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suplencia ao senado
A deputada federal e presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Lídice da Mata, voltou a falar, nesta segunda-feira (29), sobre uma possível composição envolvendo seu nome para a suplência do senador Jaques Wagner na disputa de reeleição ao Senado Federal. Em entrevista coletiva, a parlamentar destaca que a chapa “vai se formar no tempo certo”.
?? Lídice nega “reivindicação” de suplência ao Senado e diz: “O PSD pode continuar lutando”
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 29, 2026
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“Olha, essa coisa da formação de chapa, ela vai se formar no tempo certo, não é o momento ainda de se fechar a chapa, está em construção”, afirma. Questionada especialmente sobre uma suposta disputa com PSD, na figura do ex-prefeito Edvaldo Brito, por esta vaga, Lídice ressalta: “Não vejo o maior problema, o PSD pode continuar lutando”, diz.
Conforme já noticiado pelo Bahia Notícias anteriormente, o senador Jaques Wagner teria feito contato com Lídice para fazer o convite ainda em maio. A primeira motivação teria vínculo com a “gratidão” de Wagner à deputada, já que, em 2018, Lídice, que era senadora pela Bahia, foi preterida na chapa majoritária.
Nesta segunda, Lídice reiterou que nunca reivindicou a vaga. “O PSB, o meu partido, não reivindicou nada. Apenas atendeu, está conversando com o senador Jaques Wagner por um convite feito”, admitiu.
Até o momento, a primeira suplência de Wagner é uma das poucas vagas a ser preenchida na chapa majoritária do grupo governista, já que, no final de maio, o ex-ministro e candidato ao Senado, Rui Costa (PT), anunciou do ex-deputado federal Ronaldo Carletto (Avante) como primeiro suplente. Os segundos suplentes ainda não entraram no debate político local.
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Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.