONDE: Café-Teatro Rubi – Sheraton da Bahia Hotel
QUANTO: R$ 80

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Fico me perguntando onde o povo tá ganhando voto no shopping, ou em corrida de rua. Porque ir pro interior atravessando os buracos da BR ou pegando fila no ferry ninguém quer. Aí depois é culpa do mundo. Mas pior mesmo é Tente Outra Vez, que gasta sola de sapato e ainda leva bola nas costas da própria equipe. Enquanto isso, AlôPrates busca convites pra caruru. Alguém se habilita? Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ricardo Alban

Ricardo Alban
Foto: Gabriel Pinheiro / CNI

"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro". 


Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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