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torcedor chileno
A Polícia Militar prendeu um torcedor chileno na noite desta quarta-feira (25), durante o duelo entre Bahia x O'Higgins, pela fase preliminar da Libertadores. O homem, que estava na área reservada à torcida visitante, é acusado de praticar crime de racismo após ser identificado por sistemas de segurança do estádio. As informações são do Alô Juca.
O flagrante ocorreu por meio das câmeras de monitoramento da Fonte Nova. As imagens registraram o indivíduo realizando gestos que simulavam um macaco em direção ao público local. Diante da identificação da conduta, a equipe de segurança privada do estádio acionou o efetivo policial presente para realizar a abordagem e a contenção do suspeito.
Após ser retirado das arquibancadas, o homem foi mantido sob custódia em uma sala reservada dentro da própria Arena Fonte Nova. Na sequência, viaturas da Polícia Militar conduziram o detido para a Central de Flagrantes, situada no bairro dos Barris, onde a autoridade policial formalizou o registro da ocorrência.
Como parte do rito processual, o suspeito prestou depoimento inicial aos investigadores e foi encaminhado para a realização do exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal. O procedimento é padrão em casos de prisão em flagrante antes do encaminhamento do custodiado ao sistema prisional ou à audiência de custódia.
Ao ser questionado sobre a motivação dos gestos, o torcedor chileno limitou-se a declarar que não é racista. Quando interpelado diretamente sobre a execução dos movimentos captados pelas câmeras, o homem optou pelo silêncio. A defesa técnica do estrangeiro não emitiu notas oficiais até o fechamento desta reportagem.
O inquérito agora segue sob a responsabilidade das autoridades competentes. No Brasil, a Lei de Racismo estabelece punições para condutas de discriminação ou preconceito, com previsões de reclusão. O material captado pelo circuito interno de TV da arena será utilizado como prova no processo judicial para determinar a responsabilização do envolvido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.