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super presidio
O pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, afirmou nesta segunda-feira (27) que pretende construir um "super presídio" na Amazônia para abrigar chefes de facções criminosas, caso seja eleito. A declaração foi feita durante a convenção nacional do partido, em Brasília.
Segundo Zema, a unidade seria instalada em uma região de fronteira entre Brasil, Peru, Bolívia e Colômbia. Ele afirmou que os detentos trabalhariam para as Forças Armadas e defendeu mudanças na política de segurança pública. "Vou enquadrar todas as organizações criminosas como terroristas. Dá para respeitar a lei e prender bandido", declarou.
O ex-governador de Minas Gerais também prometeu acabar com as visitas íntimas e com as saídas temporárias para líderes de facções. Durante o discurso, ele criticou o sistema prisional e afirmou que o Judiciário "não prende bandido", além de dizer que as polícias militares estão sendo "desmoralizadas".
Ao justificar a proposta, Zema citou a política adotada pelos Estados Unidos para classificar organizações criminosas como grupos terroristas e afirmou que o Brasil deveria ter tomado a mesma medida. "Eu quero que o Brasil retome a soberania que nós estamos perdendo. O Brasil é que já deveria ter enquadrado essas facções como terroristas há muito tempo", disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).