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torcida do corinthians
Em julgamento realizado nesta quarta-feira (14), no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD), o Corinthians foi punido com um mando de campo com portões fechados em razão dos cantos homofóbicos praticados por sua torcida no clássico contra o São Paulo, no dia 14 de maio, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A punição se encaixa pelo artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata sobre "praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência".
Na 16ª posição do Brasileirão, apenas um ponto à frente do Goiás, que abre a zona de rebaixamento, o Corinthians faz dois jogos seguidos fora de casa: primeiro, na Vila Belmiro, dia 21, contra o Santos, pela 11ª rodada da competição, depois contra o Athletico-PR, na Arena da Baixada. Sendo assim, o Timão pode pagar a sua punição, na rodada 13, quando recebe o RB Bragantino, na Neo Química Arena, mas a decisão do STJD ainda cabe recurso do time paulista.
Relembre o caso
Em jogo válido pela 6ª rodada do Brasileirão, Corinthians e São Paulo se enfrentaram com torcida única do clube alvinegro, na Neo Química Arena.
Aos 17 minutos do 2º tempo, o árbitro Bruno Arleu de Araújo paralisou a partida após gritos de ""Vamos, vamos Corinthians, dessas bichas teremos que ganhar" entoados pela torcida corinthiana. Durante o jogo, os telões da arena exibiram mensagem alertando os torcedores, que, ainda assim, continuaram cantando de forma mais alta. O jogo recomeçou três minutos depois.
A partida terminou empatada por 1 a 1 com gols de Michel Araújo, para o São Paulo, e Roger Guedes, para o Corinthians.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.