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tiago splitter
Uma das franquias mais tradicionais da NBA será comandada por um brasileiro. O ex-pivô Tiago Splitter será o novo técnico do Chicago Bulls. A informação foi divulgada inicialmente pela ESPN. Splitter chega ao Bulls após passagem pelo Portland Trail Blazers, equipe que comandou de forma interina na última temporada.
Sob o comando do brasileiro, a franquia terminou a fase regular com campanha de 42 vitórias e 40 derrotas e conquistou uma vaga nos playoffs. Além da classificação, Portland apresentou uma das dez melhores defesas da liga nos últimos 51 jogos da temporada, ponto que pesou positivamente na avaliação do mercado sobre o trabalho de Splitter. O brasileiro ficou livre no mercado após não chegar a um acordo de renovação com os Blazers. Segundo as informações, divergências com o novo dono da franquia, que buscava reduzir custos, impediram a continuidade do treinador em Portland.
No processo de busca por um novo comandante, o Chicago Bulls avaliou dezenas de candidatos antes de afunilar a lista. A escolha por Splitter levou em consideração a capacidade de desenvolvimento de atletas, o alinhamento com a direção da franquia, a liderança no vestiário e a trajetória construída desde o início da carreira como treinador, em 2018.
Antes de iniciar a carreira fora das quadras, Tiago Splitter atuou por sete temporadas na NBA. O brasileiro foi selecionado pelo San Antonio Spurs na 28ª escolha geral do Draft de 2007 e defendeu também Atlanta Hawks e Philadelphia 76ers.
Como jogador, Splitter conquistou o título da NBA com o San Antonio Spurs. Após a aposentadoria, iniciou a trajetória como olheiro e integrante do departamento de desenvolvimento de jogadores do Brooklyn Nets, em 2018.
Depois, passou pela comissão técnica do Houston Rockets na temporada 2023/24, sob o comando de Ime Udoka, e assumiu o Paris Basketball, da Euroliga, em 2024/25. Na sequência, retornou à NBA como assistente principal de Chauncey Billups no Portland Trail Blazers, antes de assumir o comando da equipe.
Agora, Tiago Splitter inicia uma nova etapa na carreira ao assumir o Chicago Bulls, franquia seis vezes campeã da NBA e marcada pela era de Michael Jordan nos anos 1990.
Tiago Splitter entrou para a história da NBA nesta sexta-feira (24) ao se tornar o primeiro brasileiro a comandar uma equipe na liga. Em sua estreia à frente do Portland Trail Blazers, o técnico interino iniciou sua trajetória com vitória sobre o Golden State Warriors por 139 a 119, no Moda Center, em Portland.
Mesmo com Stephen Curry em grande atuação, marcando 35 pontos, os Warriors não conseguiram conter o time de Óregon, que se impôs desde o início. Deni Avdija e Jerami Grant foram os principais destaques da equipe de Splitter, que conquistou o primeiro triunfo da temporada após a derrota na estreia para o Minnesota Timberwolves.
Aos 40 anos, Splitter escreve um novo capítulo em sua carreira no basquete. Campeão da NBA como jogador em 2014 pelo San Antonio Spurs, o ex-pivô assumiu interinamente o comando dos Blazers após a prisão do técnico Chauncey Billups por envolvimento com jogos de azar.
Antes da oportunidade na NBA, o catarinense conquistou dois títulos nacionais com o Paris Basketball na última temporada. Splitter também acumula passagens como assistente técnico no Brooklyn Nets (2019–2023) e no Houston Rockets (2023–2024).
Durante sua carreira como atleta, o ex-pivô disputou sete temporadas na liga, com passagens por San Antonio Spurs, Atlanta Hawks e Philadelphia 76ers. Na Europa, brilhou pelo Saski Baskonia, da Espanha, onde teve o número 21 aposentado em sua homenagem.
O basquete brasileiro vive um momento histórico nesta quinta-feira (23). Por conta da prisão do técnico Chauncey Billups, do Portland Trail Blazers, o treinador brasileiro Tiago Splitter assumirá o cargo de maneira interina, e vai se tornar o primeiro a ocupar a posição na história da NBA.
Segundo o jornalista Shams Charania, da ESPN, por ser o assistente da comissão técnica da franquia, o brasileiro vai assumar os Blazers. Além dele, Nate Bjorkgren, outro membro da equipe, também foi cogitado, mas Splitter foi o escolhido.
O ex-treinador da equipe, Chauncey Billups foi preso em uma operação de fraude esportiva que envolveu o objetivo de gerar lucro em apostas. Além dele, o armador do Miami Heat, Terry Rozier, além de outras 30 pessoas de 11 estados dos Estados Unidos também foram detidas.
Tiago atuou por cinco anos na NBA, e se aposentou em 2017. O ex-atleta foi campeão com o San Antonio Spurs em 2014 , e vestiu as camisas de Hawks e 76ers. O craque também atuou como assistente técnico no Brooklyn Nets entre 2019 e 2023 e no Houston Rockets na temporada 2023-24. Além disso, o brasileiro também atuou no basquete europeu. Durante sua carreira como treinador, comandou o Paris Basketball, da França e chegou a conquistar a Liga Francesa e a Copa da França. Após o bom desempenho no Velho Continente, o técnico recebeu o convite para a liga dos Estados Unidos.
Tiago Splitter, ex-jogador de basquete, foi contratado para ser técnico do Paris Basketball, time da EuroLeague. A equipe conquistou, pela primeira vez na história, uma vaga na próxima temporada da Liga Europeia de basquete e será comandado pelo brasileiro.
O antigo auxiliar técnico do Houston Rockets segue trabalhando na Seleção Brasileira de basquete durante as Olimpíadas de Paris e depois assumirá o time francês.
Splitter já jogou sete temporadas na NBA e se tornou o primeiro brasilero a ser campeão do torneio em 2014, quando fazia parte do San Antonio Spurs.
Além disso, a EuroLeague não será novidade para Tiago, visto que atuou em seu primeiro ano como profissional no Baskonia, equipe de basquete da Espanha.
Após grave lesão no quadril, o brasileiro anunciou sua aposentadoria em fevereiro de 2018.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.