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torcedores do palmeiras
A Polícia Civil de São Paulo, junto ao Ministério Público, pediu a prisão temporária de seis torcedores do Palmeiras, na última terça-feira (29), suspeitos de envolvimento na emboscada que resultou na morte de um torcedor do Cruzeiro no último final de semana. O crime ocorreu em Mairiporã, interior de São Paulo, e vitimou José Victor Miranda, de 30 anos. Entre presos, estão o presidente da Mancha Verde, torcida organizada do Alviverde, além de outros cinco torcedores do time paulista.
Além de José Victor, outras 17 pessoas ficaram feridas no ataque, ocorrido por volta das 5h do domingo (27) na altura do km 65 da BR-381, a Fernão Dias. Os cruzeirenses voltavam de Curitiba, após a derrota para o Athletico Paranaense, quando foram emboscados. José Victor foi velado e homenageado por amigos e familiares em Sete Lagoas, na terça-feira (29).
As imagens da confusão, que envolveu mais de 100 torcedores, foram amplamente divulgadas nas redes sociais. Vídeos mostram torcedores do Palmeiras, com os rostos cobertos e portando barras de ferro, agredindo brutalmente os cruzeirenses, muitos deles já desacordados ou implorando por socorro. Veja abaixo:
Isso só mostra que torcida única não é a solução pra nada, o problema vai além do estádio.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) February 3, 2024
Segundo a (@itatiaia) integrantes de uma torcida organizada do Cruzeiro tentaram realizar uma emboscada contra um ônibus de uma organizada do Atlético-MG. pic.twitter.com/ALR6njXUMu
Em comunicado oficial, emitido pela Federação Paulista de Futebol, A Mancha Verde, foi proibida de frequentar jogos de futebol. Confira abaixo:

Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.