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terras raras na bahia
O presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Henrique Carballal, afirmou que a Bahia tem 61 áreas com potencial para exploração de terras raras. A declaração foi feita durante a inauguração das atividades do Projeto Underground na Mina Santa Rita, em Itagibá, no Médio Rio de Contas.
Segundo nota desta terça-feira (31) do Giro em Ipiaú, parceiro do Bahia Notícias, Carballal declarou que as áreas identificadas apresentam viabilidade não apenas para a atividade de mineração, mas também para abastecimento de processos industriais associados.
Para ele, o principal desafio relacionado às terras raras não está na localização dos minerais, mas na tecnologia necessária para sua extração. De acordo com o presidente da CBPM, esses minerais podem ser encontrados em diferentes formações geológicas, como argila iônica e rocha dura. Ele afirmou que o governo estadual, por meio da companhia, já dispõe de tecnologia para realizar esse tipo de extração.
Carballal também relatou que a Bahia busca atrair três tipos de plantas industriais voltadas ao processamento desses minerais: unidades de purificação, oxidação e separação.
A instalação dessas estruturas pode viabilizar o desenvolvimento de uma cadeia produtiva mais ampla, incluindo indústrias voltadas à fabricação de ímãs, equipamentos de transmissão elétrica, dispositivos tecnológicos e componentes utilizados em sistemas de inteligência artificial.
As terras raras são consideradas estratégicas para a produção de tecnologias modernas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dario Durigan
"Como [Flávio] propõe isso se todo dia a gente está vendo ataque aos outros Poderes e desrespeito institucional?”, questionou o ministro durante entrevista à Rádio CBN. “Isso é balela, não é crível. A solução vai ser a família Bolsonaro discutindo com o Supremo e entrando num acordo sobre responsabilidade fiscal?"
Disse o ministro Dario Durigan, da Fazenda, em entrevista à rádio CBN ao comentar a proposta da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de unir os três poderes em um conselho para definir novos parâmetros de responsabilidade fiscal.