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torcedor chileno
A Polícia Militar prendeu um torcedor chileno na noite desta quarta-feira (25), durante o duelo entre Bahia x O'Higgins, pela fase preliminar da Libertadores. O homem, que estava na área reservada à torcida visitante, é acusado de praticar crime de racismo após ser identificado por sistemas de segurança do estádio. As informações são do Alô Juca.
O flagrante ocorreu por meio das câmeras de monitoramento da Fonte Nova. As imagens registraram o indivíduo realizando gestos que simulavam um macaco em direção ao público local. Diante da identificação da conduta, a equipe de segurança privada do estádio acionou o efetivo policial presente para realizar a abordagem e a contenção do suspeito.
Após ser retirado das arquibancadas, o homem foi mantido sob custódia em uma sala reservada dentro da própria Arena Fonte Nova. Na sequência, viaturas da Polícia Militar conduziram o detido para a Central de Flagrantes, situada no bairro dos Barris, onde a autoridade policial formalizou o registro da ocorrência.
Como parte do rito processual, o suspeito prestou depoimento inicial aos investigadores e foi encaminhado para a realização do exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal. O procedimento é padrão em casos de prisão em flagrante antes do encaminhamento do custodiado ao sistema prisional ou à audiência de custódia.
Ao ser questionado sobre a motivação dos gestos, o torcedor chileno limitou-se a declarar que não é racista. Quando interpelado diretamente sobre a execução dos movimentos captados pelas câmeras, o homem optou pelo silêncio. A defesa técnica do estrangeiro não emitiu notas oficiais até o fechamento desta reportagem.
O inquérito agora segue sob a responsabilidade das autoridades competentes. No Brasil, a Lei de Racismo estabelece punições para condutas de discriminação ou preconceito, com previsões de reclusão. O material captado pelo circuito interno de TV da arena será utilizado como prova no processo judicial para determinar a responsabilização do envolvido.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.