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tania scofield
A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, detalhou nesta terça-feira (8) que o antigo prédio do Cine Excelsior funcionará como uma extensão da Câmara Municipal de Salvador. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador.
Segundo a presidente, a decisão faz parte do projeto de reforma da Casa Legislativa, cuja obra foi recém-licitada após o prédio histórico sofrer um incêndio. Scofield explicou a motivação estrutural para a mudança. "Com a reforma da Câmara, a Câmara já não suportava em termos físicos as novas demandas de espaço que surgiram. Então a gente fez um outro projeto que é o do Cine Excelsior. (...) É um complemento da Câmara aproveitando o Cine Excelsior", destacou.
Como funcionará a divisão:
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No Cine Excelsior: O espaço abrigará um novo plenário e o gabinete da presidência da Câmara. Tânia ressaltou a importância do local para a participação popular: "A plenária maior, onde pode ter um público maior, porque o povo tem que estar na Câmara, vai ser no Cine Excelsior".
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No Prédio Antigo (Paço): Toda a estrutura administrativa continuará operando no prédio tradicional do Paço. O plenário histórico será preservado: "Aquela plenária antiga ela vai continuar. É belíssima, mas ela é pequena, então ela vai ser usada para eventos mais solenes".
Confira a entrevista completa:
A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, apresentou os detalhes do processo e do programa de recuperação de prédios históricos no Centro Histórico de Salvador. As intervenções vão ocorrer na região da Barroquinha e Baixa dos Sapateiros, áreas consideradas como polo comercial da cidade.
?? Presidente da FMLF detalha recuperação de prédios históricos no Centro de Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 31, 2026
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Segundo Tânia, o projeto de Preservação e Restauro, a recuperação de fachadas se iniciou na Rua da Conceição, com casarões dos séculos XVII e XVIII e se expandiu para a Baixa dos Sapateiros.
“Nós começamos pela Rua da Conceição, que também tem um conjunto de casarões do século XVII e XVIII extremamente bonito, que precisava ser recuperado para proporcionar visibilidade a essa arquitetura, a essa memória, essa história”, explicou durante o lançamento do Programa Fachadas da Memória, iniciativa voltada à recuperação, valorização, preservação e proteção das edificações históricas da cidade.
“O segundo passo foi aqui, na Baixa dos Sapateiros. Estamos precisando gerar visibilidade a essa rua que tem uma memória, uma história e que tem uma arquitetura belíssima que está escondida. Seja pelo desgaste do tempo, seja pelos próprios engenhos publicitários que são esses letreiros. Então, ela precisa ser vista. Eu acho que é uma forma de visibilidade e luz à Baixa dos Sapateiros”, revelou.
Segundo ela, a decisão das requalificações partiu da própria prefeitura, que em seguida envolveu e alinhou todo o processo com a Associação dos Comerciantes da Baixa dos Sapateiros/Barroquinha para beneficiar o comércio local.
“A prefeitura tomou a decisão e depois começou inclusive com a Associação dos comerciantes da Baixa dos Sapateiros/Barroquinha, com a sua presidente. Foi informado todo o processo e a importância desse projeto para o comércio da Baixa dos Sapateiros”, explicou.
A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, apresentou nesta sexta-feira (26) o projeto para as obras de urbanização e requalificação de moradias da Comunidade do Pé Preto, no bairro do Nordeste de Amaralina. Em entrevista ao Bahia Notícias, a presidente da organização destacou a atuação transversal da Fundação na elaboração dos projetos e na relação com a comunidade.
“O que mais surpreende — vocês podem ver na apresentação — eram as condições de extrema vulnerabilidade social e urbanística em que essas famílias viviam, ou seja, sem dignidade nenhuma. Sem esgoto, sem água, casas construídas com resto de material, com telha, plástico, lona. Eu diria que não sei se chegariam a dez casas em alvenaria, em bloco... casas bem precárias”, afirma.
Segundo ela, a requalificação ganha um caráter transversal quando consideradas as políticas de saúde, esgotamento e mobilidade. “E a gente chegou trabalhando com os moradores, fazendo reuniões e construindo o projeto com eles. Para entender o que é que eles precisavam, fizemos o cadastro para entender a composição da família, a questão da renda, a situação da escolaridade, enfim, e a partir daí a gente foi trabalhando o projeto até que concluímos o projeto de urbanização e o projeto das casas, das moradias”, aponta a arquiteta e urbanista.
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Canteiro de obras na comunidade do Pé Preto. Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
Ela explica que são 270 unidades habitacionais e boxes comerciais para as pessoas que já tinham comércio na área continuarem exercendo a sua atividade econômica. “Eles foram muito claros na primeira reunião de que não queriam verticalizar, não queriam prédios, e isso para a gente foi muito importante, porque cada um tem sua casa isoladamente”, destaca.
A gestora aponta que as famílias “estão hoje em aluguel social, mas com todo o acompanhamento dos assistentes sociais, que fazem reuniões sistemáticas e periódicas”. Tânia Scofield destaca que a ação desta sexta marca o início da segunda fase das obras, com recursos federais do PAC.

Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
“E agora a gente precisa iniciar a segunda fase, que aí é a conclusão total da obra, para trazê-los de volta para as novas moradias. Eles assinaram um termo conosco — ou melhor, nós assinamos com eles, na verdade — de que eles retornam”, completa. O prazo para o retorno das famílias, até o momento, é de cerca de dez meses.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.