Artigos
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Multimídia
Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
tigst assefa
A Maratona de Londres, realizada neste domingo (26), registrou marcas históricas e passou a ser considerada a prova mais rápida já disputada na modalidade. Pela primeira vez, dois atletas completaram o percurso masculino abaixo da barreira de duas horas. No feminino, houve quebra de recorde mundial.
Na prova masculina, o queniano Sabastian Sawe cruzou a linha de chegada em 1h59min30, garantindo a vitória e estabelecendo um novo marco. O etíope Yomif Kejelcha ficou em segundo lugar, com o tempo de 1h59min41. O pódio foi completado pelo ugandense Jacob Kiplimo, que finalizou a prova em 2h00min35.
Até então, a melhor marca da história das maratonas era de 2h00min35, registrada por Kelvin Kiptum em 2023, durante a Maratona de Chicago.
Entre as mulheres, a etíope Tigst Assefa confirmou o favoritismo e venceu com o tempo de 2h15min41, superando o próprio recorde mundial anterior em 10 segundos. Os novos tempos ainda dependem de homologação oficial da World Athletics para serem reconhecidos como recordes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.